Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas dos outros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas dos outros. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 18 de março de 2019

PARA VÓS, COMO PARA MIM...


... Desejo uma semana, assim...




...Se isto não é ser amiga, o que será?




                       

*****************

Óptima Semana.

Se possível, com um pôr-do-sol igual ao da

Catarina 


===================================

terça-feira, 10 de maio de 2016

OFÍCIOS EM VIAS DE EXTINÇÃO.


O Direito à Inveja

Em Portugal, há um problema com a inveja. Em concreto, há um problema com a grande quantidade de gente a queixar-se de ser invejada.
Ao vivo ou por email, em privado ou em programas de televisão, há sempre alguém a lamentar-se dos invejosos: não podem ver nada, são uma praga que não descansa.
Quem recebe esse desabafo é sempre solidário, demonstra saber exactamente o que o outro está a passar, também ele já foi muito invejado.
Entre outras consequências, a paranóia da inveja generalizada propiciou  o nascimento de uma modéstia entre aspas.
Disfarçada de virtude, essa «modéstia» é medo dos outros, também pode ser desinteresse pelos outros ou falta de convicção no próprio valor.
A inveja só chega ao invejado se este permitir, se estiver vulnerável, se não estiver preparado. Em Portugal, há demasiadas pessoas a alimentarem o equívoco de que todos têm de gostar delas.


A inveja é um sentimento. Se respeitarmos os outros, é elementar reconhecer-lhes liberdade para sentirem. Essa, parece-me, é a primeira característica de existir, de ser alguém e de ter um nome. Não nos compete decidir acerca daquilo que os outros devem sentir. Além disso, é improvável que consigamos saber com precisão aquilo que os outros estão a sentir.
A não ser que estejamos convencidos de que os outros são um reflexo nosso, como um espelho que reproduz até o invisível. Nesse caso, a inveja que lhes imaginamos é, afinal, a nossa.
A inveja deveria ser legalizada ou, pelo menos, despenalizada. Como as drogas leves, faz mal apenas a quem as consome. Devidamente informado dos efeitos, o invejoso faria um uso muito mais consciente dessa substância e, assumindo-se, não precisaria de frequentar meios pouco recomendáveis que, com facilidade, agravam a sua situação e potenciam consumos mais pesados e destrutivos.
Mas isso seria noutra realidade. Aqui, os invejosos são espectrais. Quando alguém apresenta uma fotografia, quando alguém garante possuir provas da existência desses fantasmas, a imagem está sempre desfocada e fica-se sempre na dúvida se será realmente um invejoso ou apenas um defeito de revelação.
Com tantos a serem invejados, sobram poucos para se dedicarem a invejar.
Talvez esse seja um ofício em vias de extinção, como os amola-tesouras.

Crónica do escritor José Luís Peixoto, transcrita da revista NM.

A imagem foi recolhida da Net, o mais semelhante possível à fotografia com que o escritor ilustrou esta crónica.



segunda-feira, 25 de abril de 2016

A Não Perder...


Quer goste, quer não goste...Veja!!

                                     
                               


quarta-feira, 9 de março de 2016

Eu Sou Aquela...



Não senhores, não sou espia nem intrusa nem sequer usurpadora! (talvez, só um bocadinho)
Vi li gostei muito e quero que outros olhos que não apenas os meus e os olhos de quem vos visita vejam e leiam!

É abuso? Será traição? Creio que não!
 Quem achar que esta foto DAQUI



E este texto xilreado DAQUI não são dignos de uma linda união
pode manifestar-se.... Eu retirarei a publicação! 

A única coisa que poderão alegar é que uma gaivota não é um tordo. Mas cá para mim aves são todos os animais que têm asas e voam. E o que escrevi não tem uma vírgula sequer.

*******************************************
««««««««««««««««««««««««««««««««««