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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

FALEMOS DE AMOR...

                                                                  ...O  Melhor Caminho Para Alcançar Tudo o Resto!

Que Mais Quero?...Nada! 

                                                                

Utopia? Ilusão? E porque não?














Será? Pensei que fosse mais simples!


Não Sei se é Amor que Tens, ou Amor que Finges

Não sei se é amor que tens, ou amor que finges, 
O que me dás. Dás-mo. 
Tanto me basta. 
            Já que o não sou por tempo, 
            Seja eu jovem por erro. 
Pouco os deuses nos dão, e o pouco é falso. 
Porém, se o dão, falso que seja, 
            a dádiva 
 é verdadeira. 
Aceito. 
            Cerro olhos: é bastante. 
            Que mais quero? 

Ricardo Reis


Ah...Nisto eu acredito!!
E pronto! Acho que ficou tudo dito!
Quem souber mais pode acrescentar.

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Como já deu para perceber, as imagens são da Net, o poema de um heterónimo de Pessoa
e os textos pequeninos são de uma pessoa que anda sem inspiração nenhuma...


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ALGURES ENTRE O RISO E O PESAR.

 
Tem, sim senhor! O palhaço é que já perdeu a piada.
 
 
 
Quero, no entanto, acrescentar alguma qualidade a este post, pelo que vos deixo algumas das belezas que existem nas verdades escondidas, sob a aparência de coisas divertidas.
 

 
Retrato Próprio
 
Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste da facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno.
 
Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos por taça escura
De zelos infernais letal veneno:
 
Devoto incensador de mil deidades
(Digo, de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades:
 
Eis Bocage, em quem luz algum talento;
Saíram dele mesmo estas verdades
Num dia em que se achou mais pachorrento.
 
                              ( Obviamente, Soneto de Bocage)
 
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