Sou
mais feliz, quando penso,
E peço a Deus que tu penses
Que és minha, já me pertences,
E eu também já te pertenço.
E neste desejo imenso
De te ter à minha beira
Pressinto a luz verdadeira
Desse tal dia risonho,
P’ra que se acabe este sonho
Senão, sonho a vida inteira…
Escrevi isto há já alguns anos - bastantes - como comentário, já não me recordo onde. Sei que foi num blogue que tinha publicado o poema "Gentil Camponesa" de António Aleixo.
Escrevi-o, baseando-me no espírito da última estrofe do poema. Sem que procurasse fui encontrá-lo hoje, numa das pastas do meu arquivo. Gostei tanto deste encontro, que resolvi fazer uma publicação deste meu raro momento de inspiração. Espero que também vos agrade.
:)



























