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sábado, 29 de junho de 2019

A PORTA DA VERDADE.


A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.




Fotografia minha


Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava

só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade resplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.




  “Verdade


[ Carlos Drummomd de Andrade ]

*  *  *  *

Creio que, neste texto poético, o objectivo do Poeta foi comprovar que não há uma verdade universal, já que o que constitui uma verdade para uns, pode não constituir para outros.


Gostaria de saber a vossa opinião, se a isso estiverem dispostos. Concordam com esta teoria, ou, pelo contrário, acreditam que a verdade é a verdade, e não pode haver duas verdades?


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terça-feira, 9 de abril de 2019

AFINAL, NÃO É ISTO QUE ACONTECE?


Introvertidos uns e outros nem tanto, cada vez mais é assim que se reúnem, convivem e se criam os laços de união entre as pessoas, 
se organizam manifestações e toda a espécie de movimentos solidários e revoltas, também, creio. Dá que pensar, não dá? Mas é a pura verdade! Chamem-lhe blogues ou redes sociais, tanto faz.


O que têm a dizer sobre este tema? Qual a vossa opinião? Exagero ou pura realidade - eis a questão.

Nota importante: Esta imagem chegou-me via e-mail, pela mão de pessoa amiga que, sendo exímio desenhador, diz-me não ser de sua autoria. Se alguém se intitular o seu autor, darei o devido crédito ou retirá-la-ei. Obrigada.


E, para não fugir ao meu tema preferido, vamos lá falar também de Amor.  O sentimento mais belo que existe na vida. Digam lá o que disserem, todos querem amar e ser amados.


                                                




quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Restos de Colecção.



Estas são fotografias que tirei para a rubrica "Alfabeto Fotográfico", mas que ficaram na gaveta.  Irei  usá-las agora, numerá-las, e serão os meus amigos - se o desejarem - que lhe atribuirão a Letra e objecto correspondente.  Vamos lá colaborar comigo, uma vez mais?  :)


1


Qual seria a letra que escolheriam para esta imagem e que deveria corresponder a um objecto, utensílio, conceito, etc ?


2


 E estas?...

3


4


5


6


7


8


9


10


No final, não irei classificar os vossos palpites de certos ou errados. O que pretendo é auscultar  as diversas opiniões, independentemente da minha ideia para a letra, em causa, quando fiz as fotografias.

Antecipadamente, agradeço a Todos vós a eventual colaboração.

Muito Obrigada!  :)



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domingo, 23 de abril de 2017

Eu, Peter Pan Me Confesso.



(...)

      “Quando vou a escolas as crianças fazem muitas perguntas, mas, por vezes, com uma audiência adulta, ninguém quer intervir. Perguntar é uma exibição de ignorância e há alguma vergonha em fazê-lo, uma espécie de pudor, porque as dúvidas despem-nos: de repente estamos publicamente a mostrar a nossa nudez intelectual.
       
    Mas nem todos crescem assim. Temos bons exemplos ao longo da História: Sócrates fazia das perguntas o esteio dos seus diálogos, e, claro, não temia confessar a sua ignorância.

    Os japoneses têm um ditado curioso a esse respeito: “Perguntar pode envergonhar-nos durante um momento, mas ficar calado, num silêncio ignorante, é uma vida inteira de vergonha”.


      Da próxima vez que usarmos a palavra “didáctico” no “mau sentido”, talvez seja altura de olhar para dentro e tentar perceber onde é que enterrámos a criança que já fomos.”




Quando, hoje, li esta crónica do escritor Afonso Cruz, colaborador na Revista NM do JN, da qual transcrevo este curto excerto, abri um sorriso rasgado de orelha a orelha. Até pensei cá com os meus botões: isto veio cair como sopa no mel. E senti dentro do peito um secreto regozijo.
Ah...aquele lado mauzinho que guardamos em nós - todos os que ainda não enterrámos a criança que um dia fomos. :)

Eu explico melhor: - há dias comentei aí num conceituado blog, usando uma palavra repetida referindo-a no plural, mas com apóstrofe. Como todo o comentário era escrito em tom de brincadeira, nem sequer me perguntei se estaria certa ou errada, no que ao escrever em bom português concerne.

De pronto se levantou a sábia voz de um assíduo comentador daquele espaço que, assobiando para o lado, me (?) fez saber que o plural era manifestamente inadequado. 
Ao invés de ignorar a resposta - coisa própria de gente crescida - retorqui com uma pergunta à qual respondeu um outro comentador. Que não, não era no plural que estava o erro havia sido nessa apóstrofe, não no plural em si...

Qual criança que não se inibe em manifestar a sua ignorância lá voltei à carga perguntando ao outro: então diga-me lá como deveria expressar-me, s.f.f.

A resposta veio pronta, inequívoca e prazerosa, porém, a reboque, veio a prova provada de quem tem sempre razão e nunca se engana...Foi uma pena, ah...que pena tive!


Ninguém percebeu nada? Então...não perguntem! Não irei responder. :)))  Isto é coisa minha, um desabafo, por assim dizer...

Gostaria muito, isso sim, que me dessem a vossa opinião a respeito do tema tratado pelo cronista, ou seja, porque razão as pessoas sentem tanto constrangimento em fazer publicamente perguntas acerca de temas em que gostariam, e poderiam,  ver as suas dúvidas esclarecidas e o não fazem por vergonha. Sobranceria? Medo de desnudar a sua intelectualidade ou a falta dela? 


                                            Muito Obrigada. :)


Em tempo: A crónica tem por título: "Crianças Perdidas"


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domingo, 12 de fevereiro de 2017

NA SEMANA DOS NAMORADOS...

...histórias de quem não precisa de viver com eles!...





A revista NM, de hoje, traz-nos um tema muito actual e interessante sob o título:
      
 « VIVER SOZINHO:   A REVOLUÇÃO »

O artigo, escrito pela jornalista Catarina Pires, conta com o testemunho de várias figuras públicas das quais seleccionei estas três que se podem ver acima e, creio, todos conhecem.
«As pessoas que vivem sozinhas não estão sós ou isoladas. Muitos falam na família de escolha: os amigos! E a maioria tem uma vida muito intensa.»
Mas, o que me fez trazer este tema ao meu blog, foi o desejo de  auscultar a opinião dos meus Amigos sobre o facto de haver necessidade emotiva, afectiva e prática, de os namorados viverem juntos ou cada um em sua casa. Então?
"Na tua casa ou na minha?" Eis uma pergunta que os namorados poderão fazer, hoje em dia, sem que isso escandalize os padrões de bem-viver em sociedade. Digo, eu!
O que pensam sobre este assunto? Poderão as pessoas namorar e serem felizes sem que haja a obrigatoriedade/ necessidade, de partilharem o mesmo tecto? 
Está aberta a discussão...:)



segunda-feira, 4 de julho de 2016

DO TEMPO QUE SE PERDE.

Tela de Salvador Dali -- DAQUI



De todo o tempo que se perde
Não há eternidade
como o tempo
que se perde a não ler.

Mas há mais tempo que perdemos
e nunca recuperamos...

...Querem exemplificar?





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