Na lua-de-mel diz o noivo para a noiva:
- Querida, tenho um segredo para te contar. É
que eu sou daltónico!
- Querido, – diz a noiva – também tenho um
segredo para te contar. É que eu não sou sueca, sou cabo-verdiana!
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— Vá, minha querida — diz
o marido à mulher —, que preferes como prenda de anos: uma viagem ao Canadá ou
um casaco de peles?
— Uma viagem ao Canadá. Disseram-me que lá os casacos de pele são muito mais baratos.
— Uma viagem ao Canadá. Disseram-me que lá os casacos de pele são muito mais baratos.
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Acordei com a maior
de todas as ressacas, virei-me e ao lado da cama havia um copo de água e duas
aspirinas. Olhei à volta e vi a minha roupa passada e pendurada. O quarto
estava em perfeita ordem. Havia um bilhete da minha mulher: «Querido, deixei o
café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Beijos.»
Desci e encontrei um café à minha espera. Perguntei à minha filha:
— Não me lembro de nada! Sabes o que aconteceu ontem?
— Bem, pai, tu chegaste às três da madrugada, completamente bêbado, vomitaste no tapete da sala, partiste móveis, urinaste no guarda-roupa e aleijaste-te no olho ao bater na porta do quarto.
— E porque está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
— Bem, é que a mãe arrastou-te até à cama e, quando ela estava a tirar-te as calças, tu disseste: «Não faça isso, por favor! Eu sou casado!»
Desci e encontrei um café à minha espera. Perguntei à minha filha:
— Não me lembro de nada! Sabes o que aconteceu ontem?
— Bem, pai, tu chegaste às três da madrugada, completamente bêbado, vomitaste no tapete da sala, partiste móveis, urinaste no guarda-roupa e aleijaste-te no olho ao bater na porta do quarto.
— E porque está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
— Bem, é que a mãe arrastou-te até à cama e, quando ela estava a tirar-te as calças, tu disseste: «Não faça isso, por favor! Eu sou casado!»
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Dois homens conversam à
mesa do café:
— Sabes, já lá vão uns seis meses que não falo à minha mulher.
— Eh pá, seis meses? Mas porquê? Tiveram alguma zanga?
— Não! O que se passa é que eu acho falta de educação interrompê-la.
— Sabes, já lá vão uns seis meses que não falo à minha mulher.
— Eh pá, seis meses? Mas porquê? Tiveram alguma zanga?
— Não! O que se passa é que eu acho falta de educação interrompê-la.
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O homem pergunta à mulher:
— Querida, quando eu morrer, vais chorar muito?
— Claro, querido. Sabes que eu choro por tudo e por nada.
— Querida, quando eu morrer, vais chorar muito?
— Claro, querido. Sabes que eu choro por tudo e por nada.
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UMA FELIZ SEXTA-FEIRA
PARA TODOS VÓS.
:)
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