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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

LONGA É A NOITE.

 





Da Noite nada sei.

Do amor vadio que vagueia
por becos e vielas,
que inunda corpos
suados de estivadores.
Dos que amam sem beijos nem suspiros
nem gemidos de amor
e promessas eternas.

Da Noite nada sei.

Da tristeza de quem
entra num bar e
afoga as mágoas em wiskies duplos
chorando os dias perdidos
de uma ilusão distante
que se gorou pelo caminho
da perdição.

Da Noite nada sei.

A não ser do sonhos 
que sonho de olhos abertos
deitada no meu leito frio.
Longas são as noites... 
E choro e sofro
por quem abandorei
e por quem me  abandonou.

Da Noite,
 apenas conheço e sei:

 Quão longa foi aquela Noite triste
que as minhas ilusões desfez
 e de ti me afastou.

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Nota: Enquanto continuar este boicote, do Blogger, Google, ou lá de quem raio for, que me impede de usar a minha conta nos blogues que sigo e comento, apenas publicarei os meus postais e responderei a todos quantos quiserem acompanhar-me, comentando. Recuso-me continuar a comentar como anónima ainda que me identificando. A não ser que algo mais forte me leve a fazê-lo. Aí, usarei a conta de um perfil que criei há uns anos, mas não está associada a nenhum blogue. Tanto mais que nem todos os blogues aceitam comentários de anónimos. Curiosamente, ou não, em outras plataformas que não a blogspot não encontro qualquer dificuldade. Agradeço a vossa compreensão. Obrigada!

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segunda-feira, 8 de julho de 2019

E, DE REPENTE...


...com a visualização inesperada de uma minha publicação com mais de cinco anos, apercebi-me de que a passagem do tempo me levou mais do que alguns anos de vida.
Levou-me o convívio de muitos outros bloggers que eu estimava e até de pessoas que me visitavam e não tinham blogue.  Pessoas com quem eu apreciava a interacção. Aliás, como ainda hoje acontece, com outros visitantes.

Trouxe-me também muito mais do que os sulcos que me marcam o rosto.…Trouxe-me gratas lembranças e experiências gratificantes.

 Neste mundo virtual vamo-nos prendendo uns aos outros pelas palavras escritas, muitas vezes sem nunca chegarmos a saber como é aquele/a com quem vamos rindo ou ficando tristes, através do conhecimento acerca do que nos vai contando da sua vida ou dos seus.
Outros há que nunca se referem directamente a algo pessoal, mas a proximidade é idêntica.

Isto para vos dizer que esta publicação a gostaria de dedicar às pessoas que me visitaram neste postal, sobretudo, àquelas que mencionaram estes dois poemas e de quem nunca mais soube se continuam pela blogosfera ou se se mudaram para outras plataformas.

Quem sabe se um dia, não muito distante, o cansaço me toma de assalto e sou eu que dou por finda a minha passagem pela blogosfera? É que isto, já começam a ser muitos anos  a navegar…Talvez a diferença seja a de que eu não irei para nenhuma outra rede social!! 

Para que se torne perceptível, tudo o que escrevi, cliquem, por favor, neste 




“O brinco da tua orelha
Sempre se vai meneando;
Gostava de dar um beijo
Onde o teu brinco o vai dando.
Tem um topázio dourado
Esse brinco de platina;
Um rubi muito encarnado,
E uma outra pedra fina.
O que eu sofro quando o vejo
Sempre airoso meneando!
Dava tudo por um beijo
Onde o teu brinco os vai dando.”


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“Eu ontem passei o dia 
Ouvindo o que o mar dizia.  
Chorámos, rimos, cantámos. 
Falou-me do seu destino, 
Do seu fado... 

Depois, para se alegrar, 
Ergueu-se, e bailando, e rindo, 
Pôs-se a cantar 
Um canto molhado e lindo. 

O seu hálito perfuma, 
E o seu perfume faz mal! 

Deserto de aguas sem fim. 

Ó sepultura da minha raça 
Quando me guardas a mim?... 

Ele afastou-se calado; 
Eu afastei-me mais triste, 
Mais doente, mais cansado... 

Ao longe o Sol na agonia 
De roxo as aguas tingia. 

 «Voz do mar, misteriosa; 
Voz do amor e da verdade! 
- Ó voz moribunda e doce 
Da minha grande Saudade! 
Voz amarga de quem fica, 
Trémula voz de quem parte...» 
. . . . . . . . . . . . . . . . 

E os poetas a cantar 
São ecos da voz do mar! “

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[Ambos os poemas são de António Botto.]

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Como é óbvio, a tela de Vermeer é da Net e a foto do mar, é minha.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Desabafos De Uma Blogger...



Sinto-me exaurida e com a cabeça feita em água. Dói-me todo o corpo e, no entanto, passei largas horas sentada numa sala de espera de Hospital.

Desde o dia dezassete de Agosto que tenho esta consulta marcada no HSJ, com o especialista de Hematologia oncológica e desde Março que tenho consultas periódicas com este clínico.

O elevado número de plaquetas foi a principal causa destas minhas andanças constantes para aquela unidade hospitalar.

Hoje, aquela ala do Hospital, mais parecia o Mercado do Bolhão, tais foram as vozes que se levantaram reclamando das horas de espera naquela sala, exígua para tanta gente.

Havia consultas marcadas para as 11:00, pois por volta das 17:00, ainda lá esperavam. Algumas dessas pessoas eram de bastante idade, que se mantiveram sempre num silêncio conformado, as reclamações vinham da parte dos familiares que as acompanhavam.

Ninguém apareceu a dar uma explicação, e as jovens médicas, que passavam apressadas - sem estetoscópio ao pescoço – tinham um ar algo aturdido.

Fiz as  análises ao sangue por volta das 13:15, e a hora da minha consulta era à 16:00. Compreensível, pois estas tinham de ficar prontas para que o médico ao consultar-me, já soubesse o resultado.

Não sei o que se passou, mas só fui atendida por volta das 18:30. Felizmente, levei uma peça de fruta e água, porque  a máquina de venda de bebidas, chocolates e bolachas, tinha colado um papel onde se podia ler : Avariada.

As greves podem ser, e são, um direito de quem trabalha e uma forma de reivindicação da palavra dada de quem prometeu e não cumpriu, mas quem são as verdadeiras vítimas, inocentes, pelos serviços hospitalares deficientes, pelas milhares de cirurgias adiadas e pelas horas intermináveis daqueles que vão de longe e se arrastam pelos corredores dos hospitais… Pelo caos que provoca a paralisação dos serviços ligados à saúde, enfim? –

Nunca, como hoje, senti este conforto tamanho, por ser autora de um blogue, onde posso desabafar.… Só de escrever estas mal alinhavadas linhas, já me passou a dor que tinha no pescoço…!!



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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

SÓ VENDO SE ACREDITA...

...onde uma maldita vespa me foi picar. No dedo médio da mão direita!! Passou por mim qual avião bombardeiro, espetou-me o ferrão e deve ter ido morrer mais além. 
Logo eu que sou alérgica a picadelas de vespa!
Passei o fim de semana a colocar gelo no dedo sem o conseguir dobrar.
Já me foi medicado um antibiótico e já dei início à toma, por isso o que vêem aqui já não é nada do que estava ontem.

Se lhes disser que  é a terceira infecção que apanho pelo mesmo motivo, acreditam?
Pois, mas isso aconteceu em toda a minha já longa vida...

Como gosto de partilhar convosco os meus momentos bons, também têm de me suportar os menos bons...:)

E pronto, por hoje é isto!! 





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sábado, 16 de junho de 2018

Das Incógnitas.






As incógnitas deveriam ficar incógnitas para sempre.

Tantas questões nunca esclarecidas, tanta revolta, tanto anseio em revolver um passado distante, no tempo e no espaço, a fim de encontrar respostas. Tanta dor e sentimento de exclusão, talvez infundado, porém sentido, marcado a ferro e fogo na alma. Quando finalmente lhe são colocadas, frente a frente, bem diante dos seus olhos, como sempre havia sonhado, as respostas pretendidas, constata, sem dor, sem ressentimento nem raiva,  que o tempo não só desvaneceu como apagou todas as emoções que julgava ir sentir, na hora da descoberta da verdade. Perplexa, vê que nada, nada mesmo, absolutamente nada, já nada lhe diz…Solta um suspiro fundo e fica-lhe um sentimento de alívio. Tão pouco…para tanta expectativa.


A duas fotos, referentes a essa figura pública, ligada ao mundo do espectáculo, nada têm de comum com este texto e a sua autora, tão-somente a coincidência de ambos terem nascido na mesma localidade.

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Nesta rua e numa destas casas, nasceu quem o texto escreveu.

A quem quiser comentar só peço que se refira à beleza e limpeza que há nas ruas e nas casinhas simples do Alentejo! Melhor; a tudo o que desejarem, menos ao texto. Obrigada.

:)


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

HÁ DIAS QUE AMANHECEM PARA SER TRISTES...

A mulher que há vários anos trata da qualidade da sua visão, através dos cuidados médicos que lhe prestam no Hospital de São João, deslocou-se hoje àquela unidade hospitalar para mais uma consulta de rotina.
Recordava-se bem da longa espera que teve de suportar na última vez que lá esteve. Saiu, por isso, cedo de casa. Coisa rara: o trânsito fluía alegremente, talvez por ser Agosto e estar tudo de férias. Ah, o querido mês de Agosto…

Chegou cedo, com cerca de quarenta minutos de antecedência. Logo à entrada teve uma grata surpresa: o pequeno, mas bem apetrechado bar da entrada, que havia sido retirado e não estava lá no ano passado em que esperou horas a fio pela consulta, sem mais nada para além das odiosas máquinas que fornecem bebidas e comida de plástico, lá estava; airoso e redecorado à maneira.

Logo ali, sorriu agradada pela surpresa. Mais ainda, quando reparou nos bonitos quadros expostos nas alvas paredes. Bonitos pensamentos emoldurados, enfeites floridos com rosas e outras flores, davam ao espaço um ar de saúde para a alma e para vista.  Sacou do telemóvel e começou a clicar deliciada. Que bonito post iria escrever …

Passou pelo segurança exibindo o documento comprovativo da consulta e lá seguiu pelo longo corredor em direcção ao serviço de consultas externas de oftalmologia. Tirou a senha e, quando chegou a sua vez, poucos minutos depois, já a funcionária da recepção  lhe dizia para aguardar. Sentou-se ao lado de uma linda e sorridente garotinha de quatro anos, com um nome lindo (?): Francisca. Soube-o, porque uma senhora sentada na outra cadeira, ao lado, lho perguntou, já que a personagem desta narrativa se havia embrenhado na leitura do livro que, desta vez, não se esqueceu de meter no saco.

Passado o tempo não mais do que o de ler duas páginas, e ainda antes da hora marcada, o médico, jovem e de ar afável, assomou à porta da sala de espera e chamou pelo seu nome. Incrédula, guardou apressadamente o livro. No interior da sala de consulta, mas na entrada, de sorriso nos lábios e mão estendida para um simpático cumprimento, o médico de barba negra cerrada, convidou-a s sentar-se.
 Sim senhora, estava tudo muito bem, a tensão ocular óptima , mas que se fosse mentalizando para uma nova intervenção cirúrgica à vista direita, sem urgência, mas daqui a mais uns anitos...

Ela, habituada a tagarelar com os médicos que antecederam este, desconhecido, ainda tentou encetar um diálogo. Com um sorriso, mas sem palavras, deixou-a sempre sem resposta. E não é que ela gostou dessa eficiência, calada, sóbria e competente? Adorou saber que, dali em diante, seria ele o seu médico assistente.
Quando, já de nova consulta marcada, seguia de regresso ao longo dos imensos corredores, constatou que poucos minutos passavam da hora para que esteve marcada a sua consulta. 
Que maravilha! Pousou a tralha, normal das mulheres, no parapeito de uma das janelas e resolveu telefonar para uma pessoa de família, que vive por ali perto para a convidar para almoçar. Poderíamos ir onde lhe apetecesse, ela que convidava teria muito gosto em pagar o almoço.
Que tinha chegado das compras, que não lhe dava jeito… mas então vou passar eu por tua casa e dar-te um abraço...Oh que pena, mas tenho de ir ao cabeleiro. A que horas?…ah…fazer madeixas…sem a deixar terminar a frase e já com o tom de voz um pouco ríspido: A que horas?... Bem…humm…daqui a uma hora…
Às vezes penso se terei escrito um T, de tonta, na testa.
Ok, para a semana começam as minhas férias e nessa altura combinamos qualquer coisa.

Tristonha, mas não derrotada, teve uma ideia: O neto…estava já de férias escolares, terminado o 12º com boas notas…estágio feito…quem sabe? – Sim, avó?…olha lá J, estou a sair do hospital…blá, blá, blá…e pensei…
Oh, avó, desculpa, mas já tinha combinado uma saída com a D (namorada).
Repete a resposta que havia dado antes…e uma sensação de abandono e vazio toma-lhe conta das entranhas.
Ao passar junto do bar, lindo, airoso e remodelado, já perto da saída, não olhou para as paredes nem para os bonitos quadros…
de todas as fotos, só esta lhe diz que deve ir com calma, sim, mas, hoje, sem Alma…




Saiu do hospital em passo lento, arrastando os pés, cabeça baixa, olhar fixo nas ‘alparcatas’…


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terça-feira, 9 de maio de 2017

Ó Filha, Porque Não Me Perguntaste?

A minha filha que quer, porque quer, que eu chegue nova a velha, ofereceu-me este livro, que eu já estava fartinha de ver por aí, nos escaparates das livrarias e, se não estou em erro, até na secção livreira das grandes superfícies comerciais, mas nunca me senti tentada a comprar.



 A dedicatória é linda. a ideia imbuída das melhores intenções, mas eu, que  me sinto ainda tão jovem de espírito e fisicamente, tenho dias - como certamente acontecerá com o autor do livro - confesso que esperava outra coisa. Do teor do livro, obviamente. Já o folheei de trás para a frente e de frente para trás, já li algumas passagens, embora um pouco na diagonal, confesso, e, aqui para nós, - pois sei que nem o autor me lê e a minha filhota não liga nenhuma ao meu blog - não vejo toca por onde saia coelho, que é como quem diz,:- não vislumbro nada de novo. Nada que me faça recuar trinta anos no tempo e no espaço.
E depois; quem é que disse que eu quero chegar a velha, nova Não pretendo casar com um homem vinte anos mais novo do que eu... como fez o autor da obra, ou seriam trinta?
Por outro lado, porque carga d'água é que me irei interessar pela medicina do futuro? Eu quero é viver bem, aqui e agora. Nisso já eu me ando a empenhar há muito, sem precisar ler um livro que me deixou (quase) doente só de ler sobre a forma de prevenir tantas doenças. Quando morrer, quero morrer de velhice e ser Velhinha.


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domingo, 23 de abril de 2017

Eu, Peter Pan Me Confesso.



(...)

      “Quando vou a escolas as crianças fazem muitas perguntas, mas, por vezes, com uma audiência adulta, ninguém quer intervir. Perguntar é uma exibição de ignorância e há alguma vergonha em fazê-lo, uma espécie de pudor, porque as dúvidas despem-nos: de repente estamos publicamente a mostrar a nossa nudez intelectual.
       
    Mas nem todos crescem assim. Temos bons exemplos ao longo da História: Sócrates fazia das perguntas o esteio dos seus diálogos, e, claro, não temia confessar a sua ignorância.

    Os japoneses têm um ditado curioso a esse respeito: “Perguntar pode envergonhar-nos durante um momento, mas ficar calado, num silêncio ignorante, é uma vida inteira de vergonha”.


      Da próxima vez que usarmos a palavra “didáctico” no “mau sentido”, talvez seja altura de olhar para dentro e tentar perceber onde é que enterrámos a criança que já fomos.”




Quando, hoje, li esta crónica do escritor Afonso Cruz, colaborador na Revista NM do JN, da qual transcrevo este curto excerto, abri um sorriso rasgado de orelha a orelha. Até pensei cá com os meus botões: isto veio cair como sopa no mel. E senti dentro do peito um secreto regozijo.
Ah...aquele lado mauzinho que guardamos em nós - todos os que ainda não enterrámos a criança que um dia fomos. :)

Eu explico melhor: - há dias comentei aí num conceituado blog, usando uma palavra repetida referindo-a no plural, mas com apóstrofe. Como todo o comentário era escrito em tom de brincadeira, nem sequer me perguntei se estaria certa ou errada, no que ao escrever em bom português concerne.

De pronto se levantou a sábia voz de um assíduo comentador daquele espaço que, assobiando para o lado, me (?) fez saber que o plural era manifestamente inadequado. 
Ao invés de ignorar a resposta - coisa própria de gente crescida - retorqui com uma pergunta à qual respondeu um outro comentador. Que não, não era no plural que estava o erro havia sido nessa apóstrofe, não no plural em si...

Qual criança que não se inibe em manifestar a sua ignorância lá voltei à carga perguntando ao outro: então diga-me lá como deveria expressar-me, s.f.f.

A resposta veio pronta, inequívoca e prazerosa, porém, a reboque, veio a prova provada de quem tem sempre razão e nunca se engana...Foi uma pena, ah...que pena tive!


Ninguém percebeu nada? Então...não perguntem! Não irei responder. :)))  Isto é coisa minha, um desabafo, por assim dizer...

Gostaria muito, isso sim, que me dessem a vossa opinião a respeito do tema tratado pelo cronista, ou seja, porque razão as pessoas sentem tanto constrangimento em fazer publicamente perguntas acerca de temas em que gostariam, e poderiam,  ver as suas dúvidas esclarecidas e o não fazem por vergonha. Sobranceria? Medo de desnudar a sua intelectualidade ou a falta dela? 


                                            Muito Obrigada. :)


Em tempo: A crónica tem por título: "Crianças Perdidas"


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sábado, 26 de dezembro de 2015

Depois do Natal, Tudo Volta ao Normal...


..E o normal é pensar naqueles que estiveram ausentes, é o desejo que o tempo não tivesse passado tão de repente, é a Esperança de que para o próximo Natal tudo seja diferente...



   

...E nunca é!... Porque o tempo não volta para trás.



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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Verdadeiras ou Artificiais?...

Querem descobrir quais são as flores naturais e quais as artificiais? Então, olhem e opinem...são flores do meu jardim. 
Aqui há de tudo!...


Verdade ou falsa?


E aqui? Serão falsas ou verdadeiras?


Fácil, não é? Pode não ser!


E este nenúfar?

Hoje, renovei a minha força interior...
Apreciei aquilo que me rodeia e, por vezes, olho sem ver!


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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Desespero!!!!





Estou cheia de dores num dente
estou desesperada,
mesmo sem consulta marcada
vou para o consultório do dentista!
Se ele não me atender, ficarei lá sentada...
,,,só de lá saio sem me doer nada!


Aguento tudo menos ficar: adoentada, ensonada e... ?!
( querem completar, para rimar?)

Pronto, está feito o desabafo... para que serve um blog? 

Só para dizer coisas inteligentes e bonitas?

Nada disso! Serve também, e, essencialmente, para nos libertarmos
das angústias, do stress e dar conta do que fazemos, do que sentimos e por onde andamos(?)

:(  :(   :(   :(   :(