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| Por aqui ainda não cai, mas já se avizinha. |
TROMBA D'ÁGUA
Manoel Serrão- dixit
*
Já no nosso Minho
Cai água aos molhes
Todos a aceitam
Ninguém pode dizer NÃO!
☔☔☔☔☔☔☔☔
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| Por aqui ainda não cai, mas já se avizinha. |
TROMBA D'ÁGUA
Manoel Serrão- dixit
*
Já no nosso Minho
Cai água aos molhes
Todos a aceitam
Ninguém pode dizer NÃO!
☔☔☔☔☔☔☔☔
É entre a Luz e a Escuridão
que albergo
a tua ausência.
Não te chamo, não imploro
nem quero de ti sequer
um grão de piedade
ou de clemência.
Quando finalmente em mim
tudo se aclara,
ao nascer a luz do dia,
não vejo amargura no meu
amanhecer.
Vejo, outrosim, a beleza e a luz
interior que existe em mim.
E eu...
Ah!... EU?
Não o sabia!
* * * * * * * * * * * * *
Dois poemas, dois destinos.
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| Pedras Parideiras - Arouca - Fonte |
PEDRA, DEPOIS PÓ E FINALMENTE VIDA.
Olhei a pedra.
Fria, Estúpida. Parada.
Calada.
De tanto a olhar julguei-a bela
Transformei-me nela
Frio. Estúpido. Parado.
Calado.
Sem destino sequer
de pedrada no charco
Sujeito à degradação do relento
e à erosão do vento
em breve serei pó.
Não olhes para mim, assim,
Mexe-te, ao menos.
A pouco e pouco se mexeram
e num repente
o Mundo assistiu
ao despertar das pedras.
Autor: Rogério Pereira.