'O SUMIÇO DA ROUPA' *
No tempo da avó, que horror, que aperto!
A dama era um vaso, um ser disfarçado.
O espartilho, monstro, em aço coberto,
Deixava o pulmão todo maltratado.
Baleias morriam para a cintura afinar,
Se a mulher respirasse… o laço ia estourar!
Era um quilo de pano, bordado e rendado,
Para esconder o corpo, coitado.
Veio o século vinte, a moça libertina,
Cortou o cabelo, soltou o soutien.
A saia subiu, já se vê a coxa menina,
O "passa-caldo" virou calcinha também.
A perna de fora, que escândalo santo!
O vigário na igreja já perde o encanto.
Do algodão rústico ao nylon sedutor,
A intimidade virou um primor.
Agora, meu Deus, a evolução chegou ao topo!
A roupa íntima é um fio, uma fantasia.
Um pedaço de pano que mal cobre o corpo,
Mais parece um erro de alfaiataria.
A tanga invisível, o fio dental,
É o triunfo da moda, o fim do final!
Veste-se por dentro para nada esconder,
Pois com tanta liberdade...quase não há o que ver!
* Autor desconhecido. Se houver alguém que saiba quem escreveu estes versos, diga, eu lhe darei o devido crédito.
😊
Como o tema é sobre a evolução do vestuário íntimo da mulher, é de bom tom saber como evoluiu o vestuário de uma maneira geral. No entanto, não vejo por aqui a mini-saia da Mary Quant...Ora vejamos:








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