Sete anos volvidos, é com grande prazer que renovo esta publicação, numa homenagem ao Poeta António Aleixo.

Mote
- Primo, que medo, que horror!...
Que bicho é que tem na mão?
- Oh! Prima eu sou caçador,
Este bicho é um furão!...
Glosas
...Ande cá, pegue-lhe aqui
Co’a sua mãozinha linda;
Talvez ele cace ainda
Um coelhinho para si
- Quando os seus olhos eu vi,
Seu rosto mudou de cor,
E não perdeu o rubor
Ao tocar-lhe só c’um dedo...
- Então já não diz com medo:
"Primo, que medo, que horror!?..."
*
- Mas o bicho há-de morder...
- Não, não morde em moças novas,
Isto é p’ra meter nas covas
Onde caça grossa houver;
Talvez me saiba dizer
Onde alguns coelhos estão...
Disfarce a má impressão,
Venha-me já ensinar,
E não torne a perguntar:
“Que bicho é que tem na mão?”
- Não, não morde em moças novas,
Isto é p’ra meter nas covas
Onde caça grossa houver;
Talvez me saiba dizer
Onde alguns coelhos estão...
Disfarce a má impressão,
Venha-me já ensinar,
E não torne a perguntar:
“Que bicho é que tem na mão?”
***
Se ficaram com curiosidade para saber como acaba a história que António Aleixo contou, façam o favor de clicar AQUI, e divirtam-se.
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