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sábado, 17 de junho de 2017

Foi Assim Que as Coisas Aconteceram...


Não se chamou Florbela, nem Maria de Fátima nem
Felismina.
Não se chamou Teresa, nem Maria Antonieta nem
Carmosina.
Não se chamou Felisbela, nem Maria da Fé nem
Ambrosina.
Não se chamou Florência, nem Maria do Carmo nem
Guilhermina.

Chamou-se Vanessa, a pobre menina
Pela falta de gosto de sua mãe:
Maria Albertina.






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domingo, 4 de setembro de 2016

Uma Sombra de Mim...



Não quero ser esta sombra.
Nem sequer sombra quero ser.

Olho-me e não me reconheço.
Recuso ser uma sombra
De quem fui e não sou mais.

Vou fugir da minha sombra
Em busca de claridade.


Ah, agora sim…
Tudo fica luminoso.

O Rio? A Ponte?
Mas, para onde fugiu
 a tão esperada grandiosidade?

 E eu?
Rio de mim ou do medo
Da dolorosa saudade?

Na verdade, rio de mim, sim;
E também para disfarçar uma certa nostalgia…




  

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Fabulando, Filosofando e Pensando...


( Fábula de Esopo, dizem!...)



Um dia dois viajantes deram de caras com um urso. O primeiro salvou-se escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia conseguir vencer sozinho o urso, deitou-se no chão e fingiu-se de morto.
 O urso aproximou-se dele e começou a cheirar a sua orelha, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:

- O que o urso estava cochichando ao teu ouvido?


- Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.

Moral da história?... Ora, digam lá!...

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