quinta-feira, 24 de junho de 2021

Parabéns Meu Filho. [ Com Adenda ]

 





Que tenhas Saúde e Muito Amor na tua Vida 
e sejas sempre Feliz!!



  💙 💙 💙

Adenda:

Acabei de receber esta deliciosa imagem e não posso deixar de a partilhar convosco. 😄


😂 😂 😂

quarta-feira, 23 de junho de 2021

SÓ ESTA PENA ME EXISTE!

 



Fotos minhas.


Noite de São João, 

por onde ficaste perdida?

Mesmo com sardinhas, broa e bom vinho

não é a mesma coisa, nada tem sabor

sabendo que 

não há manjericos nem folia.



Só há São João onde houver sorrisos,

gente feliz e muita alegria.



***


 


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NÃO HÁ AGORA, MAS HAVERÁ.

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segunda-feira, 21 de junho de 2021

CHEGOU O VERÃO??

 Chegou o Verão, diz-me o calendário

Pois a mim mais me parece Inverno/Outono

Sem ver o Sol brilhar troquei de vestuário

Despi-me de calor e ando cheia de sono.




Se o desejares junta-te a mim, escreve um verso, 

uma quadra, o que quiseres.

Junta a tua voz à minha 

a ver se o Sol brilha. 

Pra fazer chegar o verdadeiro Verão, 

que nos anima.

Escreve o que quiseres,

 com ou sem rima.



A Foto é minha, a Orquídea é da minha mana.


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sexta-feira, 18 de junho de 2021

Vamos Sorrir? 😊

 Em tudo...

Há sempre uma primeira vez!


😘

Lindo menino!!

***

Um jantar...

Nunca é de graça?


😋

Este, foi!!


BOM   FIM-DE-SEMANA

Foto minha.

👍

quinta-feira, 17 de junho de 2021

EM NOME DO AMOR.


Imagem daqui.



 Foi em 17 de Junho de 1631, que Muntaz Mahal morre, ao dar à luz o seu décimo quarto filho. Diz a Lenda - entre outras coisas mais - que seu marido, Shah Jahan, imperador do Império Mongol, iria demorar 20 anos para construir o seu mausoléu, o  belo Monumento: Taj Mahal.

 Mumtaz Mahal tinha 39 anos. 


E agora sim! A Flor-da-Paixão!!

 
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terça-feira, 15 de junho de 2021

ENTRE A LUZ E A TORMENTA.

 

Foto minha


Às vezes entre a tormenta,
quando já humedeceu,
raia uma nesga no céu,
com que a alma se alimenta.

E às vezes entre o torpor
que não é tormenta da alma,
raia uma espécie de calma
que não conhece o langor.

E, quer num quer noutro caso,
como o mal feito está feito,
restam os versos que deito,
vinho no copo do acaso.

Porque verdadeiramente
sentir é tão complicado
que só andando enganado
é que se crê que se sente.

Sofremos? Os versos pecam.
Mentimos? Os versos falham.
E tudo é chuvas que orvalham
folhas caídas que secam.


 Fernando Pessoa, in "Cancioneiro".



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domingo, 13 de junho de 2021

E ASSIM, DIA APÓS DIA.... SE PASSARAM VINTE MESES.

 

...E o meu príncipe vai crescendo e aprendendo a ser homem.

Na escolinha

"Lizzy lê uma história do livro de Dikkie Dik,
na história, quando Dikky Dik esbarra na TV.
Estrondo! Noah disse: "Oh, oh "...



Com as amiguinhas





Em casa praticando  os dançares aprendidos na escolinha.



Atento às compras que os pais fazem.
* *
Finalmente, em casa

Analisando atentamente a contracapa do livrinho sobre 
veículos que a avó enviou de Portugal.



PARABÉNS   NOAH

💚💚  😄 💓💓




sábado, 12 de junho de 2021

NOITE DE BREU E FANTASIA.

 

Foto minha


Há noites sem fulgor em que a fantasia

encontra lugar certo

para entrar.

Infiltra-se, insidiosa,

e depressa faz das suas,

deixando-me loucamente 

a divagar.


E nessa divagação louca e sem sentido,

levando-me a lugares

nunca vividos,

faz-me ainda acreditar

ser possível existires

 e que esperas por mim,

algures, 

num fantástico lugar.


*** Janita***


Foto minha.

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quinta-feira, 10 de junho de 2021

PRIMAVERA - CAMPOS EM FLOR

 Ah! quem nos dera que isto, como outrora,

Inda nos comovesse! Ah! quem nos dera

Que ainda juntos pudéssemos agora

Ver o desabrochar da Primavera!


Saíamos com os pássaros e a aurora.

E, no chão, sobre os troncos cheios de hera,

Sentavas-te sorrindo, de hora em hora:

“Beijemo-nos! amemo-nos! espera!”



E esse corpo de rosa rescendia,

E aos meus beijos de fogo palpitava,

Alquebrado de amor e de cansaço.


A alma da terra gorjeava e ria…

Nascia a Primavera… E eu te levava,

Primavera de carne, pelo braço!




As imagens de flores campestres representam a minha colheita de Primavera, agora quase estio, o belo Soneto espalhado entre elas, são fruto da Primavera do Poeta brasileiro: Olavo Bilac.

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terça-feira, 8 de junho de 2021

METAMORFOSES.

 

A fotografia é minha e as palavras...também! 😄


Como o adejar das asas 

de uma pequena borboleta.

Guardei um trevo de quatro folhas

 na minha gaveta.


Esqueci-me de tudo

 perdi-me do tempo.

Vivi outras vidas

 senti outras dores.

Regressei agora

mais leve, mais eu.

O trevo secou

desfez-se ao pegar-lhe.


Dentro da gaveta

saiu, para meu espanto,

uma linda borboleta

que deixei voar...


 

🦋    🦋    🦋  


domingo, 6 de junho de 2021

CADA ANO SÃO DE UMA COR DIFERENTE...

 ...Se na Natureza tudo muda, porque não mudar a gente?


Este ano, para meu encanto, estão assim as minhas hortênsias.



💜 💜 💜 💜 💜 💜 💜



sábado, 5 de junho de 2021

Não Te Deixarei Morrer...

Foi aqui, neste meu cantinho, que  ao longo dos anos fui depositando sonhos, ilusões, desabafos, tristezas, alegrias e, o mais importante: mantive viva a criança que havia, e ainda há, em mim. É essa criança que não quero deixar morrer. 

O primeiro selo que me foi oferecido, nos primórdios  do meu tempo na blogosfera.
Gentileza e carinho do meu amigo virtual, Pepe, cujo rasto perdi.


Quero continuar acreditando que este mundo virtual é o arco-íris da vida que todos sonham. A crença num mundo melhor. Isso, apesar dos pesares, só tu, Cantinho meu,  me podes dar. 

Por isso, não te deixarei morrer.

Quando sentir que a minha capacidade para te manter se esgotou, levar-te-ei comigo. Não te abandonarei à tua sorte. 

Não te deixarei de portas trancadas a ganhar caruncho, teias de aranha e cheiro a mofo. É o som dos passos de gente amiga, que te dá vida. O calor humano, verdadeiro, sentido.

Também não te abandonarei de portas escancaradas, indefeso e sozinho.  De ti, de mim, guardem os que por aqui passaram - e ainda passam -, tudo o que de bom  recolheram de mim enquanto por aqui andarmos: Tu e Eu.

Uma coisa é certa: esse dia ainda não chegou...


--* *--

Que se não pense serem  somente as silhuetas, altas e esguias,  ágeis e graciosas na execução dos difíceis e complicados passos de dança. 
Quem dispuser de alguns minutos, não deixe de apreciar este par.


* * * * 

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terça-feira, 1 de junho de 2021

Emissão Interrompida.

 



Vou descansar, sair por uns dias. Em breve voltarei. Fiquem bem e façam por ser felizes.

Tal como Álvaro de Campos:

Eu sofro ser eu através disto tudo, como ter sede sem ser de água.


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segunda-feira, 31 de maio de 2021

ESTA(S)...SÃO UMA E A MESMA PESSOA: EU.

 Quando em 2016 criei um perfil, independente deste da Janita,  atribuí-lhe um  nome de que sempre gostei, por sinal o de uma familiar, a Maria Antonieta, que partiu repentinamente em Janeiro deste ano. A foto de perfil foi um ramo de margaridas - as flores que mais gosto - em forma de coração,  até há relativamente pouco tempo...



...mais propriamente até à altura em que, já nem me lembro onde nem como, o começaram a associar à mulher de Luís XVI de França. Aí, entrei no espírito da 'coisa' e fotografei um quadro que há anos dormia no meu sótão. 

Durante anos não usei esse perfil. Quando o Blogger entrou em remodelações, vi-me muitas vezes inpossibilitada de comentar com a conta do Cantinho da Janita e há blogues que não permitem anónimos incluídos na função URL., pelo que recorri à M.A.


Nunca a Mª Antonieta ofendeu ou ultrajou quem quer que fosse, sempre usou da maneira de ser, e agir, própria da Janita. A razão principal deste postal é esclarecer as pessoas interessadas em me denegrir, de que mais de metade, senão a totalidade, dos moradores do meu bairro blogosférico, já o sabia, pelo que as mensagens para o meu e-mail escritas em maiúsculas, o que em linguagem digital significa gritar, nestes termos, são desnecessárias... 

MARIA ANTONIETA


sábado, 22/05, 17:36 (há 8 dias)

para mim

 Traduzir mensagem

Desativar para mensagens em: inglês

JANITA, TODOS NÓS SABEMOS QUE TU ÉS A MARIA ANTONIETA!!!

Lamento profundamente ter de trazer para o blogue esta mensagem particular à qual não respondi, até porque não contente, a pessoa ainda a publicou num blogue que visito e comento, contudo, impõe-se que mostre a todos os meus leitores que nada temo porque nada devo. 

A Maria Antonieta voltará sempre que a sua presença for requisitada, mas nunca para destratar quem quer que seja. As verdades incómodas poderão ser ditas, sempre que alguém lhe pisar os calos, tal como  à Janita, que até já foi injuriada em blogue alheio ao fazerem graça e rima, com sanita. Isso, ninguém ergueu a voz para criticar...Lá está, infelizmente,  há dois pesos e duas medidas....


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Postal nº 2

"A estátua que construiria para si seria de gesso assente numa base em pedra e a seguir ao seu nome teria a seguinte legenda"

 "Alguém que ficou conhecida pela mulher dois em um porque tanto ensaboava os espíritos como lhes amaciava a alma".

Palavras escritas pelo pintor Luís Rodrigues, que se prontificou, a meu pedido, construir a minha estátua para figurar no Museu de Memórias, como podem ver, aqui.

Para que não se percam nas características das várias estátuas, a de gesso reza assim:

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Eis as duas características que compõem as estátuas da categoria em que fui incluida e resolvi titular:

"Esboço de mim".

 (Sujeito a alteração caso o escultor não aprove)

As de pedra 

são dos firmes

duradouros nas suas finalidades 

resistentes às exaltações 

às tristezas, aos lamentos. 

 

 As de gesso 

são dos que embora belos 

e de aparência sólida 

são esboços, são frágeis 

não resistem às lágrimas

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As pessoas que me conhecem há mais tempo, acreditam que eu seja um esboço frágil que não resiste às lágrimas, ainda que assente em base de pedra? Não pergunto só por perguntar, é que desde que li este meu perfil que ando um pouco confusa.

Obrigada.



Nota: Gostaria que a primeira parte desta publicação não fosse comentada. Quero colocar uma pedra sobre este assunto.

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sábado, 29 de maio de 2021

DEPOIS DE AMANHÃ.

                                


Hoje não quero pensar em nada que me canse,

Nada que me entristeça,

Nada que me derrote, me desanime.

Coisas doces... dêem-me doçuras.

Sejam palavras, olhares, mimos, ânimo, afecto.

Adoçaram-me a boca.

Falta-me a doçura de que a alma precisa

para não me amargar.


 

Quero estar preparada para o amanhã 
que já se faz anunciar.
Tenho o plano traçado,
tudo está delineado 
na minha mente.


E, por favor, não me perguntem nada.
Nada direi ...
                Só depois de amanhã...
 



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quinta-feira, 27 de maio de 2021

HISTÓRIA COM ESTÓRIAS DENTRO.




 A PANELA DE FERRO E A PANELA DE BARRO


A panela de ferro, um certo dia,

Ao sair do esfregão da cozinheira,

     Mui fresca e luzidia,

Disse à de barro, sua companheira: 

     «Vamos dar um passeio,

Fazer uma viagem de recreio».


     - «Iria com prazer, disse a de barro,

     Mas sou tão delicada,

Que, se acaso em seixo ou tronco esbarro,

     Lá fico esmigalhada,

Acho mais acertado aqui ficar,

     Ao canto do lar.

     Tu, sim, que vais segura

A pele tens mais dura»


     - «Se é só por isso,  podes ir comigo;

É medo exagerado o teu; - contudo,

     Se houver qualquer perigo,

     Serei o teu escudo»


A tal dedicação, a tal carinho,

Não pode a companheira replicar,

     E as duas a caminho,

Lá vão nos seus três pés a manquejar.


Mas, ai! não tinham dado quatro passos

Numa vereda estreita,

Eis que se tocam __ e a de barro é feita,

    Coitada, em mil pedaços!


Para sócio não busques o mais forte,

Que te arriscas decerto à mesma sorte.  


  Acácio Antunes

        [das Fábulas de La Fontaine]

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NOTA: Nesta publicação não me foi possível inserir as imagens que pretendia. Fotografei a ilustração que acompanha esta história, do livro de onde a transcrevi, e sempre me aparecia esta mensagem:

"Ocorreu um erro inesperado ao processar a sua seleção. Tente novamente mais tarde."

Se acaso já vos aconteceu o mesmo, gostaria de saber como, e se, resolveram mais esta dificuldade do Blogger.  Obrigada!

ADENDA: Finalmente resolvida, e removida, a dificuldade na ilustração de prosas e poemas, lá estão as amigas panelas e, aqui está, a minha habitual oferta florida para os meus leitores. 


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terça-feira, 25 de maio de 2021

ASSENTOS & PEDALEIRAS.

 



"A BICICLETE"

MOTE

Meu amor já veio de França,
Trouxe-me uma biciclete;
Ele diz que aquilo cansa,
Mas também não paga frete.

GLOSAS

No dia em que ele chegou
Foi ao meu sítio passear,
Pra me ver e pra mostrar
A lembrança que comprou.
Quando em minha casa entrou,
Eu vi a linda lembrança,
E assim me nasceu a esperança
De andar naquilo também...
Fui dizer à minha mãe:
Meu amor já veio de França.

"Se queres. monto-te agora..."
Montou-me, mas foi agoiro,
Aquilo deu logo um estoiro.
Ele disse: "Não demora."
Tirou a coisa pra fora,
Que noutra coisa se mete.
Deu seis sacadas ou sete,
E logo a roda se encheu.
Enfim, para andar mais eu
Trouxe-me uma biciclete...

Às vezes manda-me pôr
No quadro, à frente, e abala.
Depois é ele que pedala,
Mas entrega-me o guiador.
Já tenho dito: "Ai, amor,
Com que força isto avança."
Gosto de andar nesta dança,
Pois não pedalo, nem nada;
Eu vou muito descansada,
Ele diz que aquilo cansa.

Na velocidade, murmuro,
Digo: "Ai, amor, vou pró céu...
Vê lá se rompe algum pneu,
Conta amor com algum furo..."
Diz ele: "O pneu está duro,
Só um prego que se espete,
Ou alguma camionete
Que não buzine, nem toque."
Sujeita-se a gente ao choque,
Mas também não paga frete!

* * * *

Claro! Está mais que visto. 
Quem escreveu isto
Foi o Poeta que adoro, 
Por ele eu canto e choro
E mesmo sem pedalar,
Eu quero é rir e cantar.
Quem for de erudições
Não me venha com sermões
Pois gosto de ser assim
Sou doida, mas não sou ruim.


Como já perceberam, a última Glosa (ou o que lhe quiserem chamare a foto, são da autora do blogue.
O poema,  é do Poeta popular - que amo de paixão - 
António Aleixo



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segunda-feira, 24 de maio de 2021

VINHO DO PORTO.

 

Caves de Vinho do Porto - Gaia -
Foto minha


Há lugares especiais que marcam as nossas vidas com gratas lembranças.

Deles guardamos o cheiro, palavras soltas, sorrisos e sabores.

De repente, anos depois, quando nos deparamos com a recordação visual desse lugar, apercebemo-nos, ao olhar para trás, que não foi o lugar em si que nos marcou e fez feliz, apesar dos cheiros e dos sabores agradáveis.

Foi a acompanhia. 

Foi a alegria verdadeira e única,

de termos connosco todos os que amamos ____

____  hoje separados e  tão distantes uns dos outros,

mas sempre próximos pelos laços do amor e do sangue.


Também nos acompanha hoje. a recordação da voz do nosso saudoso Carlos Paião.


 



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sábado, 22 de maio de 2021

GATARIA.

 



Chegaram nem sei de onde

Trazidos não sei por quem.


Foram ficando e comendo

Foram-se ambientando


Foram crescendo e gostando.

Não sei de onde vieram


Mas se agora me os pedissem

Não os daria a ninguém.





😺    😻     🙀