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Aqui é Cabo de Pallos.São praias pequenas cobertas de seixos, óptimas para quem gosta de mergulhar.
Foi o que a minha gente fez, já que até fatos de mergulho e máscaras levaram
Até o Júnior, que é um menino corajoso e valente, mergulhou sem qualquer receio.
Como águas profundas não é o meu forte, fiquei na praia a ler.
No final fomos todos saborear um gelado

A noite em La Manga, para nós, resumiu-se aos Pátios Andaluzes e aos...mojitos!
Esta é a vista espectacular que desfrutavamos da nossa varanda, virada para o Puerto Tomás Maestre.

Este é o verdadeiro e destemido artista, que nos deixava com o credo na boca sempre que dava estes saltos " mortais" para a piscina.

Um passeio inesquecível de barco até San Javier.

Aqui foi num outro "cruzeiro" à volta da Isla Grosa. Este belíssimo chapéu voou pouco depois para o Mediterrâneo e por um triz eu não voei atrás dele, a tentar agarrá-lo.

Estas fotos que se seguem foram tiradas em Cartagena. Uma belíssima e antiga cidade, com um porto natural admirável, lindíssimos jardins e estátuas enormes espalhadas por todo o lado.
Adorei esta cidade.
Foi um quebra-cabeças descobrir-mos o que era chufa.
A senhora que nos serviu os batidos, perguntou-nos, muito admirada: em Portugal não há chufa?..
Se calhar até há, respondiamos nós a rir, o problema é saber o que isso é!
Afinal é um tubérculo que só existe naquela região.
Ainda em Cartagena.

Cartagena, cheia de história e múltiplos encantos.
O meu neto Júnior foi, durante muito tempo, o nosso fotógrafo oficial.
O rapaz até levava geito para a arte, mas um dia cortou-me da foto e tive que o demitir.
Enquanto nós riamos o Júnior amuava, por ser o pai a substitui-lo na importante missão de nos
registar para a posteridade.
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Aqui readmiti-o com a promessa de uma boa recompensa. Esta foi a última foto que tirei em La Manga. A capeline, obviamente, foi para substituir o chapéu que ficou a navegar em pleno oceâno.
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Quis o meu "rico" filho, fazer-me um último agrado e no regresso levou-nos a jantar a Serpa.
Como não avisei nem amigos, nem os parentes que ainda lá tenho, não fui visitar ninguém
No restaurante da piscina Municipal frente ao parque de campismo, onde jantámos, não reconheci vivalma.
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Quis o meu "rico" filho, fazer-me um último agrado e no regresso levou-nos a jantar a Serpa.
Como não avisei nem amigos, nem os parentes que ainda lá tenho, não fui visitar ninguém
No restaurante da piscina Municipal frente ao parque de campismo, onde jantámos, não reconheci vivalma.
Isso deixou em mim uma sensação de tristeza enorme.
Senti-me uma estranha na terra que me viu nascer e crescer.
Senti-me uma estranha na terra que me viu nascer e crescer.
Esta é a Capela de S. Brás toda iluminada e que no meu tempo de criança
ficava no meio das searas.
ficava no meio das searas.
Esta foi a derradeira foto destas férias.Depois disto ainda nos esperavam mais de duas horas de viagem até Lisboa, mais própriamente,
à Charneca da Caparica.
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No caminho não me saía da ideia aquela povoação, ainda em Espanha, que tinha uma enorme placa à entrada a dizer:
No caminho não me saía da ideia aquela povoação, ainda em Espanha, que tinha uma enorme placa à entrada a dizer:
Cabezas Rubias
donde nadíe es forastero.
Eu, que me tinha acabado de sentir uma forasteira na minha própria terra, senti uma enorme vontade de chorar...
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Meus queridos amigos e amigas, foi com muito prazer que partilhei
convosco as alegrias e as tristezas destas minhas férias inesquecíveis.
Agradeço a todos o carinho que me têm dado.
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donde nadíe es forastero.
Eu, que me tinha acabado de sentir uma forasteira na minha própria terra, senti uma enorme vontade de chorar...
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Meus queridos amigos e amigas, foi com muito prazer que partilhei
convosco as alegrias e as tristezas destas minhas férias inesquecíveis.
Agradeço a todos o carinho que me têm dado.
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