Hoje, vou deixar-vos apenas com a minha infância, o meu Alentejo, os meus versos e a minha saudade!
O resto, deixo ao cuidado de quem passar...
Obrigada, filho, por me teres permitido ter entre as mãos, de forma palpável, estes excertos selecionados por ti, de algumas destas minhas andanças blogueiras.
❤❤❤❤❤❤❤❤❤
Um testemunho para a posteridade.
ResponderEliminar: )
Sem dúvida! Pode vir um apagão cibernético, que neste livro que legarei aos meus descendentes já existentes, e aos que ainda virão, a prova provada de que a sua avó ou bisavó, também conheceu as novas tecnologias...Ah pois!! 😊
EliminarBeijos.
hahahaha
Eliminar😅 😇
EliminarUm post muito bom e eu também sinto muito falta da minha terra vermelha!
ResponderEliminarBeijos e um bom sábado
Passem os anos que passarem, sentiremos sempre saudade das nossas raízes e dos odores do nosso chão.
EliminarBeijinhos
Antigamente, era uma alegria passar pelas searas de trigo maduro a ondular ao vento. Para um marinheiro era como navegar em alto mar, só que um mar de cor diferente e outros significados!
ResponderEliminarÉ verdade, amigo! A paisagem alentejana mudou completamente.
EliminarE não me venham dizer que é sinal dos tempos...É sinal, mas é da apatia do deixa andar e quem vier depois que feche a porta.
Abraço
Bom dia
ResponderEliminar" Saudade " é sem dúvida uma das palavras qua vai estar sempre na vida de todos nós .
JR
Sobretudo, nós, portugueses, que preferimos a Saudade à pompa da Nostalgia. :)
EliminarUma boa tarde, JR!
Lindo de ver e ler
ResponderEliminar.
“” Fim de Semana de Luz, Paz e Amor ““
.
...e sentir, essencialmente, caro Rycardo!
EliminarObrigada!
Um abraço
Um passado bem presente.
ResponderEliminarBeijinhos, Janita.
Sempre, António, até ao meu último suspiro!
EliminarBeijinhos
Três quadras de ouro puríssimo para cantar a sua dourada terra...
ResponderEliminarUm presente que, para mim, vale ouro, lindo de ver, de ler e de recordar.
Um forte abraço, Janita!
Com a garganta embargada de emoção, só lhe posso agradecer querida Poetisa - Poeta - Sonetista!
EliminarComo melhor lhe soar.
Um grande, grande abraço com estima, querida Maria João.
Uma bonita homenagem a Serpa, cidade branca, que visitei várias vezes com o meu marido e de que guardo boas memórias.
ResponderEliminarFoi no Alentejo que nos encontrámos há mais de meio século e foi daqui que ele partiu numa viagem sem retorno.
Hoje todas as memórias do que vivemos juntos me dão uma dolorosa saudade.
Mena
maiordesessenta.blogspot.pt
Lamento tanto, saber da sua perda, Mena. Ao longo da nossa vida, de uma forma ou de outra, todos vamos perdendo.
EliminarE olhe que há morte em vida que também doem muito.
O caminho que percorremos nem sempre é fácil, seja ele qual for.
Um grande abraço solidário.
Sou uma apaixonada pelo Alentejo, penso que já o conheço todo, isto quando tinha companhia para poder laurear. Agora não me atrevo a ir sozinha, vale- me o meu blog para recordar.
ResponderEliminarBeijinhos Janita
Já eu, Manu, não posso dizer o mesmo!
EliminarSendo alentejana por ter nascido no Alentejo, do Alto pouco conheço para além de Évora.
Um beijinho e um bom domingo.
(Por aqui ouço o vento soprar, furioso, contra as vidraças das janelas. )
Lindo, lindo, lindo
ResponderEliminarE agora quem canta
é a minha costela alentejana:
Abalei do Alentejo
Olhei para trás, chorando
Alentejo de minha alma
Tão longe me vais ficando
(mas perduram as memórias de Quintos...)
Beijinho, saudoso
O Distrito de Beja engloba inúmeras Vilas e Aldeias, entre elas, a povoação de Quintos. E "A Do Pinto", ouviste falar? E Vila Nova de São Bento? E Vale de Vargo? :))
EliminarBeijinhos, Rogério!
Lindo acervo Janita de uma saudade infinita, que se ameniza, mas estár enraizadas nas lembranças.
ResponderEliminarBela partilha amiga.
Bjs de paz e um bom domingo de feliz semana.
O engraçado, ou talvez não, é que quando de lá saí, sobretudo nos primeiros meses, não sentia saudades. Tudo era novo para mim, menina de doze anos, que nada conhecia do mundo, para além do que via e lia nos livros. Há medida que os anos foram passando, os filhos crescendo, e o vazio se instalando, revejo mentalmente, cada rua, cada rosto como se os estivesse a olhar de frente. Curiosa a forma como a nossa mente se assemelha a um baú, onde vamos depositando momentos vividos e depois os vamos lá buscar quando deles precisamos como alimento da alma. :)
EliminarUm forte e grato abraço, amigo Toninho.
E eu que pouco ou mesmo nada conheço do Alentejo!
ResponderEliminarAinda está muito a tempo de o conhecer, Último! Mas não escolha o tempo estival. Vá antes na primavera. :)
EliminarMuito legal, Janita! O poema demonstra todo o carinho com a terra onde onde se nasce. Muitas lembranças, muitas saudades...
ResponderEliminarSão retalhos da nossa infância que de tempos a tempos nos acorrem à mente, Eduardo. Quem os não tem?
EliminarBoa semana.
E o que eu gosto do Alentejo, comadre!
ResponderEliminarBeijinhos, boa semana
Atão nã havera de gostari, compadre Pedro?! 😊
EliminarBeijinhos e uma boa semana
Posso dizer-te que apesar das minhas raizes estarem mais a norte (com algumas tb do outro lado do mundo...), quando andei por aí, por este Portugal afora, a tocar, foi no Alentejo que fomos sempre mais acarinhados. Se é verdade que fomos bem recebidos em (quase) todo o lado, no Alentejo faziam-nos sentir como família :)
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EliminarAcredito Gil!
Essa fama injusta de que o povo alentejano é somítico e não gostar de repartir, havendo aquela anedota que até come dentro da gaveta, para a fechar se aparece alguém... 😊 é completamente falsa. Somos hospitaleiros, embora um pouco desconfiados de quem se acerca sem dizer ao que vem, percebes?
Um abraço, Gil.
A terra onde vivemos os primeiros anos é marcante e não é substituída por nenhuma outra. Os laços são tão fortes que se assemelham a nós cegos feitos inconscientemente e que jamais se desatam.
ResponderEliminarE gostei muito do poema, é magnífico.
Boa semana amiga Janita.
Um abraço.
É isso mesmo, Jaime. Sobretudo, se durante a infância tivemos liberdade e espaço para brincar, correr e sermos verdadeiramente crianças. Um privilégio que tantas e tantas crianças não conhecem.
EliminarUm beijo e uma semana com alegria, amigo Jaime.
A Janita é alentejana, só por ser. Porque a sua maneira de ser, é totalmente nortenha. É mulher de fogo na benta. É uma mulher que se nos der um estaladão, viramos do avesso.
ResponderEliminar:-D
PS: Vai copiar as minhas bolas de bilhar? Pois bem!...
Copie que eu quero ver isso. Quero ver se as suas bolas são melhores que as minhas.
:-D
Já em criança era como sou hoje, insubmissa e rebelde, portanto não foi o Norte que me pôs o pêlo na venta...😁
EliminarJá está na minha Natureza não aceitar tudo o que me querem impor.
Quantos às 'nossas' bolas de bilhar, vou ver se consigo ficar à sua altura, Remus, se bem que as minhas não apresentem esse ar polido e brilhante...já estão um pouco gastas. Vou tentar dar o meu melhor.
Beijinhos
gosto dos alentejos entre o abandono das paisagens e as securas nostálgicas...
ResponderEliminarOlá, Maceta!
EliminarAlentejos, diz bem, uma vez que, igualando as Beiras, temos um em cima e outro mais em baixo, ao qual eu pertenço.
Isso da nostalgia é próprio das paisagens a perder de vista, onde o nosso olhar se perde nas lonjuras.
Um abraço.
Bela paisagem dessa planície dourada!
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Esta, que mostro, está muito bonita vista do Alto do Cerro, onde se encontra a Capelinha de Nª Senhora de Guadalupe e foi captada na Primavera, Isabel.
EliminarGrata pela visita.
Bom resto de semana.