quinta-feira, 3 de abril de 2025

SOLUÇÃO DO DESAFIO - DADA E COMPROVADA! 😃



E eis que nos chega o dia tão esperado...Nada mais, nada menos do que algo inédito. Porquê inédito, perguntais vós, se o que mais acontece por essa blogosfera são Enigmas desvendados? 

Ah, pois é, mas esta Adivinha está incluída na revista Notícias Magazine, provavelmente um suplemento literário do Jornal de Notícias, e, o mais curioso,  com data de 06 de Julho de 2003, ou seja com cerca de 22 anos de idade. E agora, digam lá, onde irei eu encontrar coragem para de me desfazer da tralha que fui acumulando durante décadas?  Bem...adiante!

***

E se eu vos disser
Que é mais pequenina
Do que uma maçã
E que em vez de penas
Cobre-se de lã?

- Assim já sabemos:
É uma avelã!



Acertou, com muita perspicácia, o Joaquim Rosário 🙏 e, claro, a sempre atenta Rosa dos Ventos. 😇 ( Que se encostou a ele)

A Todos os demais amigos e visitantes, que me deram o prazer da sua companhia, e benevolente paciência, o meu sincero agradecimento. 🙏

  😘




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terça-feira, 1 de abril de 2025

DESAFIO.

 


Para desanuviar um pouco da monotonia do som da minha voz, que até a mim já aborrece, decidi mudar um pouco de tema. Creio que uma adivinha, assim em jeito de desafio, calhava bem.
Então vamos lá a isso: 

ADIVINHA

Havia uma ave
de formas pequenas,
que não tinha asas
nem patas, nem penas.

Mas que ave é esta
sem patas nem penas,
Nem tão-pouco asas
e de bico apenas?...

Biquinho encolhido,
corpinho redondo
ao tentar voar
dava sempre um tombo.

Que ave haverá
com esta função:
Cair lá do alto 
direitinha ao chão?

O que será? Será ave, ou não, essa tal coisinha que cai sempre ao chão?!
Podem ir dando os vossos palpites aqui. Enquanto isto durar não direi quem acertou. No final, mostrar-vos-ei uma foto onde está a solução.

Espero trazer-vos alguma da antiga animação blogosférica.


 😍








quinta-feira, 27 de março de 2025

TRIBUTO A ... (3) JOSÉ DA LUZ (KOK)

 

Foto da autoria do homenageado.





ÀS TANTAS

Tantas são as vezes
que desejamos ser
e no entanto
outras tantas são
que o não queremos.

E tantas mais são
as que o não querendo,
outras tantas são
as que desejamos não voltar a ser.

E tantas são as vezes
que em casulos nos fechamos
e dentro de flores nos acoitamos,
daquelas que à noite se fecham
e de madrugada se abrem,
nuas,
em todo o seu esplendor.

E tantas, tantas são as vezes
que nos perdemos nos labirintos da vida,
tantas são as vezes que nos encontramos
e no entanto tão desencontrados estamos.

Mas tantas são as vezes, tantas, tantas,
que vivendo vamos morrendo lentamente
revivendo muitos dos bons momentos
que tantas, tantas vezes nos aconteceram.

Às tantas somos nós, aqui, abraçados
na vontade e no desejo de vencer.

Às tantas sim, às tantas!


José da Luz (Kok)





Os doces beijinhos do Kok, que todas recebemos naquele já distante dia 10 de Outubro de 2017, na Casa do Alentejo, em Lisboa.


Nota: Quem tiver um poema de sua autoria, não carece ter livro editado. Pode enviar-mo e eu tentarei, num dia em que a minha voz esteja menos cansada e roufenha, (desculpa, Kok, no dia em que li o teu poema a minha voz estava pior do que nunca. 😥) como dizia; tentarei lê-lo o melhor que posso e sei. 

Obrigada.





quarta-feira, 19 de março de 2025

VOZES DE MIM.

 

Obrigada, Zé da Luz (Kok)


Olá a Todos!

Ainda bem que me dei tempo para ponderar bem os prós e contras da minha primeira decisão em terminar por aqui o meu percurso blogosférico. 

Neste momento encontro-me assim: e a teclar, lentamente,  com a mão direita:


A solução definitiva consiste na cirurgia, que não quero fazer. Há bastantes anos fiz ao pulso do braço direito e a recuperação foi longa e dolorosa. 

Um anti-inflamatório aliviou, mas não resolveu totalmente, a inflamação no canal do nervo cárpico, que provoca dores horríveis.

Quero com isto dizer que não consigo dizer adeus ao meu Cantinho, contudo, em vez de usar as palavras escritas passarei a usar a minha voz para ler os poemas que os amigos virtuais publicaram em livros editados e eu possuo. Lamento não ter uma voz melodiosa, mas é a voz que me restou... 


Sombras de Mim

Sou eco frágil, voz calada,
passo tímido na estrada.
Olhos baixos, sonho raso,
coração preso num laço.

Sou metade, sou ausente,
um nome que não se sente.
Se me olham, desfaço-me
se me buscam não me acham.

E num reflexo a verdade fria:
Sou menos do que gostaria...

Muito, muito obrigada a todos que se preocuparam comigo, especialmente à Sandra Martins que, com sabedoria e muita maturidade, soube, em poucas palavras, fazer-me reflectir acerca da decisão inicial que eu havia tomado.

Até breve, Amigos/as!


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sexta-feira, 7 de março de 2025

TRIBUTO A ... (1) NANA MOUSKOURI.

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Um Lugar no Meu Coração


Recebi tua carta ontem
De alguma pequena cidade 
que eu nunca ouvi falar
E lá dizia que estavas a caminho
Mas não para onde irias.

Dizes que estás seguindo o sol
Mas tu realmente sabes, com certeza
Que depois que tudo é dito e feito
Nada mais há a procurar.

Há um lugar no meu coração
Queria que teus olhos pudessem ver
E não há ninguém na face da terra
Que te quer tanto quanto eu.

Se simplesmente viajares
Até não sei onde
Há um lugar no meu coração
Que poderás nunca encontrar.

E enquanto viajas com o vento
Encontrarás alguma estrada
para voar té mim.
Apesar de tua carta dizer
O teu coração pode esquecer.

Depois, podes escrever um poema
Que conte a tua vida em palavras de fogo
Mas nunca terás um lar
Ou encontrarás o amor que desejas.
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( Esse é, e será sempre, um lugar no meu coração.)

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sábado, 1 de março de 2025

SINGELEZAS.

 
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Num canto do meu quintal,
sem pressa e sem me avisar
brotaram pequenas flores
só para mim e me encantar.

Não pedi à Natureza 
estas doces bênçãos do chão,
vieram como risos da terra,
e como afagos cálidos de Verão.



Não bailam ao vento manso,
mas sussurram à luz do sol,
segredos  que me fazem sorrir,
com um ar tímido e apaixonado.

E eu, que nada esperava,
recebi esse presente,
estas singelas flores 
florescendo num sorriso_

_amoroso, doce e quente!

😊

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

ACONTECEU NO NORTE COM ALGUM DESNORTE E À MISTURA COM ALGUMA POUCA SORTE!

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Uma pequena fatia de bolo de chocolate, 
simples e delicioso, 
cheio de
 significado.

Oferta gentil da casa.
Dividido por todos os presentes,
cada pedacinho carregou 
um desejo. 
Desejo que foi por mim
pensado
e calado
 ao soprar da velinha.

Um momento de doçura que não sei se mereci...

    * . *

Oferta amorosa e amiga do Kok!

E esses beijinhos doces 
feitos de afecto e açúcar
vou já mostrá-los aqui.
Bem empratados por ti.

Flores de um belo nenúfar.


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