quinta-feira, 30 de abril de 2026

MODA MASCULINA...

 ... SEM ESPARTILHOS, MAS COM APERTOS!






No tempo em que o homem era bruto,

Usava ferro, lombo e luto.

A armadura pesava um quintal,

Para parecer valente e triunfal.

Se a dama olhava, ele nem via,

Sufocado na própria lataria.


Depois veio o nobre, todo de seda,

Com meia calça e peruca na moda, que queda!

Um brocado aqui, um laço ali,

Parecia um bolo, vamos por aí.

O espelho era o melhor amigo,

E a vaidade, o maior perigo.


A Revolução Industrial chegou,

E a cor do homem sumiu, acabou.

Terno preto, cinza, cinza e preto,

Para esconder o tédio e o afeto.

O homem virou um poste padrão,

Com o paletó sempre na mão.


E o século XX trouxe a ruptura,

Com calça boca de sino, que tortura!

Ombreiras que davam asas pra voar,  e gravatas que ninguém sabia amarrar.

O terno reinou, sem tédio diziam,

Mas todo mundo igual, que agonia.


 Hoje o homem moderno é um mistério,

Usa ténis caro e fala sério.

Calça rasgada, barba desenhada,

Parece que saiu de uma batalha...sem nada.

A evolução é um ciclo, enfim:

Do ferro ao algodão, pra ficar assim:



 

De todos estes rapagões o que mais 
me enche as medidas é o 

Jake Gyllenhaal.

(Já o Rui Unas ficou a destoar.)

E vós, amigas, qual preferiam?

Sim, porque

dizer preferem,

 seria pura ilusão!!

😄😄😄

E vós amigos, com qual destes moços

se identificam?


😉 😉 😉 😉

segunda-feira, 27 de abril de 2026

___AINDA SOBRE A LIBERDADE__

 




'O SUMIÇO DA ROUPA' *


No tempo da avó, que horror, que aperto!

A dama era um vaso, um ser disfarçado.

O espartilho, monstro, em aço coberto,

Deixava o pulmão todo maltratado.


Baleias morriam para a cintura afinar,

Se a mulher respirasse… o laço ia estourar!

Era um quilo de pano, bordado e rendado,

Para esconder o corpo, coitado.


Veio o século vinte, a moça libertina,

Cortou o cabelo, soltou o soutien.

A saia subiu, já se vê a coxa menina,

O "passa-caldo" virou calcinha também.


A perna de fora, que escândalo santo!

O vigário na igreja já perde o encanto.

Do algodão rústico ao nylon sedutor,

A intimidade virou um primor.


Agora, meu Deus, a evolução chegou ao topo!

A roupa íntima é um fio, uma fantasia.

Um pedaço de pano que mal cobre o corpo,

Mais parece um erro de alfaiataria.


A tanga invisível, o fio dental,

É o triunfo da moda, o fim do final!

Veste-se por dentro para nada esconder,

Pois com tanta liberdade...quase não há o que ver!


 * Autor desconhecido. Se houver alguém que saiba quem escreveu estes versos, diga, eu lhe darei o devido crédito.

😊

Como o tema é sobre a evolução do vestuário íntimo da mulher, é de bom tom saber como evoluiu o vestuário de uma maneira geral. No entanto, não vejo por aqui a mini-saia da Mary Quant...Ora vejamos:





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sábado, 25 de abril de 2026

A TUA LIBERDADE VAI ATÉ ONDE COMEÇA A MINHA.

 


Cravos, cor de sangue

de angústia 

e de suor.

A tua Liberdade conta

mas a minha, 

não é menor!




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sexta-feira, 24 de abril de 2026

___O PACÓVIO QUE ACREDITA SER ESPERTO___

 😋😋😋😋😋😋😋




...e a propósito de visitas!




Ainda será assim?




🫢 🤫  🫢 🤫

terça-feira, 21 de abril de 2026

__PROVÉRBIOS__

    🌳 🌳  🌳


Fotos de flores do meu jardim, excepto a primeira, que fui captando ao longo dos anos, 
e me foram agora oferecidas pelo Google Fotos


Árvore que cresce devagar

é a que cria

raízes mais fortes.


 [Provérbio chinês]


🌳 🌳  🌳 🌳 🌳  🌳


Oferta de um Amigo que não vejo há muitos anos
e de quem sinto muitas saudades.
Que estejas bem, querido RR.


domingo, 19 de abril de 2026

__ BÁRBARA, A ESCRAVA__

 

Luís de Camões - retrato pintado em Goa em 1581 *



Aquela cativa
Que me tem cativo,
Porque nela vivo
Já não quer que viva.
Eu nunca vi rosa
Em suaves molhos,
Que pera meus olhos
Fosse mais fermosa.

Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas
Me parecem belas
Como os meus amores.
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Mas não de matar.

Uma graça viva,
Que neles lhe mora,
Pera ser senhora
De quem é cativa.
Pretos os cabelos,
Onde o povo vão
Perde opinião
Que os louros são belos.

Pretidão de Amor,
Tão doce a figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda mansidão,
Que o siso acompanha;
Bem parece estranha,
Mas bárbara não.

Presença serena
Que a tormenta amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa
Que me tem cativo;
E pois nela vivo,
É força que viva.

ENDECHAS A BÁRBARA ESCRAVA ]
  
De Luís Vaz de Camões

* A fotografia, que desta vez não me saiu lá muito bem, foi captada de um livro muito, muito antigo.
Não, não consta nos Lusíadas.


Este painel, encontrei-o na Net.





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quinta-feira, 16 de abril de 2026

__ CITAÇÕES__ #11

 


***

A escrita exige solidões e desertos.

E coisas que se vêem como quem

 vê outra coisa.
.
[Sophia de Mello Breyner Andresen]

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A fotografia exige atenção e cuidado,
se desejamos perfeição.
 Jamais clicar à balda

(Janita - autocrítica)
.
Porém, todavia e contudo, isso foi antes de eu aprender a fotografar com (mais) qualidade:



E esta, hein?

Devagarinho, chegarei lá...


😊






terça-feira, 14 de abril de 2026

__TERÇAS-FEIRAS MUSICAIS__

 



"Brasa Doirada"

Senhora Cegonha



Lá traz a cegonha
No bico um raminho
De meia encarnada
Vem dando chegada
Ao seu velho ninho.

Senhora cegonha
Como tem passado?
Não há quem a veja
Já vai prá igreja
Pousar no telhado.

No seu velho ninho
Ponha ovos, ponha
Que seja bem-vinda
Branquinha, tão linda
Lá vem a cegonha.

Vem chegando agosto
Um bando levanta
Anunciando a hora
De se ir embora
Levou a meia branca.

Senhora cegonha
Como tem passado?
Não há quem a veja
Já vai prá igreja
Pousar no telhado.

No seu velho ninho
Ponha ovos, ponha
Que seja bem-vinda
Branquinha, tão linda
Lá vem a cegonha.

Que seja bem-vinda
Branquinha, tão linda
Lá vem a cegonha.



Que bem cantou o chinês
O belo Cante Alentejano
O amor não tem Nação
E quem canta por paixão
Canta o Cante sem engano

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