Hoje, o dia soalheiro, esteve bom para levar a cabo tudo o que não se pode fazer nos dias cinzentos e chuvosos. Isto, a propósito das minhas respostas tardias aos vossos simpáticos comentários. Se o livro que referes aqui e foi falado no teu Conversa..., for uma nova edição d'O MELHOR DE MIM SOM OS NÓS" ( E OUTROS POEMAS) , não preciso de o adquirir porque já o tenho. Com uma bonita dedicatória tua. Se for outo, é evidente que o comprarei. Já vi a entrevista que deste ao autor e editor da Prosa Poética, mas depois irei deixar marca da minha passagem por lá.
Também o poeta argentino, que o citou, não tinha por hábito ser muito optimista, mas soube bem escolher estas palavras do visado. :) Este tipo de actuações urbanas, são muito comuns na Península Ibérica. Também gosto.
Poderia ter sido Zaratustra, mas não: foi Borges!! :-)) Também gosto muto deste Bolero. Composto por Ravel e assim intitulado. Um abraço de amiga, Toninho! Boa semana
Quem mais divulgou esta bela composição foi o Maestro e violinista André Rieu, que tornou acessível ao grande público, a música clássica dantes só vista e ouvida pela nata da sociedade. Quando andei a fazer uma formação sobre as novas tecnologias, aprendi a usar o Movie Maker, - que tinha instalado no meu velhinho Toshiba - e fiz um filme usando os diapositivos do Power Point, cuja música de fundo era o Bolero de Ravel interpretado pela Orquestra do violinista que mencionei. Ficou supimpa! Boa semana
Bom dia. Sempre que ouço esta bela peça musical, ocorre-me o não menos belo filme Les Uns et les Autres, em que o bailarino Jorge Donn a dança fabulosamente. Um bom Domingo
Olá, José! Um dia destes irei procurar no YouTube o filme Les Uns et les Autres, para relembrar certos pormenores. Não tenho ideia desse pormenor. Afinal a sua memória está a melhorar, ou então, é a minha a piorar... Um abraço e uma feliz e soalheira semana.
Alimentar um blog, com alguma assiduidade, e sem grande apetência para escrever como escrevia , quando o criei, faz-me dar a volta a tudo quanto é ideias alheias, nos muitos livros e livrinhos que povoam a minha mesa de trabalho, ou melhor, de entretenimento. :) Beijinhos, António.
À meia-noite, ainda a noite é uma criança, Manu! No entanto, confesso, a essa hora há muito estou na cama. Recostada em almofadas, comando da TV na mão, vou vendo o que goste e, não raras vezes, dormitando entre nos intervalos. Quando publico algo a essa hora, é agendado horas mais cedo. Obrigada, Manu. Um beijinho
Essa imagem de Arthur Schopenhauer, imortalizada por Borges, captura perfeitamente a visão metafísica de que a realidade e o sonho compartilham a mesma substância. Para Schopenhauer, a diferença não está no conteúdo, mas na continuidade.
Cada um de nós avalia o que lê, segundo o seu próprio critério. Mas, gostei muito, e até concordo, com o que dizes sobre Schopenhauer. Embora o conteúdo faça a diferença, se não tiver continuidade acaba por morrer aí! Grata pelos teus bons desejos, querida Teresa. Que a tua semana seja igualmente feliz.
Para a Teresa: Concordo inteiramente! Esta bela composição de Maurice Ravel, ficou imortalizada para posteridade (e mais além 😊) apenas com o nome; Bolero de Ravel. **** Para o Pedro: Também gosto muito, seja qual for o tema. Iniciam com um só instrumentista e, lentamente, vão chegando os restantes até formarem a orquestra. Sempre numa Praça de qualquer uma cidade. Beijinhos, óptima semana.
Verdade! Como todas as composições de todos os compositores, cujo nome, pelas suas obras, se foram da lei da morte libertando. Assim o disse Camões, outro nome imortal.
Fiquei preso a esta citação! Talvez a beleza da vida esteja em saber fazer as duas coisas. Viver cada página com coragem e, de vez em quando, folhear o livro para lembrar que os sonhos também fazem parte da Vida. A música é uma obra de arte intemporal! Um abraço e boa semana.
Que bela definição fez o Rui com as palavras de Schopenhauer e citadas pelo poeta argentino! Tudo o que diz corresponde à mais pura verdade. Viver e desfrutar plenamente da vida, dia após dia, é como ler um livro página a página. Folheá-lo nem que seja para o reler na diagonal é prolongar os sonhos vividos.
Muito grata por ter vindo e trazer-me palavras tão ou mais belas do que as que compõem a citação. É isso mesmo, sem tirar nem pôr!
Os livros refletem muito sobre a vida das pessoas, não fossem os livros escritos por pessoas com experiência de vida. Excelente e original interpretação do Bolero de Ravel, que se tornou numa música intemporal. Abraço de amizade. Juvenal Nunes
Olá, Juvenal! Muitas vezes escreve-se sobre temas nunca vividos, mas creio que todos, ou quase todos, os escritores, deixam perpassar nos seus escritos muito do que lhes vai na alma e vivências suas. Sejam do passado ou mais recentes. Quanto ao Bolero de Ravel, creio não haver quem nunca o tenha escutado e gostado daquele som em crescendo.
Um abraço de amiga, com gratidão. Sinto-me em dívida para consigo, Juvenal. Tenho de remediar a minha indelicadeza...
Olá, querida Janita, tudo bem? Ah, esse clássico, esse Bolero de Ravel, é belíssimo, e muito bom numa praça. Coisas assim eu também paro e ali fico a observar cada músico... é a música clássica indo ao encontro do povo. Quanto à citação de Jorge Luís Borges sobre o que Schopenhauer escrevera, gostei imenso. A vida e os sonhos...tema lindo para desenvolver... Beijinho, uma feliz semana e muito grata pela sua presença sempre bem quista.
Isso, que me vieste simpaticamente dizer, querida Chica, vai servir-me e muito, de grande incentivo. Como tudo na vida, até a construção de frases usando um certo número de palavras requer prática e continuidade.
E que oportuno este teu post
ResponderEliminarE não admira que dele goste
É que se comprares o meu livro
Folhando-o verás porque o digo
(e agora a entrevista já dá)
Abraço de sonhador
Viva, Rogério!
EliminarHoje, o dia soalheiro, esteve bom para levar a cabo tudo o que não se pode fazer nos dias cinzentos e chuvosos. Isto, a propósito das minhas respostas tardias aos vossos simpáticos comentários.
Se o livro que referes aqui e foi falado no teu Conversa..., for uma nova edição d'O MELHOR DE MIM SOM OS NÓS" ( E OUTROS POEMAS) , não preciso de o adquirir porque já o tenho. Com uma bonita dedicatória tua. Se for outo, é evidente que o comprarei.
Já vi a entrevista que deste ao autor e editor da Prosa Poética, mas depois irei deixar marca da minha passagem por lá.
Beijinhos.
Schopenhauer, o pessimista, não demonstrou aqui o seu pessimismo.
ResponderEliminarLindo. Adoro ver e ouvir músicos/artistas de rua.
Também o poeta argentino, que o citou, não tinha por hábito ser muito optimista, mas soube bem escolher estas palavras do visado. :)
EliminarEste tipo de actuações urbanas, são muito comuns na Península Ibérica. Também gosto.
Assim falou Borges.
ResponderEliminarLinda postagem amiga Janita com este Bolero nesta agregação.
Abraços com carinho e bom domingo.
Poderia ter sido Zaratustra, mas não: foi Borges!! :-))
EliminarTambém gosto muto deste Bolero. Composto por Ravel e assim intitulado.
Um abraço de amiga, Toninho!
Boa semana
Seria capaz de jurar que o Bolero de Ravel é a única música clássica que sou capaz de identificar de ouvido!
ResponderEliminarBom domingo!
Quem mais divulgou esta bela composição foi o Maestro e violinista André Rieu, que tornou acessível ao grande público, a música clássica dantes só vista e ouvida pela nata da sociedade.
EliminarQuando andei a fazer uma formação sobre as novas tecnologias, aprendi a usar o Movie Maker, - que tinha instalado no meu velhinho Toshiba - e fiz um filme usando os diapositivos do Power Point, cuja música de fundo era o Bolero de Ravel interpretado pela Orquestra do violinista que mencionei.
Ficou supimpa!
Boa semana
Bom dia
ResponderEliminarSão estes pormenores que valem a pena acompanhar alguns blogs .
Soberbo 5*****.
Continuação de um bom domingo.
JR
Grande responsabilidade me coloca em cima dos ombros, amigo JR!! :-)
EliminarBoa semana
Gostei muito deste post que é fantástico!
ResponderEliminarBeijos e bom domingo
Grata pela tua simpatia, amiga Fatyly!!
EliminarAbraço e uma boa semana
Bom dia.
ResponderEliminarSempre que ouço esta bela peça musical, ocorre-me o não menos belo filme Les Uns et les Autres, em que o bailarino Jorge Donn a dança fabulosamente.
Um bom Domingo
Olá, José!
EliminarUm dia destes irei procurar no YouTube o filme Les Uns et les Autres, para relembrar certos pormenores. Não tenho ideia desse pormenor.
Afinal a sua memória está a melhorar, ou então, é a minha a piorar...
Um abraço e uma feliz e soalheira semana.
Há diversas situações como a que aqui publicas. Sublimes.
ResponderEliminarAinda bem que te lembraste.
Beijinhos, Janita.
Alimentar um blog, com alguma assiduidade, e sem grande apetência para escrever como escrevia , quando o criei, faz-me dar a volta a tudo quanto é ideias alheias, nos muitos livros e livrinhos que povoam a minha mesa de trabalho, ou melhor, de entretenimento. :)
EliminarBeijinhos, António.
A noite já vai alta, mas ainda bem que vim aqui. Este post com esta música está sublime.
ResponderEliminarBoa semana.
Beijinhos Janita
À meia-noite, ainda a noite é uma criança, Manu!
EliminarNo entanto, confesso, a essa hora há muito estou na cama.
Recostada em almofadas, comando da TV na mão, vou vendo o que goste e, não raras vezes, dormitando entre nos intervalos.
Quando publico algo a essa hora, é agendado horas mais cedo.
Obrigada, Manu.
Um beijinho
Essa imagem de Arthur Schopenhauer, imortalizada por Borges, captura perfeitamente a visão metafísica de que a realidade e o sonho compartilham a mesma substância. Para Schopenhauer, a diferença não está no conteúdo, mas na continuidade.
ResponderEliminarAbraço-te, desejando-te um semana muito feliz 🌺
Cada um de nós avalia o que lê, segundo o seu próprio critério.
EliminarMas, gostei muito, e até concordo, com o que dizes sobre Schopenhauer. Embora o conteúdo faça a diferença, se não tiver continuidade acaba por morrer aí!
Grata pelos teus bons desejos, querida Teresa.
Que a tua semana seja igualmente feliz.
Grande abraço
Interessante interpretação do Bolero de Maurice Ravel pela Banda Simfònica d'Algemesí.
ResponderEliminarAdoro flash mobs!!!
EliminarBeijinhos, boa semana
Para a Teresa:
EliminarConcordo inteiramente! Esta bela composição de Maurice Ravel, ficou imortalizada para posteridade (e mais além 😊) apenas com o nome; Bolero de Ravel.
****
Para o Pedro:
Também gosto muito, seja qual for o tema. Iniciam com um só instrumentista e, lentamente, vão chegando os restantes até formarem a orquestra. Sempre numa Praça de qualquer uma cidade.
Beijinhos, óptima semana.
O Bolero de Ravel é imortal.
ResponderEliminarÉ sempre um prazer ouvi-lo, seja na interpretação de quem for.
Boa semana querida amiga.
Beijinhos.
Verdade! Como todas as composições de todos os compositores, cujo nome, pelas suas obras, se foram da lei da morte libertando. Assim o disse Camões, outro nome imortal.
EliminarUm beijinho e excelente semana, amigo Jaime
Adora esta música!
ResponderEliminarAbraço
Já somos duas, querida Leo! 🌺
EliminarUm forte abraço.
Fiquei preso a esta citação! Talvez a beleza da vida esteja em saber fazer as duas coisas. Viver cada página com coragem e, de vez em quando, folhear o livro para lembrar que os sonhos também fazem parte da Vida.
ResponderEliminarA música é uma obra de arte intemporal!
Um abraço e boa semana.
Que bela definição fez o Rui com as palavras de Schopenhauer e citadas pelo poeta argentino! Tudo o que diz corresponde à mais pura verdade. Viver e desfrutar plenamente da vida, dia após dia, é como ler um livro página a página. Folheá-lo nem que seja para o reler na diagonal é prolongar os sonhos vividos.
EliminarMuito grata por ter vindo e trazer-me palavras tão ou mais belas do que as que compõem a citação. É isso mesmo, sem tirar nem pôr!
Grande abraço.
Os livros refletem muito sobre a vida das pessoas, não fossem os livros escritos por pessoas com experiência de vida.
ResponderEliminarExcelente e original interpretação do Bolero de Ravel, que se tornou numa música intemporal.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Olá, Juvenal!
EliminarMuitas vezes escreve-se sobre temas nunca vividos, mas creio que todos, ou quase todos, os escritores, deixam perpassar nos seus escritos muito do que lhes vai na alma e vivências suas.
Sejam do passado ou mais recentes.
Quanto ao Bolero de Ravel, creio não haver quem nunca o tenha escutado e gostado daquele som em crescendo.
Um abraço de amiga, com gratidão.
Sinto-me em dívida para consigo, Juvenal.
Tenho de remediar a minha indelicadeza...
Olá, querida Janita, tudo bem?
ResponderEliminarAh, esse clássico, esse Bolero de Ravel, é belíssimo, e muito bom numa praça. Coisas assim eu também paro e ali fico a observar cada músico... é a música clássica indo ao encontro do povo.
Quanto à citação de Jorge Luís Borges sobre o que Schopenhauer escrevera, gostei imenso. A vida e os sonhos...tema lindo para desenvolver...
Beijinho, uma feliz semana e muito grata pela sua presença sempre bem quista.
Gratíssima pelas generosas e simpáticas palavras, querida Tais.
EliminarSão comentários como os seus que me dão vontade e ânimo, para continuar por aqui.
Um grande beijnho
Janita, gosto desse bolero e a citação de Borges muito sábia! Vim te dizer que ficou ótima tua frase por lá! Obrigadão! beijos, chica
ResponderEliminarIsso, que me vieste simpaticamente dizer, querida Chica, vai servir-me e muito, de grande incentivo.
EliminarComo tudo na vida, até a construção de frases usando um certo número de palavras requer prática e continuidade.
Agradecida te fico eu!
Beijos