Sem sair de casa vi, pela enésima vez, neste fim-de-semana, Pretty Woman. O conto de fadas que não deixa nenhuma mulher indiferente. Não pelo elegante e ricaço homem de negócios, obviamente, mas pela bonita história de amor. Afinal, sonhar é tão fácil...Depois, Richad Gere nem tinha porque renunciar a um amor tão bonito, logo ele, que vi pela primeira na tela do Cinema, protagonizando o papel de um 'Gigolo'. Quem o viu decerto concorda comigo.
Logo de seguida, revi Mamma Mia que me pôs a rodopiar pela sala ao som das belíssimas canções dos ABBA. Uma delícia de filme que se revê sempre com indizível prazer, sobretudo por nós, mulheres de sessenta/setenta/oitenta. (falo de décadas, bem entendido)
Foi assim, sozinha em casa, mas na companhia de uma ainda muito jovem Julia Roberts, de uma um-tudo-nada já madura Meryl Streep e de um ainda encantador Pierce Brosnan, que tive um fantástico fim-de-semana cinéfilo que me soube pela vida. Sem o ruidoso e incomodativo mastigar de pipocas, sem me meter no meio de multidões perigosas. Apenas eu, e as minhas boas e inócuas recordações...














