Alma Cigana
Disto nunca eu fiz segredo…
a minha alma é cigana.
Perambula pelo mundo
dança, canta, não engana.
a minha alma é cigana.
Perambula pelo mundo
dança, canta, não engana.
Meu coração português
tem sotaque e alegria
nas margens do Tejo há marés
e fados com nostalgia.
Enquanto ele canta fados
a alma toca castanholas
mas ambos se abraçam contentes
numa moda de viola.
tem sotaque e alegria
nas margens do Tejo há marés
e fados com nostalgia.
Enquanto ele canta fados
a alma toca castanholas
mas ambos se abraçam contentes
numa moda de viola.
Quem me conhece já sabe
gosto de vermelho forte
nas minhas saias rodadas
que dos dois lados tem cortes…
gosto de vermelho forte
nas minhas saias rodadas
que dos dois lados tem cortes…
Para facilitar a dança
nos volteios deslumbrantes
que me tomam nos meus sonhos
nos braços do meu amante.
nos volteios deslumbrantes
que me tomam nos meus sonhos
nos braços do meu amante.
Assim vou sendo feliz
no meu jeito tão singular
que pouca gente o entende
mas não deixo de os amar…!
no meu jeito tão singular
que pouca gente o entende
mas não deixo de os amar…!
Adaptação de um poema da autoria de:
Teresinha Penhabe
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