Fotos minhas

Fotos minhas
Foi assim, que tive o privilégio de te ver, hoje, qual cascata São-Joanina. Sem neblina nem tons pardacentos. Apenas o Azul do Céu, as águas tranquilas do Douro…e gente feliz!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

DA BREVIDADE DA VIDA.

Amor- Tela de Gustav Klimt



Bilhete

Se me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa-em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem
devagarinho,
que a vida é breve,
e o amor mais breve ainda

(Mário Quintana)




domingo, 21 de agosto de 2016

Já Fui Feliz Aqui. [ XX ]

Enquanto as férias, de verdade, não chegam...
...vou recordando outras férias!!





Cartagena - Espanha -


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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

É SÓ MIMO...:)




A pedido de alguém
 a quem quero bem,
vou mudar o post.

Não quero que ensandeça
nem sequer que se aborreça.


Está bem assim?




quinta-feira, 11 de agosto de 2016

QUASE SANDICE.


           “Le Moulin de la Galette” óleo sobre tela by Vincent Van Gogh.



"Desocupado leitor! 
Não preciso de prestar aqui um juramento para que creias que com toda a minha vontade quisera que este livro - (blogue) - como filho do entendimento, fosse o mais formoso, o mais galhardo e discreto que se pudesse imaginar: porém, não esteve na minha mão contravir à ordem da natureza, na qual cada coisa gera outra que lhe seja semelhante; que podia portanto o meu engenho, estéril e mau cultivado, produzir neste mundo, senão a história de um filho magro, seco e enrugado, caprichoso e cheio de pensamentos vários…? "

                         (...)


Deixo à imaginação dos meus parcos, mas muito estimados, leitores, o nome do notável escritor/autor deste excerto do Prólogo de um romance muito conhecido.

Atenção: isto não é um enigma. Somente faço a observação porque estou a usar palavras que não são minhas, sem revelar a identidade do autor.

Por ora, não me sinto com capacidade para lutar contra moinhos de vento e, assim sendo, irei deixar este meu mui simples e despretensioso espaço, repousar, esperando dias de melhor  e mais profícua inspiração. 

A todos os Amigos/Leitores, que por aqui passarem, deixo o meu grato abraço de Amizade.

Até...JÁ!!




terça-feira, 9 de agosto de 2016

SEM PALAVRAS...

...........MINHAS.

PODEM ESCREVER O QUE QUISEREM...UFA!!!



IMAGEM ENCONTRADA POR AÍ.



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domingo, 7 de agosto de 2016

COMIGO AO DOMINGO...[ V ]

«Melancolia», óleo sobre tela - Edvard Munch -



Quatro letras nos matam quatro facas 
que no corpo me gravam o teu nome. 
Quatro facas amor com que me matas 
sem que eu mate esta sede e esta fome. 

Este amor é de guerra. (De arma branca). 
Amando ataco amando contra-atacas 
este amor é de sangue que não estanca. 
Quatro letras nos matam quatro facas. 

Armado estou de amor. E desarmado. 
Morro assaltando morro se me assaltas. 
E em cada assalto sou assassinado. 

Quatro letras amor com que me matas. 
E as facas ferem mais quando me faltas. 
Quatro letras nos matam, quatro facas. 



( “As Facas” Soneto de Manuel Alegre in “Obra Poética” )





                                            





sexta-feira, 5 de agosto de 2016

O MEDO DE NÓS PRÓPRIOS.

 Retrato de Adele Bloch-Bauer, by Gustav Klimt (1907)


Acredito que se um homem vivesse a sua vida plenamente, desse forma a cada sentimento, expressão, pensamento, realidade, a cada sonho, acredito que o mundo beneficiaria de um novo impulso de energia tão intenso que esqueceríamos todas as doenças da época medieval e regressaríamos ao ideal helénico, possivelmente até a algo mais depurado e mais rico do que o ideal helénico.

 Mas o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio. A mutilação do selvagem sobrevive tragicamente na auto negação que nos corrompe a vida.
 Somos castigados pelas nossas renúncias. Cada impulso que tentamos estrangular germina no cérebro e envenena-nos. 

O corpo peca uma vez, e acaba com o pecado, porque a acção é um modo de expurgação. Nada mais permanece do que a lembrança de um prazer, ou o luxo de um remorso. 
A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos-lhe
Se lhe resistirmos, a nossa alma adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal. 

Já se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem no cérebro. É também no cérebro, e apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do mundo. 



Oscar Wilde, in “O Retrato de Dorian Gray”