terça-feira, 18 de junho de 2019

Não Têm Perfume, Nem São as Flores Mais Belas...



























...mas estão no meu quintal e gosto muito delas!!  :))


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Esta mañana el jardìn me llamò , 
y dijo , quiero tener hortensias .

Y como negarme , 
si ademàs de ser tus favoritas , 
mi corazòn respondìa , 
que siempre estarìas , 
presente frente a mis ojos . 

Y tù decìas , 
con tanto cariño
jamàs me sentirè sola  
en este hermoso lugar . 


[Excerto de um poema de Edmundo Rodriguez.]






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Ao Gosto Dos Leitores. ( 2 )

Reedição

A exemplo do que aconteceu AQUI, irei novamente dividir esta publicação com os leitores.
Eu darei a imagem - sempre de minha autoria - e os tópicos acerca do local, e os leitores  - os que estiverem de acordo com a brincadeira - contribuem com a legenda. Pode ser em verso, se estiverem com a veia poética em alta, ou uma simples frase. Tanto faz! No final, na reedição, a fotografia será legendada com todas as participações.  Alinham?
Então, bora lá…
Desta vez, a fotografia é do Terminal de Cruzeiros de Leixões.































As três versões são apenas uma gracinha da minha parte para vos mostrar as minha habilidades, já que a primeira foto tem as cores naturais, a segunda será a p&b e a última em sépia (presumo) :)

Quando às informações acerca do edifício a legendar - comentar - prefiro deixar-vos com uma Fonte que vos elucidará muito melhor do que eu, uma vez que só o conheço por fora. Para tal basta que cliquem AQUI.

Aguardo a vossa simpática colaboração, agradecendo, antecipadamente, a boa vontade e o carinho habituais. :)

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A Chica
 Parca em palavras, mas com muito sentido solidário, disse:


"Não custa OLHAR e SONHAR!!!"

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Sempre com a saudade de Portugal no coração, recordou:

"LEIXÕES, da minha infância, estás dinâmico, moderno, diferente!!!"

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Eterna Contempladora Ocidental, preconizou:

«A curta distância entre as duas cidades (Porto e Leixões) 
será um grande incentivo para fazer um cruzeiro a sair desse terminal.»

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Com o seu sentido prático, lançou-me o convite:


«Anda comigo, vamos a Leixões,
 ver os navios levantar ferro,
 num cruzeiro
 onde só entra
 quem tem dinheiro.»

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O Joaquim Rosário

 Não tem blogue, mas tem boa vontade e deu-me o gosto de participar.

«Um grande lugar do nosso pequeno Portugal»

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O meu amigo José, homem de poucas falas, foi dizendo...

«Não tenho arte nem engenho para legendar»

( modéstia em excesso, diria eu.)

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Jovem sempre na galhofa, vai-me assim despachando...

«Gostava de fazer o tal Cruzeiro, 
mas como enjoa – diz ela –   foge-lhe o dinheiro.»

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 Poetisa sempre magnânima, presenteou-nos com este belíssimo sonetilho,
induzida pelas conversas nos comentários: :)

"Promete um belo cruzeiro
Esse porto de Leixões

Mas, no que toca a dinheiro,
Mato-me a esticar tostões

Pois, não tendo mealheiro,
Nem sequer tenho ilusões...
Jogos, só de tabuleiro;
Nunca aposto Euromilhões,

E nem mesmo o Totobola,
Que não sei se ainda existe,
Me leva a abrir a sacola

E ir, de moedinha em riste,
Pautar-me pela bitola
De quem perde e fica triste."

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Diz que: 

Não conhece o Terminal de Cruzeiros de Leixões

Mas que adorou as imagens   


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Que nunca recusa um Desafio, versejou, sonhadora:

«Chegam barcos nesse terminal
Partem com sonhos
Levam esperança
E da vida um mundo bem real!»

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Soltou a sua veia poética e aí vai disto:

«Para quem chega será  um espanto pela beleza
E para quem parte um adeus  na forma de um laço,
Que nos solta em beleza  e num caloroso abraço!»

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 Chegou em modo contestatário e aflito com o porvir:

«Somos os maiores a arquitetar
Grandes em arquitetura
Noutras áreas há que tentar
Pois água mole, em pedra dura
Tanto dá até que fura
E há-de vir a furar
Bem podia ser a agricultura
Ou por termos tanto mar
Bem podia ser no pescar
Mas a posta é no Turismo
Turismo é que está a dar

Se a coisa der para o torto
cadé a autonomia alimentar?
comeremos sol?
beberemos mar?»

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Não quis deixar de estar presente, apesar de andar afastada destas andanças.

A ela, por isso, o meu reconhecido bem-haja.

«Ao Terminal quero ir
Um Cruzeiro, nem tentar
uma coisa é divertir
outra é, eu naufragar…»

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Encantou-me com estes seus bonitos versos:

«Pudesse eu olhar a imagem
Com os meus olhos de ver
Imaginava-me na viagem
Que tanto gostaria de fazer
.
Fosse barco ou de cruzeiro
Ou viagem pequenita
Antes de seguir em primeiro
Daria um beijinho à Janita
.
E como apenas fico olhando
Vou oferecer os meus versos
Espero que todos, passando
Escrevam pensamentos diversos.»

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Sempre desconcertante, desconcertou-me com a alusão ao ET:

«ET go home :))))»

(será o Spielberg a mandar-me para outro Planeta?)

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Ficou fascinada pelas cores das imagens...

«A três cores eu vi
Um Cruzeiro por ali
No terminal de Leixões
Quem me dera estar ali»

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Brincou uma vez mais com as palavras:

«São tão boas publicações
Direi eu com convicção
Olhar este porto, de Leixões
Deixou-me alegre o coração »

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Finalmente, é chegada a minha vez de intervir.  :)


Meus amigos e amigas, a todos,
 Muito Obrigada
Pelos  vossos comentários, alguns um pouco traquinas
Deram saborosos frutos, que em forma de Poesia
A todos foi oferecida.

Guardarei reconhecida todos vós no coração
E os vossos versos tão belos, cheios de boa vontade
De quem escreve com carinho, com ternura e com paixão…


MUITO GRATA A TODOS, ABRAÇO-VOS

COM AMIZADE.


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A Luísa

Que se atrasou por ter ficado à conversa, com deuses e deusas,
à esquina da sua tecla, ainda conseguiu vir estrelar este céu...:)


«Nunca andei num cruzeiro
Nem conheço o Terminal
Mas hei-de ir a Leixões
Se a vida não me correr mal.»



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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Porque Hoje É Sexta-Feira. # 58




Cada Cor Seu Paladar!!

A esposa:
- Ó António… Ajuda-me a calar o bebé! Ele é tanto meu como teu!
O marido (virando-se para o outro lado cheio de sono):
- Cala a tua metade e deixa chorar a minha.

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Uma senhora entra numa lavandaria e diz:
- Veja este trabalho! Foi lavado aqui!
- Não sei o que tem a dizer: o guardanapo está limpinho!...
- Guardanapo?! - Isto era um lençol…

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 Um advogado recém-formado abriu um escritório num luxuoso prédio no  centro da cidade. Depois de alguns dias, irritou-se com a falta de clientes.
Finalmente viu um homem entrar e rapidamente pegou no telefone, fingindo  estar a falar com alguém:
- Ah, foi? E o que é que lhe disseram? Que somos os melhores? Bom, talvez tenham exagerado um pouco. Muito bem, mas não vamos comparecer à  sala de tribunal; confiamos esses assuntos à nossa equipa de auxiliares.
 Está tudo providenciado. Pode deixar que uma das nossas secretárias fica em cima do assunto.
O advogado desligou e voltou-se para o homem.
- Em que posso servi-lo ?
- Em nada. Sou o técnico da Telecom e vim ligar o telefone…

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O Zézito entra em casa a correr e mostra ao pai um canivete novo que  achou na rua.
- Mas tens a certeza que foi perdido? – Pergunta-lhe o pai.
- Foi perdido foi, que eu bem vi o homem à procura dele.

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O pequeno Zézito diz ao pai:
- Pelo Natal, gostaria muito de ter um revólver verdadeiro.
- O quê!? - rezingou o pai - tu és doido, ou quê?
- Quero um revólver verdadeiro! Quero um revólver verdadeiro.
 - choraminga o Zézito.
- Basta - ralha o pai - quem é aqui o dono da casa?
Diz o Zézito, com fleuma:
- És tu, és, mas se eu tivesse um revólver verdadeiro...

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Não vos parece que até o gatinho ficou horrorizado com esta saída do Zézito?
 Francamente!!



FELIZ
SEXTA - FEIRA!!

[Publicação agendada.]

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terça-feira, 11 de junho de 2019

MAIS VALE MORRER CANTANDO.


A IMAGEM FUI ROUBAR
  AQUI.


"Fábula da Fábula" – Miguel Torga

Era uma vez
uma fábula famosa,
Alimentícia
E moralizadora,
Que, em verso e prosa,
Toda a gente
Inteligente
Prudente
E sabedora
Repetia
Aos filhos,
Aos netos
E aos bisnetos.
À base duns insectos
De que não vale a pena fixar o nome,
A fábula garantia
Que quem cantava
Morria
De fome.
E, realmente…
Simplesmente,
Enquanto a fábula contava,
Um demónio secreto segredava
Ao ouvido secreto
De cada criatura
Que quem não cantava
Morria de fartura.

Miguel Torga
Diário VIII, 1956

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A ideia para este postal nasceu AQUI



É isso tudo que estão a pensar... Desta vossa companheira de jornada, apenas pertence o trabalho de elaborar e publicar... E olhem que não é pouco!! Gostava que gostassem! :)




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E, já agora, estas flores também são minhas!!



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domingo, 9 de junho de 2019

Partilhando Afectos Meus.

Do país da tulipas, onde tenho mais um dos meus rapazes, vão-me chegando momentos felizes em forma de imagens.  Seleccionei algumas para partilhar com  os leitores amigos que fazem o favor de me visitar e comigo interagem, neste mundo virtual. 




Moinhos, em dias mais luminosos e noutros dias mais cinzentos, mas sempre lindos.



Lagos e canais, por entre casas e vegetação  onde os palmípedes* se banham e deslizam.




O mais recente visitante daquele belo país que, durante algumas semanas, está  vivendo a primeira grande aventura da sua vida. Ei-lo a olhar a paisagem que o rodeia, parecendo encher os olhos e a alma de momentos para mais tarde recordar.



Estas últimas, são da cidade de Utrecht, mais precisamente da baleia gigante e de edifícios, verdadeiras obras de arte, construídos com resíduos de plásticos encontrados ao longo da costa do Havai, numa chamada de atenção a toda a humanidade. 



 É mundial a necessidade de proteger o meio ambiente. Somos  nós, habitantes deste Planeta, a quem cabe a responsabilidade de o tornar melhor. Preservar a vida dos animais que vivem nos oceanos, é um dever que a todos pertence.
Se algum de vós, tiver mais informações sobre este  tema, poderá explanar à vontade.





Espero que tenham gostado de ver!!  


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 -* palmípede -. Conseguem associar a palavra a algo engraçado e muito conhecido, aliado ao Bocage?  :)


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