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Hoje, volto a deixar-vos uma história em verso, de raízes antigas e tradicionais, vinda do tempo dos trovadores, que poderia servir a uma análise bastante profunda, quem sabe até, a um estudo de comportamento, no aspecto moderno da emancipação da mulher.
O FIDALGO E A CAMPONESA
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HUMOR E POESIA
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Foto Minha |
COM AS GAIVOTAS
Contente de me dar como as gaivotas
bebo o Outono e a tarde arrefecida.
Perfeito o céu, perfeito o mar, e este amor
por mais que digam é perfeito como a vida.
Tenho tristezas como toda a gente.
E como toda a gente quero alegria.
Mas hoje sou de um céu que tem gaivotas,
leve o diabo esta morte dia a dia.
Eugénio de Andrade in “Os Amantes Sem Dinheiro”
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Caros leitores, visitantes e amigos: sem vós, estas publicações não seriam possíveis, por desnecessárias e inúteis. Pelo que a Todos, mesmo a Todos, agradeço a vossa disponibilidade em participar e comentar.
Irei apresentar as imagens pela ordem em que as recebi, adicionando-lhes as palavras que as acompanharam. Também dando destaque a quem, mercê da atenção prestada, logrou acertar no nome e correspondente número da imagem dos oito participantes. Quem não fez acompanhar a imagem que me enviou com algumas palavras, falarei eu em seu nome. Assim:
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A Ternura manifesta-se em qualquer gesto, em qualquer idade, em qualquer País, de um qualquer Continente! 🌷 Aliando a ternura da imagem à vontade de participar em pleno, a Teresa foi a 1ª a obter o 1º lugar neste Pódio ( sem palanque) |
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A Ternura dos amores da sua vida, em sorrisos que espelham a Alegria que sentem e transmitem. 🌷 Sempre disposta a colaborar, a Rosa dos Ventos foi a terceira a enviar a sua foto, mas a segunda a acertar em pleno! |
De seguida, com mais ou menos acertos seguem-se as Ternuras de quem colaborou participando.
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Com saudosa ternura, mostra-nos a sua prole dizendo: " Muitos já a viram, mas pra mim vale sempre. Mostro nossa escadinha, pois em 5 anos todos os 4 nasceram" |
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Esta Ternura de crianças não são os seus tesouros, mas poderiam ser! : ) |
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"Uma ternura em tempo de guerra" |
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A Ternura em forma de uma carícia, no afastar do cabelo no rosto da criança. |
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"Há MUITOS anos, no Porto" esclareceu o Pedro! |
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"Eu com a minha filha, que foi a Pedra Filosofal da minha família." |
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Os participantes não foram muitos, mas sinto-me largamente compensada pela ternura que Todos entenderam que eu pedia e conseguiram transmitir-nos em todas as participações!
A TODOS o meu muito obrigada!
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Caros amigos, leitores e visitantes, finalmente, a reedição prometida vai sair. Não estive à espera de mais participantes para o fazer, na verdade, a minha vida ensarilhou-se de tal forma no dia de ontem que me vi grega para sair de uma missão de alto risco.
Quando se me mete alguma ideia na cabeça podem chover picaretas que enquanto a não realizo não dou descanso aos neurórios. Acontece que o que eu procurei exaustivamente não estava neste computer e sim no meu velhinho Toshiba. Este novo é muito jeitosinho, tem grande valor estimativo pois foi-me oferecido pelo meu rico filho, mas tem um senão: não veio equipado com o Office.
Adiante... consegui o que queria. Sem qualquer granjeio, mas isso já de antemão eu o sabia. São aqueles reptos que os teimosos lançam a si mesmos, e nem que se esfrangalhem todos não deixam a meio. Talvez por isso eu seja tão boa nas pesquisas...😁
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Dando início ao que interessa, irei dar-vos uma breves notas bibliográficas acerca das três figuras mistério sobre as quais tantos de vós haveis pesquisado com afinco e honor. 👏
Começando da esquerda para a direita temos a actriz/fadista:
Para ajudar na subsistência familiar iniciou a profissão de ajudante de costureira, mas cedo a trocou por uma carreira artística, começando pelo teatro de revista, onde se apresentou ao lado de grandes vedetas como Luísa Satanella ou Beatriz Costa, mas realce-se que registou os seus maiores êxitos e consequente popularidade na interpretação do Fado. Foi a primeira fadista portuguesa de projecção internacional. Popular na primeira metade do século XX, tempos em que recebeu as alcunhas de "Sereia Peregrina do Fado", "Santa do Fado" e "Toutinegra do Fado", o seu nome é hoje pouco recordado, visto que as gravações discográficas que realizou são anteriores à década de 1950, altura em que o disco gravado começou a popularizar-se em terras lusas.
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Imagem da Net - Lavadouro Municipal de um Bairro de Lisboa. |
CONSTRUÇÕES.
É nas noites longas
e quase eternas
Que procuro construir-te
à medida do meu Sonho.
Faço-te, desfaço-te
foge-me o traço.
Escovo, raspo,
encho de água fresca o tanque.
Lavo, esfrego com água e sabão o meu cansaço,
e adormeço sem te saber.
Mas é logo de manhã, ao acordar,
que sempre te reconheço
mesmo sem te conhecer...
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Gato escondido, com as orelhas de fora. Isto é poesia! 😺 |
POETISA, EU?
O Poeta hoje em dia
Esquece-se
De fazer poesia
Porque não se lembra
Da melodia
Que a vida oferece.
Apenas sofre
E sente saudade
Vendo a verdade
Que o outro não vê.
Óh poetas loucos
Convencidos, tontos.
E a tonta sou eu
Por acreditar
Na doce ilusão
Que se eu quisesse
O Sonho viria
Ter à minha mão…
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