quinta-feira, 27 de outubro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
ADIVINHAR OU SABER...
Reedição:
Afinal, este enigma terminou mais depressa do que eu supus. :)
Tratou-se de um grande e badalado acontecimento, que ocorreu em Portugal nos finais dos anos sessenta. A revista NM - que já tive oportunidade de referir no post sobre a Aldeia Mais Bonita do Alentejo, Santa Susana, destacou no Domingo, dia 23, e eu, aproveitei para vos mostrar (agora) todo o glamour e pompa, desta festa digna de uma noite de Óscares...:)
Se desejarem saber todos os pormenores podem aceder ao link da dita revista ou ver AQUI, curiosamente há uma coincidência digna de ser vista e apreciada!!
Deixo mais dois registos que fotografei da dita revista., mas que podem ver nos links atrás citados.
Acertaram, na totalidade das perguntas, a Papoila, logo secundada pelo Rui Espírito Santo! :) (que me enviou a resposta por mail)
A todos os amigos/as que tiveram a gentileza de participar e comentar, os meus sinceros agradecimentos! :)
...tanto faz!!!
Gostaria que me respondessem a três perguntas, muito simples:
1ª- Quem é a senhora que se vê em primeiro plano, a olhar para o fotógrafo?
2ª- Em que País e ano ( ou década, também serve) foi tirada?
3ª- Qual foi o evento, internacionalmente conhecido, e quem o organizou?
Nota: Este post é dedicado a um fervoroso admirador da celebridade em questão!! :)
Antecipadamente, agradeço a todos quantos queiram colaborar neste passatempo. Muito Obrigada!
Afinal, este enigma terminou mais depressa do que eu supus. :)
Tratou-se de um grande e badalado acontecimento, que ocorreu em Portugal nos finais dos anos sessenta. A revista NM - que já tive oportunidade de referir no post sobre a Aldeia Mais Bonita do Alentejo, Santa Susana, destacou no Domingo, dia 23, e eu, aproveitei para vos mostrar (agora) todo o glamour e pompa, desta festa digna de uma noite de Óscares...:)
Se desejarem saber todos os pormenores podem aceder ao link da dita revista ou ver AQUI, curiosamente há uma coincidência digna de ser vista e apreciada!!
Deixo mais dois registos que fotografei da dita revista., mas que podem ver nos links atrás citados.
Acertaram, na totalidade das perguntas, a Papoila, logo secundada pelo Rui Espírito Santo! :) (que me enviou a resposta por mail)
A todos os amigos/as que tiveram a gentileza de participar e comentar, os meus sinceros agradecimentos! :)
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...tanto faz!!!
Gostaria que me respondessem a três perguntas, muito simples:
1ª- Quem é a senhora que se vê em primeiro plano, a olhar para o fotógrafo?
2ª- Em que País e ano ( ou década, também serve) foi tirada?
3ª- Qual foi o evento, internacionalmente conhecido, e quem o organizou?
Nota: Este post é dedicado a um fervoroso admirador da celebridade em questão!! :)
Antecipadamente, agradeço a todos quantos queiram colaborar neste passatempo. Muito Obrigada!
domingo, 23 de outubro de 2016
CHUVA DE OUTONO.
![]() |
| Tela de Paul Cezanne - Outono - |
Outono
instável, ora ameno ora encrespado
Qual
mar inquieto, insatisfeito, bravio
Sem
chamar por mim
Sem
saber se a quero
A
chuva caiu encharcou o jardim
Primeiro
suave logo copiosa.
Fico
desolada preciso aconchego
Onde?
me pergunto e fico furiosa.
Procuro-o
nos frutos e no seu odor
A doce romã faz-me companhia
Suave,
muito suavemente
Deixo-me envolver no seu sabor
Um tranquilo sossego um instante ameno
e tudo
me parece mais belo, calmo, suave e,
de novo, sereno!...
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
DO ISOLAMENTO
![]() |
| Tela de Alexander Sulimov |
No reflexo das tardes calmas
em que o vento sopra
nostálgicas melodias
sem mágoa
tento esquecer o
nós
que já vivemos.
Entre a folhagem
dourada
e frutos maduros
numa ânsia isolada
de saudade
ambos
tu e eu
tristes separados
sós.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos e Palavras Soltas
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Santa Susana - A Menina Bonita do Alentejo -
“A poucos quilómetros
de Alcácer do Sal,
a aldeia de Santa Susana,
tem menos de cem habitantes
e praticamente nenhum comércio.
As casas de piso térreo caiadas
de branco dão-lhe um ar pitoresco,
mas entre os que cá vivem
e os que vêm de passagem,
há cada vez menos gente
a percorrer estas dez ruas.
Como se vive num lugar sem jovens,
onde os dias passam cada vez
mais devagar?”
Foi com este texto e a fabulosa fotografia da senhora sorridente a espreitar à janela, ( que eu fotografei da revista ) que o jornalista António Pedro Santos iniciou uma fantástica reportagem sobre esta pequena aldeia alentejana, publicada na NM, há umas semanas atrás. Fiquei encantada com a beleza branca e azul das suas ruas e o arrastar lento das horas, sem pressa nem ansiedade.
"Além da taberna que só abre ao fim da tarde, a aldeia tem
apenas dois estabelecimentos comerciais: uma pequena oficina de automóveis e o
restaurante com uma residencial. Em termos gastronómicos destacam-se as migas à
alentejana com coelho frito e o arroz de cabidela."
"A estrada nacional que atravessa a localidade é de uma
agitação constante, nos meses de Verão, por turistas que passam a caminho da
praia da Comporta ou do Carvalhal.
Há apenas seis crianças em Santa Susana. Dizem que ali é que
se sentem bem, nas cidades é muita confusão."
A reportagem conta com depoimentos encantadores de habitantes que adoram a sua aldeia. Ali nasceram, cresceram e envelheceram. É ali que desejam permanecer até ao fim dos seus dias. Durante os longos meses em que a rua principal se aquieta do ruído de carros que se dirigem às praias já citadas.
O que resta?...o que resta é conversa!! Nenhum habitante se queixou de solidão. Foi esse convívio, essa conversa entre pessoas que, imaginamos, pouco terão para conversar, que me seduziu nesta pequena e linda aldeia. Provavelmente na taberna, que só abre ao fim da tarde, entre um copo de três e um petisco, contam-se anedotas sobre alentejanos!!...
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Coisas que gosto.,
Reportagens,
Repouso
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
QUEM ÉS TU Ó GATO?...
Apareceu aqui pelo quintal, meio-morto de fome e sede, no início dos dias quentes. O pêlo sujo mais parecia de um cinza escuro.
Foi ficando por cá. Água fresca e alimento não lhe faltaram. Quem não gostou nada de partilhar o seu espaço com o intruso foi o Santiago. Arisco, já numa ocasião me arranhou a mão, o ingrato.
Ainda não convivem bem, mas lá vão coabitando...cada um no seu canto! Hoje dou-vos a conhecer...o Gato. Ainda não lhe escolhi nome. Quando o chamo digo. Anda...e ele vai ou vem. Agora, tem o pêlo negro e brilhante, a cauda volumosa. Está lindo, sim, mas não é meu. Um dia, quando quiser, pode ir para onde lhe apetecer. É livre.
Aqui, está deitado numa cadeira no escritório da empresa onde trabalho. Não vai comigo. Já sabe o caminho e aparece quando quer. Do quintal de casa, lá, vão uns 100 metros de distância.
É bom viver e trabalhar na província...:)
Que fazes por aqui, ó gato?
Que ambiguidade vens explorar?
Senhor de ti, avanças, cauto,
meio agastado e sempre a disfarçar
o que afinal não tens e eu te empresto,
ó gato, pesadelo lento e lesto,
fofo no pêlo, frio no olhar!
Que ambiguidade vens explorar?
Senhor de ti, avanças, cauto,
meio agastado e sempre a disfarçar
o que afinal não tens e eu te empresto,
ó gato, pesadelo lento e lesto,
fofo no pêlo, frio no olhar!
De que obscura força és a morada?
Qual o crime de que foste testemunha?
Que deus te deu a repentina unha
que rubrica esta mão, aquela cara?
Gato, cúmplice de um medo
ainda sem palavras, sem enredos,
quem somos nós, teus donos ou teus servos?
Qual o crime de que foste testemunha?
Que deus te deu a repentina unha
que rubrica esta mão, aquela cara?
Gato, cúmplice de um medo
ainda sem palavras, sem enredos,
quem somos nós, teus donos ou teus servos?
( Poema de Alexandre O'Neill )
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Gato Branco & Gato Preto
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Do Canto do Passarinho E Da Menina Do Chapéu.
![]() |
| Pintura de Ira Tsantekidou |
Havia uma menina
que adorava usar chapéus.
Sentia-se protegida dos elementos agrestes
Mas dia uma notícia deixou-a triste, coitada.
Uma ausência programada que em breve,
brevemente
a ia deixar ausente de quem tanto, tanto amava.
Numa manhã bem cedinho
na sua janela pousou um passarinho
também triste, coitadinho,
dava pena o seu cantar.
Era azul de lindas penas,
bico amarelo clarinho, belo era o seu trinar.
Também ele tinha longe
um ente que muito amava.
Juntos em doce harmonia descobriram
que a
saudade faz o desejo crescer
e quando o desejo cresce
preparam-se abraços e laços
que unem sem desenlaces.
Afastam-se angústias e medos
em belos
trinados, canções.
Mansos ficam os temores
e
alegres os corações…
:)
:)
Nota: Recebi a pintura do Passarinho, - dizia-me ele/a que "era a nossa cara" - improvisei as palavras sem talento ( reconheço) mas com carinho!!
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Valorizando Amizades. eu
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Sem Preceito Nem Preconceito.
Certa vez fui
vítima de assalto. Um velho amigo sugeriu-me que consultasse os serviços de uma
famosa curandeira no bairro da Polana Caniço.
Num instante ela faria surgir o rosto do ladrão na
superfície de uma tina de água. Não é que fizesse fé nesse mágico scanner sem imagem original. Estava
criado o pretexto para dar o gosto à alma e visitar um universo onde perdemos
certezas.
No momento seguinte
encontrava-me tirando os sapatos à porta da Dona Mariana, em solicitação de
poderes. Acreditava no que estava vivendo? Com o tempo, aprendi que por vezes a
resposta é errada simplesmente porque a pergunta é incorrecta. Não se tratava
de saber se era ou não verdade. Certas coisas são verdade numa dada relação,
num dado momento.
Nenhum rosto
compareceu à tona de água. Mas a curandeira falou de mim, da minha vida passada
e presente. Sem incursão no futuro. Nem tudo terá sido verdade. O que foi verdade
é que conversámos, ela falando sem preceito, eu escutando sem preconceito.
Dona Mariana
deu-me uns pós para espalhar em água de banho. Tomasse banhos enquanto chorava,
em audível lamento: «Ai, o meu televisor!
Ai, o meu leitor de vídeo!» Nunca chorei.
Talvez por isso – insuficiência de fé – nunca
tenha recuperado os bens roubados. Regressando mais tarde a casa de Dona
Mariana continuei trocando fios de prosa que me compensaram a perda dos
aparelhos.
[A partir de uma narrativa de Mia Couto: “O Feitiço Dentro de Nós” ]
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Crónicas,
INCERTEZAS...,
Mia Couto
domingo, 9 de outubro de 2016
Uma Data Especial...
Festejada num local especial
Com pessoas muito especiais
Poderia estar a cantar, mas não, não estou.
Depois de tantas e tão variadas sobremesas, o bolo de aniversário nem foi devidamente apreciado.
Mas estava delicioso.
Parabéns filha, que sejas sempre muito feliz.
A aniversariante é a que acharem que mais se parece comigo!
:))
sábado, 8 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Com Sabor e Aroma de Goiaba.
(…)
" -- O amarelo é para ti uma cor de sorte?
-- O amarelo sim, mas não o ouro, nem a cor do ouro. Para mim o ouro
identifica-se com a merda. No meu caso, é uma repulsa à merda, segundo me disse
um psicanalista. Desde criança.
-- Em “Cem Anos de Solidão”, uma personagem compara o ouro com a caca de
cão.
-- Sim, quando José Arcadio Buendía descobre a fórmula para transmutar
os metais em ouro e mostra ao filho o resultado da sua experiência, este diz:
«Parece merda de cão».
-- De maneira que nunca usas ouro.
-- Nunca. Nem pulseira, nem cordão, nem relógio, nem anel de ouro.
Também não verás em minha casa nenhum objecto que tenha ouro.
-- Tu e eu aprendemos na Venezuela uma
coisa que nos serviu de muito na vida: a relação que existe entre o mau-gosto e
a má-sorte. A «pava», como chamam os venezuelanos a este efeito maléfico que
podem ter certos objectos, atitudes ou pessoas de gosto rebuscado.
-- É uma extraordinária defesa que o bom sentido popular levantou na
Venezuela contra a explosão de mau-gosto dos novos ricos.
-- Fizeste, creio, uma lista completa de objectos e coisas que têm
«pava». Lembras-te agora de algumas?
-- Bem, há as óbvias, as elementares. Os caracóis atrás da porta…
-- Os aquários dentro das casas…
-- As flores de plástico, os perus reais, as mantilhas de Manila…a
lista é muito grande."
(…)
Nota: Este é um pequeno excerto de uma longa
conversa entre o escritor e jornalista Plinio Apuleyo Mendoza e o seu velho
amigo Gabo. Daí, nasceu este livro cheio de surpresas e encantos, escrito a quatro mãos, por assim dizer, onde Gabriel García Marquez, através de uma conversa informal, desfia com vivacidade as suas lembranças, opiniões e convicções. "O Aroma da Goiaba", está comigo há bastante tempo mas, hoje, sem contar, saltou de novo para as minhas mãos e, claro, trago-o, aqui, para compartilhar convosco um pouco da sua riqueza e, quem sabe, aguçar-lhes o apetite. Para quem ainda o não leu, não deve ser difícil encontrá-lo, por aí, numa livraria perto de si! :)
Em Barcelona, com o escritor Mário Vargas Llosa, Julio Cortázar e Carlos Barral, em 1970
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Achados Meus,
Gabriel García Márquez,
Livros
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Quem Não Pode Ir...Manda Recado !
Recado a Lisboa.
Lisboa, querida
mãezinha
Com o teu xaile traçado
Recebe esta carta minha
Que te leva o meu recado
Que Deus te ajude Lisboa
A cumprir esta mensagem
De um português que está longe
E que anda sempre em viagem
Vai dizer adeus à Graça
Que é tão bela, que é tão boa
Vai por mim beijar a Estrela
E abraçar a Madragoa
E mesmo que esteja frio
E os barcos fiquem no rio
Parados sem navegar
Passa por mim no Rossio
E leva-lhe o meu olhar
Se for noite de São João
Lá pelas ruas de Alfama
Acende o meu coração
No fogo da tua chama
Depois leva-o p'la cidade
Num vaso de manjericos
Para matar a saudade
Desta saudade em que fico
Vai dizer adeus à Graça
Que é tão bela, que é tão boa
Vai por mim beijar a Estrela
E abraçar a Madragoa
E mesmo que esteja frio
E os barcos fiquem no rio
Parados sem navegar
Passa por mim no Rossio
E leva-lhe o meu olhar.
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eu,
Lembranças e sorrisos.,
Saudade
domingo, 2 de outubro de 2016
sábado, 1 de outubro de 2016
O Que Pensa Marilyn...?
![]() |
Craig Semetko Fonte
|
Porque terá rido Marilyn ?
1ª ---Olha de soslaio...
2ª ---Solta uma gargalhada...
3ª ---Sorriso maroto, olhos semicerrados...
4ª --- Parece contrariada...
5ª ---Sorri e disfarça, fingindo que não viu nada...
Eu, apenas constatei o óbvio...O resto fica por vossa conta! :)
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Dos desafios simples e fáceis.,
TENTATIVAS DE HUMOR
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