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sábado, 24 de novembro de 2018

Despe-se a Mãe Natureza...



  ... das folhas tristemente caducas.


O vento, ao acaso, tece com elas um colorido tapete, para dar cor e alegria à rua...





Uma folha mais rebelde e sonhadora, recusa-se a cair.
 Pousa devagar, ainda que por breves instantes, 
num ramo  do cedro… esse, nunca perderá a sua cor natural
de um verde -escuro, com a qual nasceu e que a Natureza 
 jamais lhe sonegará.


Fotografias obtidas hoje, ao entardecer,
numa rua do Porto. :)



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domingo, 23 de setembro de 2018

ESPERAM PINTORES E POETAS...



…que o Outono  retire a máscara de Verão…

     ... Verão, que veio de malas aviadas,

              passar férias outonais em Portugal.

































Sem lençóis de folhas douradas, 

que atapetem os passeios,

Pintores e Poetas aguardam.

    Telas, tintas e pincéis, repousam, ansiosos,

            pela inspiração que lhes virá

dos amantes e dos seus loucos devaneios.





                        







quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

É Dessas Que eu Sou...!


Pastoral

 
Não há, não,
duas folhas iguais em toda a criação.

Ou nervura a menos ou célula a mais,
não há, de certeza, duas folhas iguais.


Limbo todas têm,

que é próprio das folhas;

pecíolo algumas;

bainha nem todas.

Umas são fendidas,
crenadas, lobadas,
inteiras, partidas,
singelas, dobradas.

Outras acerosas
redondas, agudas.
macias, viscosas,
fibrosas, carnudas.
 
Nas formas presentes,
nos actos distantes,
 
mesmo semelhantes,
são sempre diferentes.

 
Umas vão e caem no charco cinzento,
e lançam apelos nas ondas que fazem;
outras vão e jazem
sem mais movimento.
 
Mas outras não jazem,
nem caem, nem gritam
apenas volitam
nas dobras do vento.
 
É dessas que eu sou!
 
Poema de António Gedeão