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Sei que um dia partirei,
Não tenho pressa em chegar
A esse lugar onde sei,
Que os meus irei encontrar.
Que missão me destinaste?
Qual foi a Tua intenção?
Não foi para o mundo salvar
Não, não me deste essa missão.
Devagar... sim, devagar
Ainda não terminei
Minha missão por aqui.
Deixa que a possa entender
Depois poderei partir
Devagar... unir-me a ti.
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Diz a vox populi: devagar, que tenho pressa.
ResponderEliminarFaça favor de ter um bom Domingo, chuvisquento qb.
E também diz, a voz popular, que devagar se vai ao longe, José! Eu sou paciente, sei esperar! :)
EliminarPor aqui só está nevoento.
Beijinho
A vida sem missão é uma espécie de morte.
ResponderEliminarUm domingo com pensamentos mais positivos, por favor!!
Por vezes até penso que há quem tenha errado a vocação.
EliminarAcho que tu ias bem na pele de um padre...
Há favores que devem ser retribuidos. Hoje, para quem foi o teu pensamento? Para alguém, que Deus já lá tem, não foi? Eu também.
Bom Domingo para ti também, amiga de longe.
Na pele de um padre... a Teresa?!!! : ))))) Seria um padre muito avant-garde. : ))
Eliminar:)) Avant-garde, q.b., sobretudo faria jus ao slogan moralista que tanto apregoam: Façam o que eu digo, não façam o que eu faço.
EliminarBom Domingo, Catarina. :)
Um poema um pouco pessimista. Gostei mais dos dois anteriores. A propósito, gostaria de levar um deles para o "A mulher e a poesia". Será que me autorizaria esse "roubo"?
ResponderEliminarAbraço, saúde e bom domingo
Desde que me conheço, neste Dia 1º de Novembro se veneravam os mortos, Elvira. É nos meus, que nunca esqueço, mas penso mais neste Dia, que dediquei estes versos, ainda que em pensamento.
EliminarAmanhã, erá outro dia.
Claro que sim, Elvira. Acredite que será uma honra para mim.
Disponha do que quiser.
Um beijinho com amizade e a consideração que me merece.
Bom Domingo.
Desculpe nem me lembrei de que as pessoas associam o dia ao dia dos defuntos. Para mim que só comecei a ir aos cemitérios depois de reformada, pois anteriormente não tinha lá ninguém, sempre fui no dia dois e este sempre foi o dia de Todos os Santos quele que me trás boas lembranças especialmente do Pão por Deus.
EliminarObrigada pelo seu consentimento. Quando publicar aviso.
Como diz o ditado popular, Elvira:
Eliminar"Cada terra tem seu uso e cada roca tem seu fuso". :)
Ok, obrigada.
Que tenhas uma tarde de domingo serena. Nem sempre estamos conscientes da missão que nos foi destinada... resta-nos fazer o nosso melhor, suponho.
ResponderEliminarE supões muito bem. Quem sabe o que nos foi, ou ainda estará, reservado?
EliminarObrigada.
Devagar se vai ao longe. Poema muito bonito.
ResponderEliminar.
Um domingo feliz
Cumprimentos
Um passo depois do outro, mas sempre lá chegamos.
EliminarTem de ser, se não um dia ainda se comem uns outros...
Obrigada, Ricardo
A vida é um caminho que prefiro percorrer devagar e que, se possível até tenha prolongamento. :)
ResponderEliminarBom domingo, Janita.
Ah... esse prolongamento é tantas vezes a vitória deste jogo da vida, Luísa!
EliminarObrigada.
Bom Domingo também para ti
Esses magarefos da foto nicam a minha horta :/
ResponderEliminarNicam a tua e a minha
Eliminarestes 'magarefos' danados
levando às costas a casinha
são uns comilões desgraçados!!
:)
Quanto mais devagar, melhor!
ResponderEliminarEu preciso de ficar por cá mais uns anos, é a minha missão!
Abraço
Eheheh...Feitios, não é, Leo?
EliminarUma missão que certamente cumpres a preceito.
Um abraço, bom domingo.
Quase tudo na vida
ResponderEliminardeve ser feito devagar
Exacto, Caro Poeta.
EliminarDepressa e bem, não há (ou há pouco) quem.
:)
Muito com tom de António Aleixo.
ResponderEliminarGostei do sentido terra a terra do poema
Tudo o que eu escrevo e escreverei, mal ou bem, deverá ter a finalidade de ser entendido e assimilado por todas a gente.
EliminarNão tenho capacidade para escrever em metáforas, minimamente inteligentes. Isso de atirar palavras ao molho, para o papel, às vezes sem nexo nem sentido e chamar-lhe poesia, não é comigo. :-)
Adoro a poesia de António Aleixo. Tenho o seu primeiro livro:
"Este Livro Que Vos Deixo" e um outro de Inéditos, que lhe deu título. Este, já editado pelo seu filho, Vitalino Martins Aleixo, numa edição de 1978.
Não concordo que estes versos tenham algo que os possa identificar com as quadras do Poeta de Loulé. Nem pensar!
Nem eu saberia escrever isto. Ora leia, se faz favor. :)
A Gentil Camponesa
MOTE
Tu és pura e imaculada,
Cheia de graça e beleza;
Tu és a flor minha amada,
És a gentil camponesa.
GLOSAS
És tu que não tens maldade,
És tu que tudo mereces,
És, sim, porque desconheces
As podridões da cidade.
Vives aí nessa herdade,
Onde tu foste criada,
Aí vives desviada
Deste viver de ilusão:
És como a rosa em botão,
Tu és pura e imaculada.
És tu que ao romper da aurora
Ouves o cantor alado...
Vestes-te, tratas do gado
Que há-de ir tirar água à nora;
Depois, pelos campos fora,
É grande a tua pureza,
Cantando com singeleza,
O que ainda mais te realça,
Exposta ao sol e descalça,
Cheia de graça e beleza.
Teus lábios nunca pintaste,
És linda sem tal veneno;
Toda tu cheiras a feno
Do campo onde trabalhaste;
És verdadeiro contraste
Com a tal flor delicada
Que só por muito pintada
Nos poderá parecer bela;
Mas tu brilhas mais do que ela,
Tu és a flor minha amada.
Pois se te tenho na mão,
Inda assim acho tão pouco,
Que sinto um desejo louco:
Guardar-te no coração!...
As coisas mais belas são
Como as cria a Natureza,
E tu tens toda a grandeza
Dessa beleza que almejo,
Tens tudo quanto desejo,
És a gentil camponesa.
Conhecia?
Obrigada, Miguel, um abraço. :)
Um poema que diz bastante da realidade que estamos a viver! Adorei a foto!
ResponderEliminar**
O Paraíso Enfeitado ... 🙏
*
Beijo, e um excelente Domingo: Dia de todos os Santos.
Fique em casa, se puder! :)
Um pouco da minha realidade e muito de ficção, Cidália.
EliminarUm beijo e obrigada.
Gosto muito do teu caracol e espero que andes devagar como ele, ainda tens muito a fazer por cá.
ResponderEliminarPodes não saber qual a tua missão, mas uma delas é a todos encantar com os teus belos e sentidos poemas.
Beijinhos Janita
😘😘😘
Pelo contrário, querida Manu.
EliminarNa vida, quero andar devagarinho para ver se demoro mais tempo a percorrer o resto do caminho que me foi destinado, mas no meu dia-a-dia ando com um speed que nem te passa. Desde que faço a passadeira, pareço a Rosa Mota. :))
Ah, amiga, como sabem bem as palavras de quem nos estima.
Um beijinho, Manu. 😘
A única peça de teatro
ResponderEliminarque escrevi
tinha por personagem um caracol
Acho que mudar o Mundo
não custa muito
leva é tempo
e...
o caracol é lento...
Que tal se mudasse o mundo
Eliminarusando o voo do açor?
O mundo visto do alto
tem sempre mais luz e cor...
Obrigada, Rogério.
Um abraço