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Protecção Civil estranha “recorrência muito grande” de incêndios na Covilhã.
Ah! Desgraçados!
Um irmão é maltratado e vocês olham para o outro lado? Grita de dor o ferido e vocês ficam calados? A violência faz a ronda e escolhe a vítima, e vocês dizem:
"A mim ela está poupando,
vamos fingir que não estamos
olhando".
Mas que cidade? Que espécie de gente é essa? Quando campeia numa cidade a injustiça, é necessário que alguém se levante. Não havendo quem se levante, é preferível que num grande incêndio, toda cidade desapareça, antes que a noite desça.
Bertolt Brecht
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Não Há Quem Se Levante?...
Etiquetas:
A luta pela sobrevivência,
Estados D'Alma.,
impunidades
sábado, 31 de janeiro de 2015
Escravidão Nos Bastidores do Mundo da Moda...Aquilo Que Se Finge Não Saber E Fica Escondido Para Ninguém Ver!
Uma equipa de vídeo acompanhou três bloguers de moda noruegueses
durante um mês no Cambodja, onde trabalharam numa fábrica têxtil que produz
roupas para as grandes cadeias de fast-fashion. O resultado está a tornar-se
viral.

Três
jovens bloguers de moda noruegueses passaram das festas privadas em Oslo, para
a dura realidade da vida de um trabalhador de uma fábrica têxtil no Cambodja. O
desafio foi lançado por uma equipa que pretendia fazer um documentário sobre as
condições de vida destes trabalhadores, chamando a atenção directa dos
consumidores finais dos produtos que eles fabricam: roupa para grandes cadeias
de moda como a H&M ou Mango.
O
documentário pretendeu ser uma experiência social com o objectivo de mostrar os
bastidores do fabuloso mundo da moda que, em muitos casos, é sustentado por
histórias trágicas vividas em fábricas de países do terceiro mundo.
Os
produtores pretendem fazer todos aqueles que vêem o
documentário pensar duas vezes antes de comprar uma peça de roupa nas cadeias
de fast-fashion, que oferecem preços baixos à custa da exploração de milhares
de pessoas.
Esta é uma canção homenagem a todos quantos lutam para ter uma vida digna numa fuga à condição de escravatura no seu próprio país. Sem documentação, explorados, e deslocando-se em condições sub-humanas, muitos acabam por perder a vida e os que conseguem sobreviver, são repatriados. Somos todos iguais, mas uns são mais iguais do que outros.
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