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Sei bem que estas piadas são mais velhas que a Sé de Braga
mas, nem por isso, terão menos graça.
Se eu penso isto, é natural que pensem como eu.
Cá vão elas:
BOM DOMINGO!
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Sei bem que estas piadas são mais velhas que a Sé de Braga
mas, nem por isso, terão menos graça.
Se eu penso isto, é natural que pensem como eu.
Cá vão elas:
BOM DOMINGO!
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O poema e as belas flores envasadas e orvalhadas, foram oferta de um Trovador que, não sendo anónimo, não revelarei - para já - o seu nome. Quem adivinhar acerta!!! 😀
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Já as elaboradas e belas palavras
de Parabéns foram oferta de um filósofo
que faz o favor de ser meu amigo.
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O meu grato abraço a Todos, Todos, que por aqui passaram.
❤ 😊 ❤
...ficou tudo como estava.
❤ ❤
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
❤ ❤
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
❤ ❤
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
❤ ❤
Para que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
Pequeno Poema - Sebastião da Gama
❤ ❤ ❤ ❤
Que contes muitos mais
e tenhas sempre sucesso
como escritor,
como tens tido em todas as tuas
iniciativas.
Grande abraço, amigo!
"Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo."
[Hermann Hesse]
***
Todos os meus livros são meus amigos. Daí, a minha alegria ao reencontrar o meu velho amigo MANDINGO, que julgava perdido! Quanto à autora de thrillers, cujos dezoito livros que escreveu, tidos e lidos por mim, continua a ser uma ilustre desconhecida. Alguém que me é próxima, mas não consigo conhecer... 🤔
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Olha que embrulhado
Está ainda o céu
E o chão todo ensopado
Da água que choveu
*
Foi um dilúvio d'água
Do furacão que fez,
Maria, até dá mágoa
Tantos estragos...Vês?
*
[Poema lido e decorado, algures, ainda na infância, porém, não recordo onde nem quando. Com a forte possibilidade de não corresponder inteiramente aos versos lidos.]
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A ÁGUA DE LOURDES
Autor: Guerra Junqueiro
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| A partir da minha única ida a Fátima, na juventude. |
A partir de 1917 também nós tivemos a nossa Aparição da Virgem Maria, em cima de uma azinheira. Se acontecem milagres não se devem a beberagens de águas milagrosas. Apenas somos crentes na palavra das três crianças que pastoreavam um rebanho de ovelhas e na mensagem ques lhes foi passada por aquela visão que lhes ofuscou a vista, num dia tenebroso de Inverno. Provavelmente, teriam havido relâmpagos e trovões e os pobrezinhos ficaram assustadíssimos.
A partir daí a romaria de crentes passou a ficar dividida, fraternalmente, entre a cura pela água da gruta, em Lourdes e a oração e a penitência em Fátima. Tudo em prol da paz na Terra entre os homens de boa vontade.
Tudo o que escrevi são suposições minhas, uma vez que não estava nem num lugar, nem n'outro, quando tudo aconteceu. Também pelo que me ensinaram na catequese quando era criança e mais tarde fui lendo, ao longo da vida.
O que sei, é que a humildade de outrora se transformou numa enorme fonte de rendimento. Lá pela França não sei, penso que a água será gratuita.
Por cá é tudo pago a peso d'ouro e é um luxo que só visto...
Que bom seria se isto pudesse acontecer!
*
E agora vamos sapatear para
as agruras esquecer.