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Um ninho de melros que ficou a descoberto, após a poda, desajeitada, da cameleira do meu quintal. No dia seguinte, não havia lá passarinho algum. Nem lhes vou falar na minha tristeza. Esta imagem simboliza o que digo na frase final do meu texto.
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Mário, jovem pescador, decide abandonar o seu ofício para se tornar carteiro. Através de uma história bastante original, o autor deste livro, cujo nome não divulgarei - para não vos facilitar demasiado a vida,- consegue traçar um intenso retrato da conturbada década de setenta, que não no nosso país! Este romance foi adaptado ao Cinema. Vi o filme, porém, como acontece com quase todas as adaptações cinematográficas, que tenho visto, gostei muito mais do livro.
E mais não direi. No final, fotografarei a capa e a contra capa, onde me inspirei para escrever este texto. Aí, poderão ver como fui sucinta e as voltas que tive que dar para não vos revelar demasiado. Levantei apenas um pouquinho do véu, para poderem dasanuviar a mente de acontecimentos tristes. Apesar de toda a dor que o país atravessa, a Vida continua... * O que pretendo saber é o título do romance. Mais difícil seria se pedisse o nome do autor do livro.
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DESEJO A TODOS UM BOM TRABALHO DE PESQUISA.
E CREIAM, NÃO VAI SER TÃO DIFÍCIL
QUANTO VOS TRANSMITO A IDEIA DE SER!
😇
ADENDA: Peço encarecidamente ao António do blog VIDAS, que não repita a façanha do último desafio. Se acaso não souber como abordar as dicas, envie a resposta para o meu email: fgmncf@gmail,com.
Obrigada!
❤❤❤❤
E era O carteiro do Pablo que não era Picasso.
ResponderEliminarBeijinhos, bfds