"Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo."
[Hermann Hesse]
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Todos os meus livros são meus amigos. Daí, a minha alegria ao reencontrar o meu velho amigo MANDINGO, que julgava perdido! Quanto à autora de thrillers, cujos dezoito livros que escreveu, tidos e lidos por mim, continua a ser uma ilustre desconhecida. Alguém que me é próxima, mas não consigo conhecer... 🤔
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Os meus já leram alguns da Freida e gostaram muito. Deram-me nos meus anos um do meu autor preferido Nicholas Sparks mas ainda não porque a minha estimada renite está custosa de curar que me tira do sério!
ResponderEliminarBeijos e uma boa tarde!
Também já tive a minha fase Nicholas Sparks. Li bastantes, comecei pel'As Palavras que Nunca te Direi, À Primeira Vista e outros. Depois, enveredei por temas mais fortes.
EliminarTens de pedir ao teu médico de família que te dê algo que alivie essas dores.
Um abraço e as melhoras
Sou uma leitora militante, tenho lido muito durante este período de reclusão forçada.
ResponderEliminarDesta autora só li "A Criada".
Abraço
Também sou uma leitora inveterada, da Freida creio que vou ficar por aqui. Ando com vontade de me voltar para os clássicos russos... Talvez retome Fiódor Dostoiévski de quem apenas li Crime e Castigo. Um dia destes vou a um alfarrabista... :)
EliminarAbraço, Leo.
Mandingo perdido entre a Freida.
ResponderEliminarBeijinhos, Janita.
Tal e qual, António! :))
EliminarBeijinhos
Acabei de ser um resumo do livro Mandingo. Chiça! Mais que violento.
ResponderEliminarJá tinha requisitado um livro de McFadden, mas acabei por não o ler por ter tantos entre mãos.
Muito em breve, lerei um. : )
Arrepiante, mesmo. Aliás. há uma nota da Editora que diz ser Mandingo, um romance terrível e maravilhoso.
EliminarNa altura em que o li tinha os filhos pequenos, então o tempo disponível era muito limitado.
Li-o durante um período de férias na praia. Enquanto os miúdos brincavam na areia junto de mim, eu lia sofregamente.
Mexeu tanto comigo que depois de o ler o guardei, acabando por lhe perder o rasto. Quando agora o encontrei, passadas mais de três décadas, fiquei felicíssima.
Haver um Rancho de criação humana, como quem cria gado, com um garanhão escolhido a dedo, é algo impensável.
E mais não digo...
Beijos
Ter-me-ia causado pesadelos na altura!
EliminarPesadelos não me causou, mas andei durante uns tempos bastante perturbada, sobretudo com a brutalidade final da vingança que o senhor dono dos escravos praticou. Algo inimaginável!!
EliminarUma das coisas que prometi ao meu pai nos últimos dias de vida - cuidar da biblioteca da casa de Coimbra.
ResponderEliminarBeijinhos, boa semana
E as promessas são para ser cumpridas.
EliminarOs livros do senhor seu Pai ficaram em boas mãos.
Ando a pensar doar muitos dos meus livros a uma biblioteca pequena, numa pequena localidade.
Beijinhos, boa semana, Pedro
Li o Mandingo há muitos anos. Não voltei a ele, também não sei por onde anda, mas é um livro demasiado forte para muita gente.
ResponderEliminarBoa semana.
Um abraço.
Acredito que haja muito boa gente que não aguente o impacto final.
EliminarBoa semana, Jaime.
Beijinhos
Não conheço o livro, mas vi o filme, há muitos anos, e sabendo o que foi a escravatura não fiquei nada espantado com o teor da história. Todos os negreiros cuidavam bem das suas parideiras e escolhiam um "macho" que lhes garantisse bons filhos, fortes e saudáveis para vender no mercado!
ResponderEliminarNão tive conhecimento de que houvesse sido adaptado ao cinema. Ainda que estivesse num bem perto de mim, eu não iria vê-lo...
EliminarUm abraço
Um livro é um amigo! Uma boa definição para estas obras de arte que nos fazem sonhar e viver muitas vezes historias de outras pessoas. E como é bom reencontrar aquele amigo que já não se via há muito tempo!
ResponderEliminarUm abraço e boa semana amiga Janita.
https://rabiscosdestorias.blogspot.com
É difícil ler um livro emocionante sem nos colocarmos na pele de um determinado personagem. Assim, sofremos se sofrem e somos felizes com a sua felicidade.
EliminarDeve ser essa a maior ambição de quem escreve...e o Rui sabe bem como nos envolver. :)
Boa semana, Amigo Rui.
Grande abraço.
Estou sentada aqui a olhar para a minha estante de livros que fui comprando ao longo da vida, não tenho esse que referes, mas deve ser bem interessante.
ResponderEliminarPs. Estou com dificuldade em comentar com a minha conta do blogger, isto está muito complicado.
Beijinhos Janita.
Os meus não foram todos comprados por mim, alguns foram-me oferecidos pelo Natal ou nos anos e muitos deixou-os o meu filho quando foi para o estrangeiro. Sobretudo os do Gabriel Garcia Marquez, mas o grosso que enche as prateleiras fui eu que os comprei, desde muito nova.
EliminarIsto das mudanças é terrível Manu, Já fiz uma tentativa de mudar para o Word Press, mas acabei por arrepiar caminho. Sozinha não cheguei lá.
Mas vai com calma que a diferença não deve ser grande. É tudo uma questão de tempo e muita paciência.
Beijinhos, Manu!
Já deixei de ler
ResponderEliminarHoje apenas escrevo
Beijo
PS: Diz ao teu Noah que criança que me lê será um adulto que pensa
O meu Noah gosta de livros e isso já é uma grande vantagem.
EliminarSerá sempre um pensador,
quer te leia a ti ou qualquer
outro autor... :))
Beijito
Não me recordo de ter lido esse livro nem de ter visto o filme. Não se pode ter lido/visto tudo, não e?, ainda que seja, desde sempre, um leitor compulsivo. Da Freida, só ainda li O Acidente. Outros, dela, estão em agenda, como de outros autores.
ResponderEliminarUm abraço.
Ah, pois não! Ninguém sabe tudo, nem viu tudo e muito menos leu tudo.
EliminarNão tenha pressa em ler a A Criada, depois desse a autora já escreveu mais leves e melhores, mas sempre de suspense e, claro, a imprescindível surpresa final.... ;)
Grande abraço, José.
Ler um bom livro é das melhores coisas no mundo que se podem fazer. É preciso tempo e disposição. Coisas que às vezes faltam.
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