segunda-feira, 27 de abril de 2026

___AINDA SOBRE A LIBERDADE__

 




'O SUMIÇO DA ROUPA' *


No tempo da avó, que horror, que aperto!

A dama era um vaso, um ser disfarçado.

O espartilho, monstro, em aço coberto,

Deixava o pulmão todo maltratado.


Baleias morriam para a cintura afinar,

Se a mulher respirasse… o laço ia estourar!

Era um quilo de pano, bordado e rendado,

Para esconder o corpo, coitado.


Veio o século vinte, a moça libertina,

Cortou o cabelo, soltou o soutien.

A saia subiu, já se vê a coxa menina,

O "passa-caldo" virou calcinha também.


A perna de fora, que escândalo santo!

O vigário na igreja já perde o encanto.

Do algodão rústico ao nylon sedutor,

A intimidade virou um primor.


Agora, meu Deus, a evolução chegou ao topo!

A roupa íntima é um fio, uma fantasia.

Um pedaço de pano que mal cobre o corpo,

Mais parece um erro de alfaiataria.


A tanga invisível, o fio dental,

É o triunfo da moda, o fim do final!

Veste-se por dentro para nada esconder,

Pois com tanta liberdade...quase não há o que ver!


 * Autor desconhecido. Se houver alguém que saiba quem escreveu estes versos, diga, eu lhe darei o devido crédito.

😊

Como o tema é sobre a evolução do vestuário íntimo da mulher, é de bom tom saber como evoluiu o vestuário de uma maneira geral. No entanto, não vejo por aqui a mini-saia da Mary Quant...Ora vejamos:





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2 comentários:

  1. Um post fa-bu-lo-so !!
    : ))
    Nem a mini-saia da Mary nem a minha apareceram!

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  2. Por favor deixem algum espaço para a imaginação.
    Vejo alguns vestidos de autor que mostram tudo.
    E não são minimamente sexy porque não excitam a imaginação.
    Beijinhos, boa semana

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