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| Tadinho do meu "Negrito", servir de modelo para uma estória tão macabra. |
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| Tadinho do meu "Negrito", servir de modelo para uma estória tão macabra. |
Ao longo dos anos foram passando por estes domínios que, não lhes pertencendo deles se foram assenhoreando, gatos de todas as cores e temperamentos diversos.
...VAMOS ENTÃO PROCEDER À ESCOLHA DE UM NOME PARA ESTE GATINHO:
Por ordem de entrada em cena foram sugeridos os seguintes nomes:
1
Fatyly - Pantera
2
José (500) - Farrusco
3
Rosa dos Ventos - Black
4
Chica - Melado
5
Catarina - Blackberry
6
Gábi (redonda) - Blaky
7
Sandra Martins - Tufy
8
Rogério Pereira - Roger ou Gato
9
Toninho - Ébano
10
Pedro Coimbra - Mancha Negra
(e...para evitar ser indelicada)
11
Ana Tapadas - Luna
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Deixarei ao vosso critério votar no nome de quem escolheu, no nº, ou, no nome para o bichano.
Uma vez mais, pela vossa paciência e colaboração,
o meu sincero agradecimento. 😊 🌼
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🐱🐱🐱🐱🐱🐱🐱🐱
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| Fotografia DAQUI |
Se fica sozinho em casa
O gato não se conforma
Dá um salto fora de asa
E pela janela se consola
Consola-se a ver passar
Na rua os passeantes
Mas em terras de feirantes
Raianas e outras que tais
Mais frias do que as demais
Já não passam viajantes
E o gato à sua janela
Cisma e pensa; "que maçada!
Por aqui não há mais nada
Que se veja e aprecie
Sabugal, terra beirã e fria
Dela, só gosto da cidadela!
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| Foto da Net |
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Dorme o gatoSonha sonolentoNão ouve o vento.
O gato branco-amareloSonha em tons de azulNa almofada o céu estrelado.
O olho do gatoFarol pisca-piscaSonhando com a isca.
O raio-de-sol brilhaAbre o gato o olhoFinda a maravilha.
No quintal do vizinho
A casota do cão
Alberga o gatinho!
😺 😺 😺 😺 😺 😺
Chegaram nem sei de onde
Trazidos não sei por quem.
Foram ficando e comendo
Foram-se ambientando
Foram crescendo e gostando.
Não sei de onde vieram
Mas se agora me os pedissem
Não os daria a ninguém.
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| Este era o Negrito. O gato mais dócil que já pisou estes domínios. Depois dele, mais nenhum felino passou do umbral da porta. Hoje, sem contar, encontrei o seu olhar cor de esmeralda. |
Há um deus único e secreto
em cada gato inconcreto
governando um mundo efémero
onde estamos de passagem.
Um deus que nos hospeda
nos seus vastos aposentos
de nervos, ausências, pressentimentos,
e de longe nos observa
Somos intrusos, bárbaros amigáveis,
e compassivo o deus
permite que o sirvamos
e a ilusão de que o tocamos.
Manuel António Pina.
"Os Gatos"

