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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Da Neve e dos Narcisos !?!?...

...e das ervas que ainda não houve apetite para arrancar...


DAQUI


«Quando a neve começa a derreter invade todos os nossos sentidos…»

...com o seu poder mágico e a sua poesia feita de sonhos, anseios e loucos desejos, deixa-nos presas às suas palavras que nos tocam fundo por não lhe pudermos fazer chegar um pouco do calor e do desabrochar lento, mas certo e seguro, que vai acontecendo sob o nosso olhar... ...flores amarelas, a cor de alguns dos seus sonhos…talvez os mais risonhos. :)





Para o Manel Mau-Tempo
um pouco do meu Bom-Tempo! 

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

VISLUMBRES ( outonais )


A horas flébeis, outonais  
Por magoados fins de dia  
A minha Alma é água fria 
Em ânforas d'Ouro... entre cristais... 


Mário de Sá-Carneiro, in  “Indícios de Oiro”








                                                                         

                                                                       

Fotografia e respectiva legenda, da autoria do meu querido Amigo MFC, do Blog de Fotografia: “Pé de meia…”  

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sexta-feira, 3 de junho de 2016

FOLHAS DE UM MESMO LIVRO.

Num momento difícil da minha vida, recebi este miminho de um Grande Amigo.
Obrigada, R.R.



Já Schopenhauer escrevera

que a vida e os sonhos eram folhas

de um mesmo livro, e que lê-las

por ordem é viver

folheá-las, sonhar.


Citado por Jorge Luis Borges








sexta-feira, 1 de abril de 2016

Para Ti, Meu Amigo, Tenho Sempre....

....Estrelas e Luar num Céu Azul infinito e belo...




...Andorinhas que trazem com elas a Primavera....Que Adoras.




...Magnólias, do meu jardim, que clamam atenção para o seu suave despertar... Simples, tão simples, como eu.




...E um Poema que escolhi pensando em Ti e neste teu Dia...


Para um amigo tenho sempre um relógio 

esquecido em qualquer fundo de algibeira. 
Mas esse relógio não marca o tempo inútil. 
São restos de tabaco e de ternura rápida. 
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo. 
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol. 



António Ramos Rosa, in "Viagem Através de uma Nebulosa" 


...E o meu carinho, a minha Amizade incondicional, a minha ternura...Hoje e sempre!

P A R A B É N S   A M I G O 

 R I C A R D O!

A B R A Ç O    M U I T O   G R A N D E.




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

The Day After...

...Depois da 'farra' de ontem...estou assim...!!


"The Day After" - Tela de Edvard Munch

Mas, muito feliz!!...



Por isto...







Por isto...











Por isto...













Por isto...








E, por outras preciosidades recebidas... por todo o carinho demonstrado...


MUITO OBRIGADA

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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Bye-Bye, Blues...?





A quem dedico este post!! Hoje, é um dia especial...Espero!! :)


Son House,
O poeta do Blues que cantava canções profanas e religiosas com a mesma força, volúpia e intensidade! (1902-1988)


Viste??...



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A big hug, my friend...

;)



quarta-feira, 4 de novembro de 2015

VIDAS ADIADAS.




A ADIADA ENCHENTE


Velho, não.

Entardecido, talvez.
Antigo, sim.



Tornei-me antigo

porque a vida,
tantas vezes, se demorou.
E eu a esperei
como um rio aguarda a cheia.



(Mia Couto)




Oferta de um bom Amigo. Obrigada, Zé!  J

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Somos Solidão!...

                                           
                                                                               

Parabéns, Zé Manel! 

Hoje lembrei-me de ti e dos teus "Rabiscos", com muita saudade.

Quem em teus olhos seja sempre Vida!

Beijos meus.


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Vamos Falar de Amigos?...


Certo ou errado? 


Só mostra a cara quem quiser, mas estamos todos juntos!


O género não interessa!!


Amigos perfeitos? Que sensaboria!


Não existem pequenos e grandes, grande é o desejo de afagar e reconfortar!


A loucura saudável, o riso e a alegria, valem mais do que o saber e a filosofia.

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(...)

Se alguém «falta» ou «não corresponde», se não cumpre as obrigações contratuais, é logo condenado como «mau» amigo e sumariamente proscrito. Está tudo doido. Só uma miséria destas obriga a dizer o óbvio: os amigos são as pessoas de que nós gostamos e com quem estamos de vez em quando. Podemos nem sequer darmo-nos muito, ou bem, com elas. Ou gostar mais delas do que elas de nós. Não interessa. A amizade é um gosto egoísta, ou inevitabilidade, o caminho de um coração em roda-livre

(...)

Miguel Esteves Cardoso, in 'Explicações de Português' 

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Há aqui algo escrito com o qual não está de acordo?

Diga agora ou... fale depois!!

Tenham todos um excelente fim de semana!

INTÉ...







terça-feira, 24 de março de 2015

"Senhor da Pedra"


HISTÓRIA E LENDA DA CAPELA DO SENHOR DA PEDRA:
 

 
 
A capela do Senhor da Pedra situa-se na praia de Miramar, na freguesia de Gulpilhares no concelho de Vila Nova de Gaia. Esta capela foi construída em 1686 sobre um rochedo, tem um formato hexagonal e possui um Altar-mor. É considerada um local de culto e peregrinação.
Anualmente, nesta praia, é realizada uma romaria ao Senhor da Pedra. Esta festa remonta de uma tradição muito antiga e é realizada no domingo da Santíssima Trindade e prolonga-se até à terça-feira seguinte.
 
 
 
Na entrada da capela, de cada lado, existem dois painéis de azulejos com as seguintes inscrições:
 
 
 ” O local onde se levanta esta capela do senhor da pedra é certamente o mais antigo lugar de culto da freguesia antes de nele se celebrar a Cristo seria altar pagão” ;
 “A origem do grupo populacional de Gulpilhares remonta a maior antiguidade como bem se demonstra com o notável espólio arqueológico que nesta região tem sido achado”.
De acordo com um dos painéis pensa-se que a capela inicialmente recebia cultos pagãos dos povos pré-critãos, de carácter naturalista cujas divindades eram veneradas em plena natureza, tendo sido posteriormente convertida ao Cristianismo.
 
Diz a tradição que a capela do Senhor da Pedra ora pertence ao mar como à terra. Vista do mar é, sem dúvida, um ponto de referência para os pescadores.
Anualmente é visitada por centenas de pessoas que são atraídas pela sua “magia” sendo conhecida também por “casa dos milagres”. Os antigos acreditam que a imagem de Cristo terá ido ali parar vinda do mar. “Que num belo dia pousou sobre aquela pedra onde, mais tarde, veio a ser erguida a capela”. Daí o seu nome “Senhor da Pedra”.
Dizem que esta é a única igreja virada de costas para o mar.
Existem relatos estranhos sobre visitas à capela e é sabido por todos os habitantes que as suas traseiras são palco de bruxarias e feitiçarias.
Lenda do Senhor da Pedra:
Reza a lenda que quando os habitantes de Gulpilhares se preparavam para construir uma ermida ao Senhor da Pedra, no terreiro conhecido por arraial, era frequente aparecerem sobre os rochedos junto ao mar uma certa luz.
Todas as noites essa mesma luz misteriosa reaparecia fazendo os habitantes acreditar que seria um sinal do Céu. Por este motivo, desistiram da construção da ermida no arraial e resolveram construir  a capela no sítio onde a luz costumava aparecer, ou seja, em cima de um rochedo à beira-mar.
Nesse rochedo, atrás da capela, existe incrustada uma marca semelhante a uma pegada de boi. Os habitantes desta terra acreditam ser de um boi bento (boi que afagava o menino Jesus na manjedoura) que por ali passara.
 ( Texto e imagens enviadas por um Amigo a quem, desde já e  reconhecidamente, agradeço a gentileza.)  
                                                             
                                                                
 
 
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domingo, 21 de setembro de 2014

"Amigos, eu adorei falar com vocês"!!:))




O dia de ontem ( 20/09/2014) e o encontro, inesquecível,  entre mim e os amigos  AFRODITE, a Gábi, a Maria Araújo, e o Rui Espírito Santo,  fizeram-me lembrar deste vídeo e da deliciosa conversa telefónica, entre esta menina e uma sua amiga 'do peito', a quem no final diz a frase que deu origem ao título do meu post.

Pois, meus Amigos, também eu adorei falar convosco e ter tido o imenso prazer de rever o Rui e a AFRODITE e conhecer pessoalmente a Gábi e a Maria, para além de outros amigos que não vou nomear porque não fazem parte da blogosfera.


Tivemos um almoço fantástico no "Edifício Transparente", em Matosinhos, enquanto desfrutávamos de uma vista maravilhosa, lá do último piso. Eu que, por norma, sou pouco faladora, falei pelos cotovelos e adorei a amena cavaqueira...
Acho que aquele grupinho que se encontra na direção da bicicleta, somos nós. Para ser franca não tenho a certeza, mas quem tirou a foto deve saber!!  :)

 
Aqui, não se conseguem ver os surfistas, que mais pareciam golfinhos, mas podem ver o Castelo do Queijo, o céu azul, o mar calmo e as  pequenas ondas que vinham desfazer-se em espuma, beijando a areia fina e macia.
 
 Esperemos que num próximo encontro, tenhamos o gosto de reunir amigos de outras regiões do país. Um beijinho para todos os amigos virtuais e para os que passaram a ser 'reais'.
Devo dizer-vos que no fundo a diferença não é muita! Amigos, são amigos e o melhor que a vida tem!! 
 
 

sexta-feira, 2 de maio de 2014

"POEMA DOS PASSARINHOS ANTIGOS".



UM MIMINHO DA QUERIDA AMIGA FÊ BLUE BIRD.
O PASSARINHO AZUL MAIS ENCANTADOR
DE TODA A BLOGOSFERA!
A ELA, DEDICO ESTE POEMA.



                 
Era um par de jovens. Ela e ele. Ambos jovens.
Alegremente cantavam as canções dos jovens
e tinham orgulho em dançar as danças ruidosas dos jovens.
Como jovens que eram riam-se das pessoas antigas
por já não serem jovens,
por não saberem dançar as suas danças de jovens,
por não saberem cantar as suas canções de jovens.
Mas num dia em que os seus olhos se encontraram de certo modo,
sentiram nos seus corpos um estremecimento antigo.
As células antigas dos seus corpos jovens
estremeceram.
As palavras de amor saíram-lhes da boca
pressurosas e múltiplas,
como as pequenas bolas de sabão
quando num tubo estreito são sopradas.
E juntamente com elas saíam passarinhos leves,
passarinhos antigos,
tão leves como as bolas de sabão,
e os passarinhos iam debicar nos lábios de ambos,
e os lábios intumesciam-se, vermelhos e macios como polpas,
e os passarinhos roçavam a penugem do peito pelas pálpebras deles
com os bicos alisando as sobrancelhas,
e aninhavam-se entre a carne e a roupa
batendo as asas num saber antigo.
Quando acordaram e quiseram sacudir o pó do tempo
ouviram o riso dos jovens que se riam das pessoas antigas,
e alegremente cantavam as suas canções de jovens
e tinham orgulho em dançar as danças ruidosas dos jovens.

António Gedeão, in Obra Poética, 2001
 
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