Mostrar mensagens com a etiqueta Depois da Tempestade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Depois da Tempestade. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de julho de 2022

(A)MAR À VISTA!... *

 


Disse o marujo
Ao chegar
Em abraço firme!

 

 * Poeminha de Gonzaga Neto

******************************

A todos os amigos e visitantes,  de longa e mais recente data, que têm vindo ao meu humilde espaço trazer-me palavras de incentivo, amizade e ânimo, agradeço sensibilizada a gentileza e o carinho.

Aos poucos irei voltando. Muito Obrigada. 🙏


🌼🌼🌼🌼🌼🌼🌼🌼🌼


quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Pesadelo de Uma Noite de Verão.



No final daquele dia morno, do lado a nascente, desceu um mar de nuvens escuras, entranhando em mim o velho receio de menina que não controlo ainda.
De súbito, do céu desaba o som medonho de mil trovões. Vou contando o tempo que medeia entre o clarão de luz, em zigue-zague, e o troar das nuvens iradas. 
Logo mais, a poente, esconde-se a réstia de calma e luz que sempre me ilumina.


Não sei porquê, mas não é o saber que a tempestade está longe, que me deixa mais descansada…em algum lugar o mundo estará a desabar.
Até que por fim tudo se acalma e a normalidade regressa, como se toda a minha inquietação não tivesse sido nada mais do que um simples desaguisado  entre nuvens zangadas. 
Mas foi!

+++++++-----------------+++++++
------------------------


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

RIR É SEMPRE O MELHOR!...Quando Não Acontece o Pior!

Que a Vida não é fácil nem justa, já eu sabia! Que, de um momento para o outro, ela pode mudar, também sabia, mas fiquei a saber o quanto,  na passada terça-feira - 29-09 15- ao fim da tarde. 
Se viver não é ser empurrado ou rasteirado pela sorte ou pelo azar - como escreveu Joaquim Pessoa - , então, o que de mau nos pode acontecer, inopinadamente, pode muito bem ser o facto de estarmos no local errado à hora errada - ainda que estejamos no interior da nossa própria casa.

O estrondo foi tão forte que rebentou com a vidraça da janela da cozinha, para a qual me encontrava sentada de costas a uma distância de 1 metro, mais ou menos, quando me dispunha a tomar o meu habitual chá de cidreira, como sempre faço ao chegar a casa, depois de sair do meu local de trabalho.

Fiquei em estado de choque, não pelos estragos feitos, que até nem foram muitos, mas porque me apercebi, instantes depois,  que não ouvia nada! Tinha perdido a audição! Só ouvia zumbidos...
Não quero entrar em pormenores, até porque o pior já passou. Fui observada, cerca de meia hora mais tarde, por uma médica que me tranquilizou; não havia perfuração nos tímpanos, mas convinha ser vista por um médico da especialidade.
Ontem fui observada por um otorrino, que me receitou um anti-inflamatório e me garantiu não haverem sequelas irreversíveis. Hoje, ao fim do dia irei ao hospital onde faz serviço; para ser examinada minuciosamente e com os aparelhos apropriados! (SIC)
Porque razão não recorri, na altura do acidente, ao serviço de urgência do hospital?
Porque a partir de determinada hora os serviços de especialidade médica não funcionam, no hospital mais perto da minha zona de residência, e, no meio de tanta aflição, corri para uma Clínica que fica a cinco minutos de minha casa.

O conteúdo do objecto que provocou o rebentamento é tão prosaico e faz-me sentir tão ridícula, que não o irei mencionar. (Talvez o faça um dia, pessoalmente, ou noutro post)
Quero, no entanto, a bem do meu ego, voltar à vossa companhia em grande estilo...Like a Lady!!!





====================================================

=================================