sábado, 21 de maio de 2016

SEM IDEIAS, MAS...

...Para que este blog não fique durante mais tempo como uma:


Vamos recordar...




...L O V E   S T O R Y 



Um filme e uma melodia inesquecíveis!!



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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Outro Tipo de Curiosidade.....

....Esta, é para levar a rir e a brincar.











terça-feira, 17 de maio de 2016

Enquanto Houver Crianças… [ II ]


…Existirá sempre o Mundo dos Porquês!






Não perguntaram nem querem saber?

 Mas quero eu dizer!...


P- Que é um fogo-fátuo?

R- 1 _ Nas zonas pantanosas, as ervas apodrecem e decompõem-se, produzindo gases, que podem inflamar-se ao contacto do ar.
Quando uma bolha de gás rebenta, sai dela uma pequena chama, a que se dá o nome de «fogo-fátuo».




R- 2 _ Em qualquer lugar onde se decomponha matéria animal, como cemitérios ou pântanos, dá-se a libertação de compostos de fósforo, espontaneamente inflamáveis. É isso que explica o brusco aparecimento dessas pequenas chamas breves e móveis; os fogos-fátuos, que as pessoas supersticiosas e ignorantes consideram aparições sobrenaturais.


"Conhecemos tantos sabichões e sabichonas de palmo e meio, já tão seguros de si, que é muito agradável informar, tanto quanto possível, as crianças ávidas de tudo saber. Compreendida desta forma, não será a curiosidade uma qualidade preciosa?"


Ora nem mais....:)






segunda-feira, 16 de maio de 2016

O Som Inaudível dos Tambores.


Tambores, Pavel Filonov, 1935. 
Óleo sobre tela,  Museu de São Petersburgo.



Tamborila na sua mente uma inquietação
 que a oprime e angustia.
Nem o calor do Sol e a alegria das flores
 colorindo o seu pequeno jardim
lhe acalmam o coração.
 Espera…
…e nessa espera,
 desespera...dia após dia.


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domingo, 15 de maio de 2016

Já Fui Feliz Aqui. [ XV ]




Eu e o homem-estátua.

Algures, numa rua de Munique!...
:)



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quinta-feira, 12 de maio de 2016

E AGORA....

....Sorriam desvanecidos com a sabedoria deste Pequeño!

                                      

Desde a ternura da voz, à verdade das palavras, tudo me encanta neste sábio niño...Aprendamos, pois!



quarta-feira, 11 de maio de 2016

Pais, Não Permitam Que Os Vossos Filhos Tenham Este Fim...




Assim se começa...


...assim, continuam...

Que ser Humano está a ser criado?

Este vídeo é dedicado a todos os pais que desde muito cedo
compraram o carinho e o afecto dos seus filhos...


...assim poderá acabar! 


         
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terça-feira, 10 de maio de 2016

OFÍCIOS EM VIAS DE EXTINÇÃO.


O Direito à Inveja

Em Portugal, há um problema com a inveja. Em concreto, há um problema com a grande quantidade de gente a queixar-se de ser invejada.
Ao vivo ou por email, em privado ou em programas de televisão, há sempre alguém a lamentar-se dos invejosos: não podem ver nada, são uma praga que não descansa.
Quem recebe esse desabafo é sempre solidário, demonstra saber exactamente o que o outro está a passar, também ele já foi muito invejado.
Entre outras consequências, a paranóia da inveja generalizada propiciou  o nascimento de uma modéstia entre aspas.
Disfarçada de virtude, essa «modéstia» é medo dos outros, também pode ser desinteresse pelos outros ou falta de convicção no próprio valor.
A inveja só chega ao invejado se este permitir, se estiver vulnerável, se não estiver preparado. Em Portugal, há demasiadas pessoas a alimentarem o equívoco de que todos têm de gostar delas.


A inveja é um sentimento. Se respeitarmos os outros, é elementar reconhecer-lhes liberdade para sentirem. Essa, parece-me, é a primeira característica de existir, de ser alguém e de ter um nome. Não nos compete decidir acerca daquilo que os outros devem sentir. Além disso, é improvável que consigamos saber com precisão aquilo que os outros estão a sentir.
A não ser que estejamos convencidos de que os outros são um reflexo nosso, como um espelho que reproduz até o invisível. Nesse caso, a inveja que lhes imaginamos é, afinal, a nossa.
A inveja deveria ser legalizada ou, pelo menos, despenalizada. Como as drogas leves, faz mal apenas a quem as consome. Devidamente informado dos efeitos, o invejoso faria um uso muito mais consciente dessa substância e, assumindo-se, não precisaria de frequentar meios pouco recomendáveis que, com facilidade, agravam a sua situação e potenciam consumos mais pesados e destrutivos.
Mas isso seria noutra realidade. Aqui, os invejosos são espectrais. Quando alguém apresenta uma fotografia, quando alguém garante possuir provas da existência desses fantasmas, a imagem está sempre desfocada e fica-se sempre na dúvida se será realmente um invejoso ou apenas um defeito de revelação.
Com tantos a serem invejados, sobram poucos para se dedicarem a invejar.
Talvez esse seja um ofício em vias de extinção, como os amola-tesouras.

Crónica do escritor José Luís Peixoto, transcrita da revista NM.

A imagem foi recolhida da Net, o mais semelhante possível à fotografia com que o escritor ilustrou esta crónica.