Será que algum dos meus leitores /as ainda se lembra destas CEREJAS BIZARRAS? Se não se lembrarem, cliquem pf nelas que o link leva-vos lá.
O motivo que hoje me leva a falar nas ditas cujas, de novo, é que resolvi seguir o conselho de um leitor/amigo.
Meti-as em frascos, adicionei-lhes um bocado de açúcar mascavado, aguardente velha (de boa qualidade, assim me garantiram) e há cerca de três dias que estão a macerar - nem sei se é esta a palavra adequada - O preparado vai neste ponto:
Até aqui, tudo bem. A minha dúvida está em como irei saber se a beberagem está minimamente parecida, em sabor - já que de aspecto parece não estar mal - com a ginjinha de Óbidos, que se apresenta de frente, elegante, esbelta e quase vazia.
- "Ora, provando - dirão alguns, com desdém.
- "Pois - replico eu - mas acontece que quando destapo os frascos o cheiro é tão intenso que fico tonta e com a casa a cheirar a tasca rasca.
Quero passar o conteúdo dos frascos, para a garrafa (de cristal da Boémia), que se vislumbra atrás, e não vejo maneira de o conseguir fazer. Aliás, acho que as cerejas já incharam tanto que não devem passar no gargalo.
Algo me diz que vou ter um grande prejuízo...
Aceitam-se conselhos e sugestões de entendidos/as, nesta matéria. Que hei-de fazer?
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