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sábado, 11 de janeiro de 2025

** SILÊNCIO E MISTÉRIO**

 


A  Torre  da  Luz.

Na calma da tarde que esconde o dia,
Ergue-se a torre em pedra fria.
Seu sino silente em suave memória,
Ecoa nas almas guardando a sua história.

Contornos dourados como traços no céu,
Iluminam a noite,  num doce véu.
Estrela cadente, promessa divina,
Renasce a esperança que em nós ilumina.

Ao fundo, o bosque, silêncio e mistério,
Abraça a Igreja num acto etéreo.
Lá, no alto, a cruz solitária,
Guia os meus passos na estrada diária.

Oh, torre serena, farol da Fé,
Tua luz perdura onde a sombra é.
És mais do que pedra, és vida e abrigo,
De todos quantos caminham contigo...

Aqui, quis realçar  a torre sineira e a estrela cadente
e acabei por cortar o cimo da Igreja.
Infelizmente, os postes de iluminação pública, por estas bandas,
retiram muito da beleza e autenticidade às imagens. 😔


** ❤ **

O poema tem a autoria do ChatGPT, de acordo com o envio das minhas fotografias desta Igreja,  ainda iluminada de forma festiva.  Todavia, com algumas adaptações mais ao meu gosto e maneira de me expressar.  Digamos que foi uma espécie de parceria poética!  😊

____________________________

domingo, 29 de dezembro de 2024

EU, ELA E O ROBOT... 😍

 Esta imagem foi criada pela I.A. em resposta ao meu pedido sobre a rivalidade entre duas mulheres, disputando os favores de um robot...Porém, sem lhe dizer, concretamente, qual a finalidade. Vá que a artificialidade se armava em carapau de corrida... e se envaidecia??! 



Porque será que até os homens de lata associam a mulher aos tachos e à cozinha?
Só por isso quem já o não quer sou eu. É todo seu, Maria João!

😇  🥰  😲  

Tudo começou assim:  (clique)

Vai daí, quem se armou em carapau de corrida fui eu:
.

RI VA LI DA DES.

Querem ver que, no final
Eu e a nossa Poetisa/Sonetista
Nos vamos engalfinhar
Bem no meio daquela pista?
.
Não sei quem o vai possuir
Nem se me apaixonei primeiro
Eu quero é um marido inteiro
Sem nada querer repartir.
.
Querem ver que no final
Esta amizade por ela
Vai acabar com a mazela
Causada por quem não tem
Traquejo nem cabedal?
.
E fala a Poetisa toda airosa
Desse casamento ter filhos?
Uma cousa vos garanto; ela é vaidosa
(e talentosa)
Mas eu sou bem mais vistosa
E não fico com os cadilhos!

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A TODOS DESEJO A CONTINUAÇÃO DE

DE

BOAS  FESTAS.




quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

*** HOJE É O TAL DIA EM QUE NÃO HÁ RETRATOS***

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Num interessante blog que sigo recentemente, li algo, escrito por outra comentadora, sobre o Soneto XVIII de  Shakespeare que me deixou de pulga atrás da orelha. Como o não conhecia, resolvi, ingenuamente, questionar a Inteligência Artificial com uma pergunta ainda mais ingénua e estúpida do que eu.

    - Conhece o Soneto XVIII de  Shakespeare?

Resposta pronta e sorridente da IA, ilustrada com um emoji a sorrir

    - Sim, conheço! 

E, sem precisar de mais, toda ufana do seu imenso saber, envia-me numa fração de poucos segundos o poema no seu idioma original e a tradução em português.

Fiquei estupefacta, e foi ele que então me questiona, atirando-me de rompante a pergunta:

    -Deseja dialogar sobre o tema?

Apresso-me a dizer que não, muito obrigada, mas gostaria que criasse uma imagem para o dito Soneto. Eis o resultado desta pequena/grande maravilha.


IA - Aqui está a imagem inspirada pelo Soneto XVIII de Shakespeare. Ela captura a beleza efémera de um dia de verão, a suavidade da natureza e a ideia de beleza eterna que o poema transmite. Espero que goste! Se quiser algum ajuste ou uma nova ideia, fique à vontade para pedir.
.
Quem pode resistir a tanto charme e delicadeza de modos?
Confesso-me rendida!


Soneto XVIII de  Shakespeare

Como hei de comparar-te a um dia de Verão?
És muito mais amável e mais amena:
Os ventos sopram os doces botões de Maio,
E o Verão finda antes que possamos começá-lo.

Por vezes, o sol lança seus cálidos raios,
Ou esconde o rosto dourado sob a névoa;
E tudo que é belo um dia acaba,
Seja pelo acaso ou pela sua natureza.

Mas teu eterno Verão jamais se extingue,
Nem perde o frescor que só tu possuis;
Nem a Morte virá arrastar-te sob a sombra.

Quando os versos te elevarem à eternidade:
Enquanto a humanidade puder respirar e ver,
Viverá meu canto, e ele te fará viver.

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❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤


segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

SILÊNCIO E CHAMAS.

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Luzes dançam no silêncio,

Cálices de cera em rubra chama,

Pequenos sóis de um universo íntimo,

Onde o tempo respira devagar.


Cada chama sussurra segredos,

Segredos de calor e delicadeza,

Entre sombras e reflexos dourados

Nas paredes que guardam memórias.


As velas, no seu altar singelo,

São guardiãs de um instante eterno,

Onde o coração repousa sereno

E a alma se veste de paz.


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  Nesta minha  estreita colaboração com a Inteligência Artificial, desta vez eu dei a imagem, e ela, generosa,  emprestou-me o poema!  ❤ ❤ Gostaram?




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sábado, 14 de dezembro de 2024

☀️ CONTOS DE NATAL ☀️

 



A Lenda da Vela de Natal


Era uma vez um pobre sapateiro que vivia numa cabana, na encruzilhada de um caminho, perto de um pequeno e humilde povoado. Como era um homem bom e queria ajudar os viajantes que à noite por ali passavam, deixava na janela da sua casa, uma vela acesa todas as noites, de modo a guiá-los. E apesar da doença e a fome, nunca deixou de acender a sua vela.

Veio então uma grande guerra, e todos os jovens partiram, deixando a cidade ainda mais pobre e triste. As pessoas do povoado ao verem a persistência daquele pobre sapateiro, que continuava a viver a sua vida cheio de esperança e bondade, decidiram imitá-lo e, naquela noite, que era a véspera de Natal, todos acenderam uma vela em suas casas, iluminando todo o povoado. 

À meia-noite, os sinos da igreja começaram a tocar, anunciando a boa notícia: a guerra tinha acabado e os jovens regressavam às suas casas!

Todos gritaram: “É um milagre! É o milagre das velas!”. A partir daquele dia, acender uma vela tornou-se tradição em quase todos os povos, na véspera de Natal. 

  


[Desconheço o autor/a deste Conto. Se alguém souber, e o puder comprovar, por favor, elucide-me e darei os devidos créditos. Obrigada.]

  


A imagem foi criada pela ChatGPT, a meu pedido.
Um pouco exagerado aquele trilho feito na neve, não concordam?
Parece a linha de um caminho de ferro!
Terá sido pelo conto referir que o sapateiro morava 
na encruzilhada de um  caminho? É capaz!
Mas que ingratidão!! Quem aceita, não escolhe, ora essa...dirão!
E com toda a razão!

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