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Na A.R. há de tudo - como na farmácia - até se canta e dança.
Tudo ficção, pois claro, leitores!
Haja música e alegria!
Como tenho Alma cigana, sempre tive, amo de paixão
o ritmo que carregam no corpo
e trazem no sangue!
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Na A.R. há de tudo - como na farmácia - até se canta e dança.
Tudo ficção, pois claro, leitores!
Haja música e alegria!
Como tenho Alma cigana, sempre tive, amo de paixão
o ritmo que carregam no corpo
e trazem no sangue!
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❤
Como não haveria o amigo Rogério Pereira
saber a identidade da bela dama
se foi ele, e a sua Alma, que lhe enviaram
este engraçadíssimo e
famoso Bilhete ?
passatempo promovido pelo inesquecível
CBO, no seu extinto:
'Crónicas do Rochedo'.
❤
Que saudade desses bons velhos tempos!
Obrigada por não te aborreceres, Teresa.
Beijos e abraços para todos.
Presentes e ausentes!
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Quem será a bela dama que vemos nesta gravura?
❤
Há duas pessoas na blogosfera, tanto quanto julgo saber, que vão conhecer a resposta. Peço a quem souber de fonte segura, que me envie a resposta para o meu e-mail.
As pistas aqui no blog deverão ser o mais subtis que puderem e souberem.
Obrigada!
❤❤❤❤❤❤❤❤❤
🐕🐕🐕🐕
...Não é levar ao colo, é oferecer impulso e uma forcinha!!... 😊
«O fracasso é simplesmente a oportunidade de começar de novo, desta vez de forma mais inteligente»
Henry Ford
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Aviso à navegação:
Caros amigos/as, ontem, ao tentar introduzir a nova morada de um blog que sigo acabei por eliminar a minha lista de blogues. Aos poucos, irei tentando repor tudo como tinha, excepto os que publicavam usando a plataforma Sapo, uma vez que vai encerrar portas e a maioria ainda anda na procura de novo alojamento.
Pelo facto, vos peço mil desculpas. Devagar, devagarinho, irei colocar tudo como estava.
Obrigada!
Foram logo, e passaram sem fazer caso ao pé da activa formiga e da abelha diligente. Mas o besoiro, que eles convidaram a vir patuscar, disse-lhes:
— Brincar? Preciso construir com estas ervas uma ponte nova, porque a outra já não está segura.
— Eu, disse o rato, tenho que fazer as minhas provisões para o Inverno.
— Eu, disse dali a pomba, tenho muitas coisas que levar para o meu ninho.
— Eu, disse a lebre, gostava bem de me ir divertir com vocês, mas ainda hoje não lavei o meu focinho. Antes de mais nada, tenho que fazer a minha toilette.
E tu, lindo regato, disseram os pequenos desertores, que passas o tempo a saltar e a tagarelar, também não queres brincar connosco?
— Estes pequenos são tolos, disse o regato. Ora essa! Vocês então imaginam que eu não tenho que fazer? De noite ou de dia, não descanso nem um momento. Tenho que dar de beber aos homens e aos animais, às colinas, aos vales, aos campos e aos jardins. Tenho que apagar os incêndios, tenho que fazer mover as forjas, os moinhos, as serralherias, etc. Nem hoje acabaria, se lhes quisesse contar o que tenho que fazer. Não posso perder um instante. Adeus, adeus. Estou com muita pressa.
Os pequenos, desconcertados, puseram-se a olhar para o ar, e viram um pintassilgo, em cima de um ramo.
— Olha! tu, que não tens nada que fazer, queres brincar connosco?
— Nada que fazer? vocês estão a mangar comigo, disse o pintassilgo. Todo o dia tenho que apanhar moscas para comer. Tenho além disso que tomar parte no concerto dos passarinhos, tenho que alegrar o operário com o meu chilreio, e tenho que adormecer as crianças com uma outra cantiga, que à noite e de madrugada celebra a bondade do Criador. Ide-vos, preguiçosos, ide cumprir o vosso dever, e não tornem a vir incomodar os habitantes das florestas, que cada um tem a sua tarefa a desempenhar.
Os pequenos aproveitaram a lição, e compreenderam que o prazer só é legitimo, quando é a recompensa do trabalho.
😊
As Palavras Interditas
Os Navios existem, e existe o teu rosto
encostado ao rosto dos navios.
Sem nenhum destino flutuam nas cidades,
Partem no vento, regressam nos rios.
Os hospitais cobrem-se de cinza.
Ondas de sombra quebram-se nas esquinas.
Amo-te… E entram pela janela
as primeiras luzes das colinas.
As palavras que te envio são interditas
até, meu amor, pelo halo das searas;
se alguma regressasse, nem já reconhecia
o teu nome nas suas curvas claras.
Dói-me esta água, este ar que se respira,
dói-me esta solidão de pedra escura,
estas mãos noturnas onde aperto
os meus dias quebrados na cintura.
E a noite cresce apaixonadamente.
Nas suas margens nuas, desoladas,
cada homem tem apenas para dar
um horizonte de cidades bombardeadas.
Eugénio de Andrade in As Palavras Interditas
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E que feliz e sorridente soube envelhecer a Princesa!
É tempo de reflexão...
Eu reflicto acerca da simplicidade.
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