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domingo, 3 de novembro de 2024

☀️ A LEI DO RETORNO ☀️

 

❤ ❤





Filhos: se quereis, no futuro, receber paciência, sede hoje pacientes!.


Esta imagem, à primeira vista fora do contexto do vídeo, está aqui porque a considero possuir a ternura paciente, que temos quando crianças 
para com os seres mais fragilizados e, depois, vamos perdendo pelo caminho.

❤❤❤❤❤❤❤❤❤



quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Momentos Tão Nossos....

...como o foram no passado...


...que me pareceu, agora, tão perto e tão distante...


 
 
                                                                                   Olha - queres ouvir-me? -
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;


Nestes raros momentos, só nossos, és o meu menino, sim!
Não és o homem, pai e marido...apenas o meu menino,
 que alimentei e adormeci nos meus braços.
 
 


Mas - tu sabes - a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas…
 

 
 
...nem eu esqueci nada, filho!
Vai...e volta como as aves;
 
O ninho e as minhas asas, estarão sempre aqui...
 abertas, ternas e ansiosas para te acolher.
 
Até já, filho!







 





quarta-feira, 23 de junho de 2010

VIVA O SÃO JOÃO DO PORTO....

Esta data tem uma dupla importância para mim, porque representa a maior festa na vida de todos os "tripeiros" e porque dei à luz o meu filho querido.
Tenho um grande peso na consciência: Não lhe ter posto o nome de João.
Há ocasiões em que penso que o Santo nunca me perdoou.
Se eu pudesse voltar atrás...
















Estas imagens são da Cascata Sanjoanina que se encontra junto à Faculdade de Medicina no mesmo recinto do Hospital e que o Sr. Segurança, gentilmente, me deixou fotografar.

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Esta estátua de São João fica no recinto do Hospital com o mesmo nome, já que o Santo é patrono e protector dos enfermos e foi tirada por mim no dia 21/06/10, quando lá me desloquei para efectuar novos exames aos olhos.


Aproveito para vos dizer que trouxe notícias muito animadoras...




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Imagem recolhida da NET
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Manjerico e alho porro são dois símbolos do São João do Porto










Ora digam lá se o meu filhote não se fez um belo rapaz.

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Parabéns, meu filho e que Londres se ilumine de sol em teu louvor.

(O comentário de uma amiga fez com eu visse que não tinha deixado bem explícita esta referência a Londres. O meu filho teve que se deslocar, a trabalho,
a Inglaterra pelo que no dia do seu aniversário estava longe da família e do País)
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Na noite de São João
Há fogueiras e folias.
Gozam uns e outros não,
Tal qual, como os outros dias.

Água que passa e que canta
É água que faz dormir...
Sonhar é coisa que encanta,
Pensar… é já não sentir.

O moinho que mói trigo
Mexe-o o vento ou a água,
Mas o que tenho comigo
Mexe-o apenas a mágoa.

Ó meu rico São João
És um Santo Popular
Na tua festa não falta
Muita sardinha para assar.

Andorinha que vais alta,
Porque não me vens trazer
Qualquer coisa que me falta
E não te posso dizer?

Se eu te pudesse dizer
O que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei.

Dá-me um sorriso a brincar,
Dá-me uma palavra a rir,
Eu me tenho por feliz
Só de te ver e te ouvir.

Tenho um segredo a dizer-te
Que não te posso dizer.
E com isto já to disse
Estavas farto de o saber...

O manjerico e a bandeira
Que há no cravo de papel,
Tudo enche a noite inteira,
Ó boca de sangue e mel.
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sábado, 1 de maio de 2010

MÃES...



Mãe

Mãe:
Que desgraça na vida aconteceu,
Que ficaste insensível e gelada?
Que todo o teu perfil se endureceu
Numa linha severa e desenhada?

Como as estátuas, que são gente nossa
Cansada de palavras e ternura,
Assim tu me pareces no teu leito.
Presença cinzelada em pedra dura,
Que não tem coração dentro do peito.

Chamo aos gritos por ti — não me respondes.
Beijo-te as mãos e o rosto — sinto frio.
Ou és outra, ou me enganas, ou te escondes
Por detrás do terror deste vazio.

Mãe:
Abre os olhos ao menos, diz que sim!
Diz que me vês ainda, que me queres.
Que és a eterna mulher entre as mulheres.
Que nem a morte te afastou de mim!


Poema de Miguel Torga que dedico a todas as Mães, especialmente àquelas que já partiram mas que estarão sempre presentes no nosso coração e na nossa memória.