... SEM ESPARTILHOS, MAS COM APERTOS!
No tempo em que o homem era bruto,
Usava ferro, lombo e luto.
A armadura pesava um quintal,
Para parecer valente e triunfal.
Se a dama olhava, ele nem via,
Sufocado na própria lataria.
Depois veio o nobre, todo de seda,
Com meia calça e peruca na moda, que queda!
Um brocado aqui, um laço ali,
Parecia um bolo, vamos por aí.
O espelho era o melhor amigo,
E a vaidade, o maior perigo.
A Revolução Industrial chegou,
E a cor do homem sumiu, acabou.
Terno preto, cinza, cinza e preto,
Para esconder o tédio e o afeto.
O homem virou um poste padrão,
Com o paletó sempre na mão.
E o século XX trouxe a ruptura,
Com calça boca de sino, que tortura!
Ombreiras que davam asas pra voar, e gravatas que ninguém sabia amarrar.
O terno reinou, sem tédio diziam,
Mas todo mundo igual, que agonia.
Hoje o homem moderno é um mistério,
Usa ténis caro e fala sério.
Calça rasgada, barba desenhada,
Parece que saiu de uma batalha...sem nada.
A evolução é um ciclo, enfim:
Do ferro ao algodão, pra ficar assim:
Jake Gyllenhaal.
(Já o Rui Unas ficou a destoar.)
E vós, amigas, qual preferiam?
Sim, porque
dizer preferem,
seria pura ilusão!!
😄😄😄
E vós amigos, com qual destes moços
se identificam?
😉 😉 😉 😉

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