E com o tanque que quer ser piscina, e a piscina que talvez seja tanque, nunca mais se falou da menina de Almada que deixou milhares sem água. E a rapaziada do CHEGA que estava apertadinha com o que o Luís Neves, diretor da judiciária, tinha dito (tenho muito mais medo da violência da extrema direita do que da extrema esquerda) rejubila. Ele há cada coincidência!!!! Beijinhos
O meu comentário chega com um dia de atraso que o dia de ontem, para mim, não existiu! Depois de uma noite em claro, parti para o hospital, às 7 horas, e só cheguei ao fim da tarde. Cansado e sonolento, deitei-me e acordei hoje, às 5 da matina! O fadinho do tanque está muito bem apanhado, espero que ajude o ministro a candidatar-se a outro emprego que no actual já provou não aprovar!
Por coincidência ou por ordem superior a todas as vontades, acordámos ambos à mesma hora. Dormi pouquíssimo esta noite, mas depois ainda me deitei no sofá e dormi um poco mais. Mais valia ao senhor dr. Luís Neves ter-se mantido no seu confortável antigo cargo. Quis ir mais além e tramou-se. Continuação de melhoras, amigo Carlos.
Ministros à parte - este ou qualquer outro - aquilo que a lei impõe para que qualquer um de nós construa uma casa ou simplesmente faça umas melhorias, é algo de inimaginável. O Estado paizinho na pessoa do sr arquitecto da câmara ou da CCDR é que manda naquilo que queremos fazer nos nossos terrenos e nas nossas casas e, pior ainda, nas nossas carteiras. No caso concreto - e, reitero, esquecendo tudo o resto que envolve a politica - que diferença faz para o ambiente ou lá para o que for, se agora existe uma piscina onde antes estava um tanque?
Desculpe o desabafo, mas isto das "burrocracias" fazem subir uma coisa por mim acima e descer outra por mim abaixo que quando se encontram provocam um nível de irritabilidade descomunal!
E o fado repete-se, mesmo de cantores improváveis.
ResponderEliminarE o Fado lusitano, fazer o quê?
Eliminar:)
Gostei muito de ouvir!
ResponderEliminarAdorava cantar o fado quando ainda era menina e moça; sem talento, mas que importava se me dava prazer?!
: )
O talento estava lá, tu é que eras muito exigente : )
EliminarAntigamente também nós tínhamos tanque...depois com a modernização mudamos para uma máquina de lavar:)
ResponderEliminarUm abraço.
Ahahahahahah... Boa!
EliminarUm abraço
Fico sempre admirada com a imaginação dos portugueses.
ResponderEliminarNão lhes escapa uma! 😀
Muito bem apanhado este fado!
Abraço
Somos peritos na arte tuga de bem rir da vida alheia.😀
EliminarAbraço
Eu também rio da minha! :))
EliminarE com o tanque que quer ser piscina, e a piscina que talvez seja tanque, nunca mais se falou da menina de Almada que deixou milhares sem água.
ResponderEliminarE a rapaziada do CHEGA que estava apertadinha com o que o Luís Neves, diretor da judiciária, tinha dito (tenho muito mais medo da violência da extrema direita do que da extrema esquerda) rejubila.
Ele há cada coincidência!!!!
Beijinhos
Se não há, parece!
EliminarA Margarida Rebelo Pinto dizia que as não havia!! 😀
Beijinhos
Bom dia:- Maravilhoso, 😂😂😂😂😂😂😂
ResponderEliminar.
Semana feliz. Saudações poéticas
.
Se rir nos faz felizes, é rir e mai'nada. 😂
EliminarSaudações risonhas
O meu comentário chega com um dia de atraso que o dia de ontem, para mim, não existiu!
ResponderEliminarDepois de uma noite em claro, parti para o hospital, às 7 horas, e só cheguei ao fim da tarde. Cansado e sonolento, deitei-me e acordei hoje, às 5 da matina!
O fadinho do tanque está muito bem apanhado, espero que ajude o ministro a candidatar-se a outro emprego que no actual já provou não aprovar!
Por coincidência ou por ordem superior a todas as vontades, acordámos ambos à mesma hora. Dormi pouquíssimo esta noite, mas depois ainda me deitei no sofá e dormi um poco mais.
EliminarMais valia ao senhor dr. Luís Neves ter-se mantido no seu confortável antigo cargo. Quis ir mais além e tramou-se.
Continuação de melhoras, amigo Carlos.
Bom dia
ResponderEliminarSe o português é perito é mesmo nisto !
JR
Ministros à parte - este ou qualquer outro - aquilo que a lei impõe para que qualquer um de nós construa uma casa ou simplesmente faça umas melhorias, é algo de inimaginável. O Estado paizinho na pessoa do sr arquitecto da câmara ou da CCDR é que manda naquilo que queremos fazer nos nossos terrenos e nas nossas casas e, pior ainda, nas nossas carteiras. No caso concreto - e, reitero, esquecendo tudo o resto que envolve a politica - que diferença faz para o ambiente ou lá para o que for, se agora existe uma piscina onde antes estava um tanque?
ResponderEliminarDesculpe o desabafo, mas isto das "burrocracias" fazem subir uma coisa por mim acima e descer outra por mim abaixo que quando se encontram provocam um nível de irritabilidade descomunal!
Cumprimentos