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domingo, 17 de maio de 2026

BATENDO NA MESMA TECLA!

 Para encerrar este tema do besouro, que me deixou um trago amargo de frustação e alguma tristeza, manipulei - não sei se este termo será adequado - a foto que se segue, como se elaborasse um desenho explicativo de algo que não se entende logo à primeira vista.



O sol, ao invés de amarelo, ficou inexplicavelmente azul, o semi-círculo branco marca o sitio onde está o besouro!

*

Só espero que a emenda, tipo desenho, não seja pior do que o soneto

*

Para terminar isto com alguma classe, deixo-vos com um sábio e metafórico provérbio:



"Quando surgem ventanias de mudança, uns erguem muros, outros fazem moinhos de vento"


Provérbio chinês.


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quarta-feira, 10 de novembro de 2021

DA PERSISTENTE VONTADE....

 ....DE AFASTAR O MAU HUMOR.


A começar pelo meu!!



E isto é para alegrar os meus leitores mais tristonhos. 




Fiquem bem e até outro dia...

...se não for antes!!


😜😜😜😜😜😜




sexta-feira, 23 de julho de 2021

HOJE NÃO TENHO NADA DE NOVO PARA PUBLICAR....

 ...depois de muito procurar 

encontrei esta garrafa de vinho e

  quero convosco partilhar.

Aceitam?



Então...bora lá...

 

 Tragam o pão

 eu dou a  broa

tragam o salpicão 

e o queijo da Serra

azeitonas eu tenho. 

Sem desperdício

vamos petiscar

que isto de comer

não passa de um

bom vício.



           

       

[ Não vale cair, só piscar os olhos como faz a Mariza.]

👍

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Era Uma Vez...


...Um gladíolo solitário... que vivia triste, num jardim tão triste e desprovido de graça, que até a sua pouca graça se perdia na  triste desgraça de ter sobrevivido aos seus iguais. Em tempos idos, teve o seu período de esplendor. Todos os seus irmãos foram fenecendo na terra dura e faminta de carinho e alimento. Ano após ano, os bolbos mirravam sem ânimo nem força para irromper do solo  para ver a luz do sol. Só ele, estoicamente, resistiu e lá foi florescendo.






Naquela manhã, chuvosa, de um Verão que teimava em confundir-se com a sua parente ainda distante chamada Outono, deixou -se cair por terra. Valeu-lhe alguém, que tanto veste a pele de cordeiro como mostra os dentes de lobo mau, com doses iguais de  carrasco e benfeitora, que ao vê-lo tombado se condoeu, e, com alguns laivos de ternura, o levou para mais perto de si.









Mas, oh, bendita Natureza... um pequeno insecto, tão solitário e triste quanto ele, bebia, no interior do seu cálice,  as pequenas gotículas de chuva abençoada. Aquela água que havia caído das nuvens e o tombou, matava a sede do pequenino ser sequioso e carente.
Porém, a ingratidão faz parte de todos seres vivos. Mal se sentiu observado e satisfeito, o vil insecto verde levantou voo para sitio incerto. 

Caros Leitores & Amigos, qual acham que poderá ser a moral desta história de (des)encantar?          

                                               :)  :)  :)



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sábado, 20 de janeiro de 2018

NEM EU.

Imagem encontrada na Net.


Afinal, o que é esse sentimento leve, pesado, doce, amargo, alegre, contristado, impensado, irrazoável, insano, que toda a gente deseja, todos sonham e ninguém sabe onde mora, o que realmente é… se existe e onde pode ser encontrado?


O princípio “Era uma vez”…e o final  “Foram felizes para sempre”,  são histórias da carochinha. Uma maneira de ganhar a vida escrevendo sobre algo que não existe…Os adolescentes acreditam, sonham e o tempo vai passando sem que nunca se descubra quem inventou essa coisa impalpável, invisível, imprevisível
a que chamaram: Amor…







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quinta-feira, 20 de julho de 2017

POLIGAMIA POÉTICA.





























A poligamia, na poesia

É legal, tem validade,

Caso de manhã com Torga

À noite desposo o Trindade


Tão permissiva é a poesia

Que nela nada destoa

Convivo com o risonho Bocage


Mas posso encontrar-me com (outra) Pessoa.



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