Uns sentem pena e vergonha
Por serem
os mais pequenos,
Os que
ainda estão crescendo
A gritar
ao mundo essa pena
De ver
o mundo fenecendo
Com exemplos
eruditos
A grandeza
dos pequenos
Mostrando
exemplos proscritos
Ai de
mim, cá no meu canto
A tudo
assisto calada
Que fazer?
Quem tem razão?
Acendo a
minha candeia
Pra ver
se ela me alumia
A encontrar
uma saída
E no
meio da confusão
Sem nada
poder fazer
Aos pequenos
dou razão
E aos
grandes digo-lhes assim:
Uni-vos, dêem-lhes a mão
juntai-vos nessa missão,
não deixem o nosso Planeta morrer.
(Na
minha insignificância,
que
mais poderei fazer?)
Adenda: Para melhor entendimento deste postal, faço saber a todos que, no primeiro verso há um link a que gostaria que acedessem e, no último verso da segunda quadra, há outro. Só assim, este postal atingirá o seu verdadeiro objectivo, ou seja, dar a conhecer dois pontos de vista sobre o mesmo tema. Obrigada!