segunda-feira, 29 de maio de 2017

AS CEREJAS...

...e  "O Valioso Tempo dos Maduros"





Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.

(…)


Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

Porque me identifico, completamente, com esta forma de ser e estar, roubei este texto

Deixo o link, não só para que possam ler o texto na íntegra, como pela dúvida suscitada no que à sua autoria respeita. Ficando, assim, ao critério de quem o ler, ou de quem souber, com certezas, o nome do autor.

A TODOS desejo uma óptima semana! :)




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35 comentários:

  1. Vou seguir o link...
    obrigada, uma boa semana também
    e um beijinho

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    1. Eu é que te agradeço e muito, Gábi.
      Um beijinho.

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  2. Estou a tentar descobrir de quem será e cheguei num site a uma conclusão sobre de quem não é:
    http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/3182732

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    1. Também lá voltei e vi que deixaste comentário fazendo referência ao meu cantinho. :) Grata por isso Gábi, mostras que sabes assumir os amigos, mesmo aqueles que não são autores de 'bons blogues', embora, como devas calcular, eu não tenha a mínima pretensão a nada nem a coisa nenhuma.

      Quanto à autoria deste belo texto reparei - através do Recanto das Letras - que há efectivamente uma grande polémica a respeito do seu verdadeiro autor. Ainda bem que fui prudente e não fiz referência ao autor citado no blogue de onde o trouxe.
      Se conseguires descobrir mais alguma coisa sobre o tema, avisa.

      Um beijinho.

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    2. O teu é um bom blogue!!!
      Se conseguir descobrir mais alguma coisa venho logo contar-te!
      um beijinho

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    3. :) Obrigada, uma vez mais, Gábi!!

      Um beijinho

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    1. O essencial é tudo, caro Poeta.

      Beijinho

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  4. Interessante reflexão querida amiga ,li o texto absolutamente belo mas fiquei intrigado ,vejamos quando será a hora o momento a idade de sentirmos que temos mais ou menos tempo para vivermos ,numa vida que passa tão rápido ,talvez o peso das obrigações da vida até à idade do descanso vive-se o maior "vazio" enquanto seres humanos e só depois vem a riqueza da vida ,o amadurecer dos anos nos dá o tempo de apreciarmos a beleza da vida sem termos pressa de viver ,beijinhos querida amiga

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    1. A riqueza está no sabermos valorizar apenas aquilo que nos enche a alma e alheando-nos do supérfluo. Na juventude é difícil sabermos distinguir uma coisa da outra.
      Um beijinho, caro amigo Emanuel.

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  5. Mana...
    Tu não me digas que ofereceram-te uma safata de cerejas e nem te lembraste de me agraciar com metade! Mana lembras-te de quando me deram uma vaca e eu fiz queztão de te dar metade? Tu ficaste com a cabeça e eu com o resto? Porque não fizezte a mesma coisa om as cerejas? Davas-me as cerejas e ficavas com o prato?
    Kis :=}

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    1. Deves ter um dedinho que adivinha, Mana! Por acaso, só por acaso, até porque havia em casa mais cerejas, compradas. Estas, foram mesmo oferecidas, aliás, duplamente oferecidas. Verdade, verdadinha.
      Eu e a minha filhota temos o hábito de partilhar tudo o que nos oferecem de comestível. Estas vieram de Lamego. :)
      Não, não me lembro e tenho boa memória. Tu é que me saíste uma bela "mão-de-vaca". Em português de Portugal significa 'forreta'...

      kisses and hugs


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    2. Oh, mana ia já drumir mas com cá e ....
      Mão de vaca? Eu tenho mais de vaca?
      Oh , mana de mi coraçon e de mi vida....eu tenho mãozinhas de cabra,,,, pés de ovelha e cabeça de girafa....
      Mão de vaca.......ora m'esta.......


      Pó verao vou cortar o cabelo tb

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    3. Corta o cabelo, corta...faz um corte igual ao meu, Mana.
      Vais ver como te vai acrescentar muuuuuito mais juventude.

      Anda, vai lá ao cabeleiro, o cabelo comprido já está démodé...:)

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  6. Adoro cerejas e gostei ainda mais do poema.

    Boa semana

    Beijinhos Janita

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    1. Não podia deixar passar o mês de Maio sem fazer um post alusivo às cerejas, Manu.

      Boa semana, beijinhos.

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  7. Belo aspeto têm essas cerejas! Hummmmmm!

    Os textos já os conheço e são muito bons! Beijinhos

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    1. Olha Graça, é melhor o aspecto do que o sabor.
      De todas as cerejas que já comi este ano, estas foram/são, as mais desenxabidas. Mas, a cavalo dado...

      Beijinhos

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  8. As cerejas chegaram a ser os meus brincos favoritos. : ))
    O essencial é subjetivo e, por isso, é importante que cada um de nós o reconheça para assim sermos mais felizes.
    Bjos : )

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    1. Olha...também eu fazia brincos de cerejas, Catarina! :))
      De facto o essencial é subjectivo, porque varia de pessoa para pessoa, consoante os seus interesses e formas de viver.
      Eu sei o que é essencial para mim e sei do que preciso para ser feliz. :)

      Beijos, Catá! :)

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  9. As cerejas são lindas, decorativas e acima de tudo optimas!
    Gosto muito e há muito que me dedico ao essencial e simples mas tal como diz a Catarina cada um tem que descobrir o que lhe é essencial...
    Bjs

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    1. Todos os frutos vermelhos são bons e muito saborosos,Papoila. A cereja, como fruta de época é a mais apreciada. Adoro cerejas, mas tenho de as consumir com moderação...como tudo na vida.:)
      E mesmo depois de descobrirmos o que nos é essencial, isso não é garante de o granjearmos, essa é que é essa...

      Beijinhos, Papoila! :)

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  10. Como comentei aqui há dias com Catarina fiquei complexado com as cerejas quando vi a minha avó quase sucumbir com uma congestão por causa das cerejas.
    A partir daí como muito poucas cerejas.
    Beijinhos

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    1. Apesar de gostar muito de cerejas, Pedro, como-as sempre com moderação. Precisamente, por me terem contado, há muitos anos, uma história triste, ocorrida com uma criança e a ingestão de leite após ter comido cerejas.
      Acho-as um pouco indigestas.

      Beijinhos.

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    1. Mas não as consuma em excesso, Isabel. :)

      Beijinhos.

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  12. As cerejas adoçam-me o paladar! As cerejas são uma tentação e, como tal, sinto-me tentado sem pecado a comê-las "de enfiada" só se salvando os caroços e os pedúnculos.

    Com a justificação dum tempo que não temos é mais rápido debater rótulos do que conteúdos? É, quando não estamos interessados nos conteúdos e achamos que damos uma de entendidos ao criticar ou apoiar um rótulo.

    Beijokas contendo sorrisos!

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    1. Então, queres dizer que ainda tens muitas na bacia, Zé?!?!

      Quando há poucas até se roem os caroços...dizem!!

      Há pessoas que também lêem os títulos dos livros e depois opinam sobre o conteúdo. ;)

      Já leste o livro do Amado?? Nunca mais disseste nada.

      Beijokas e saudades, Zé...:)

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  13. Olá Emília.
    Gostei muito desta crônica, cujo conteúdo aplica-se à todas as pessoas; hoje ou amanhã ficará menos cereja na na bacia, o que não se sabe é se todas as pessoas estarão voltadas para o essencial ou para os rótulos.
    Um abraço.
    Pedro

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    1. Olá, Pedro!
      Grande verdade. Mais cedo ou tarde as cerejas irão diminuindo na bacia, é aí, que nos voltamos para o essencial da vida, ou seja, começamos a saborear melhor as cerejas, trincado-as devagarinho.
      Um abraço.

      PS- Aqui só para nós, Pedro, eu sou a Janita.

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  14. Em passo apresado por aqui passo.
    Cerejas... Gosto mas não como muitas por razões que não vêm ao caso.
    Bji.

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    1. Oh, José, não há direito!! Em passo apressado? Então continua cheio de afazeres? Olhe, que as cerejas não duram para sempre...

      Beijinhos.

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  15. Eu já não conto os meus anos, só conto as cerejas 🍒 🍒🍒 que comecei na comer desde anteontem.

    Votos de um fabuloso fim de semana 🌹

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    1. Li o poema de um autor desconhecido para mim.

      Não conto os anos, contudo, penso bem o que é o meu essencial, embora chegue sempre à mesma conclusão: estar de bem comigo mesma e com o resto do mundo.

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    2. E esse lema, pelo qual orientas a tua vida, querida Teresa, é mesmo o essencial para se poder viver em paz...Quem me dera poder dizer o mesmo. Vivo numa luta constante comigo mesma.
      Quanto às cerejas, já comecei a enjoá-las. Só para que vejas como sou inconstante.
      Abraço, amiga de longe!

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