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segunda-feira, 22 de abril de 2019

"A Senhora Está Muito Bem..."


Fotos minhas.

Depois de um excelente almoço, de sábado, num restaurante pequeno e simpático em Matosinhos - gerido por uma família também ela pequena e simpática, que todos conheciam, excepto eu – impunha-se um passeio a pé que auxiliasse a digestão.

Junto à rotunda da anémona, o movimento de carros e passeantes era insuportável pelo que se decidiu, por unanimidade, o tradicional passeio dos tristes, pela Foz do Douro até ao Passeio Alegre.

Como eu queria fotografar o nosso rio Douro, de preferência junto ao local onde vai desaguar no mar, ou seja, na foz, obviamente, resolveu-se subir uma rampa, um pouco mais adiante, onde a vista seria mais abrangente. 

Há ali um barzito, típico, cujo nome li, mas não fixei, igual a muitos outros que existem naquela zona. Entrámos para tomar uma água. O banco de madeira corrido, logo à entrada, convidou-me a descansar as pernas já cansadas.

O dono do estabelecimento, um senhor de trato afável, extremamente sorridente, (coisa rara neste tipo de trabalho de quem está em permanente contacto com um público nem sempre sóbrio,) depois de atender os nossos pedidos ficou atrás do balcão, provavelmente atento às nossas conversas.



Quando vínhamos embora, fotografias feitas, água tomada e paga e muito riso à toa, acercou-se de sorriso rasgado no rosto magro para perguntar se as senhoras eram mãe e filha. Que sim, somos sim senhor, respondemos ambas quase em coro.

Sem perder o sorriso bondoso, olhou-nos a ambas demoradamente ou assim me pareceu e, virando-se para mim, disse-me a frase que nunca tinha ouvido antes e até agora não consigo perceber se foi um elogio, uma espécie de prémio de consolação ou a sua frase preferida, dirigida às turistas cotas:

“A senhora está muito bem...!”


Já no carro, de volta a casa, é que me apercebi que a surpresa me havia deixado sem coragem nem jeito para perguntar:- Mas…bem, de quê…?


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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

COMUNICADO!

Há já uns dias que a curiosidade e o aborrecimento me rói  e mói por dentro. Não que eu ande pela blogosfera à cata de SEGUIDORES, mas, caramba, vê-los desaparecer assim, a olhos vistos, anda a consumir-me. 

Quando o C.N.Gil se fez meu seguidor - é o 4º a contar da esquerda, na fila de cima da grelha -  creio que no passado mês, lembro-me perfeitamente de reparar que perfazia a bonita e redonda soma de 230 seguidores.
Pouco depois começou o êxodo, ou a roubalheira ou a debandada, sei lá!

Não obstante mais três simpáticos bloguistas terem vindo engrossar a minha lista de seguidores,  a conta em vez de aumentar, diminuía. 
Só sei que ontem tinha 220 rostos a olhar para mim,  hoje tenho 217 e antes de ontem eram 224.

SERÁ QUE PARTEM PORVONTADE PRÓPRIA OU SÃO LEVADOS À FORÇA?

Algum de vós saberá explicar-me o que pode estar a acontecer? É que eu olho para a grelha e vejo lá sempre os mesmos rostos, o número em cima é que vai em modo decrescente.
Por acaso já vos aconteceu algo igual ou parecido?

Se algum de vós, meu Amigo/Amiga, souber o que poderá estar a acontecer, por favor, entre em contacto comigo. OBRIGADA!!

Janita 







quinta-feira, 1 de outubro de 2015

RIR É SEMPRE O MELHOR!...Quando Não Acontece o Pior!

Que a Vida não é fácil nem justa, já eu sabia! Que, de um momento para o outro, ela pode mudar, também sabia, mas fiquei a saber o quanto,  na passada terça-feira - 29-09 15- ao fim da tarde. 
Se viver não é ser empurrado ou rasteirado pela sorte ou pelo azar - como escreveu Joaquim Pessoa - , então, o que de mau nos pode acontecer, inopinadamente, pode muito bem ser o facto de estarmos no local errado à hora errada - ainda que estejamos no interior da nossa própria casa.

O estrondo foi tão forte que rebentou com a vidraça da janela da cozinha, para a qual me encontrava sentada de costas a uma distância de 1 metro, mais ou menos, quando me dispunha a tomar o meu habitual chá de cidreira, como sempre faço ao chegar a casa, depois de sair do meu local de trabalho.

Fiquei em estado de choque, não pelos estragos feitos, que até nem foram muitos, mas porque me apercebi, instantes depois,  que não ouvia nada! Tinha perdido a audição! Só ouvia zumbidos...
Não quero entrar em pormenores, até porque o pior já passou. Fui observada, cerca de meia hora mais tarde, por uma médica que me tranquilizou; não havia perfuração nos tímpanos, mas convinha ser vista por um médico da especialidade.
Ontem fui observada por um otorrino, que me receitou um anti-inflamatório e me garantiu não haverem sequelas irreversíveis. Hoje, ao fim do dia irei ao hospital onde faz serviço; para ser examinada minuciosamente e com os aparelhos apropriados! (SIC)
Porque razão não recorri, na altura do acidente, ao serviço de urgência do hospital?
Porque a partir de determinada hora os serviços de especialidade médica não funcionam, no hospital mais perto da minha zona de residência, e, no meio de tanta aflição, corri para uma Clínica que fica a cinco minutos de minha casa.

O conteúdo do objecto que provocou o rebentamento é tão prosaico e faz-me sentir tão ridícula, que não o irei mencionar. (Talvez o faça um dia, pessoalmente, ou noutro post)
Quero, no entanto, a bem do meu ego, voltar à vossa companhia em grande estilo...Like a Lady!!!





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