A prateada sardinha que em tempos idos foi considerada refeição
de pobres, tornou-se, hoje, o pitéu de toda a gente. Especialmente durante este
mês podem ser saboreadas na rua, nas tascas e nos restaurantes mais chiques.
Agrada a miúdos e graúdos!
São-lhe dedicados poemas, canções
e provérbios:
“A mulher e a sardinha quer-se da pequenina"
Enfim, a sardinha
virou rainha!
É de prata quando vai à brasa e de ouro quando vai à mesa.
O seu parceiro inseparável é o tinto carrascão, quer seja
servido em copo de pé alto quer seja em tigelinhas de barro….
A sardinha sabe
melhor quando comida à mão com a gordurinha a pingar numa fatia de pão!
Viva a nossa bela Sardinha...Os Santos
Populares...
E o senhor Vinho. :)
Aqui, numa versão portuense / tripeira...
Aqui, apesar do pé a fugir para o vira, numa versão
mais
mais
sofisticada e moderna...Ribatejano/
lisboeta/alfacinha!
lisboeta/alfacinha!
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