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Não são muitas nem tão divertidas quanto eu gostaria, mas foi o que consegui arranjar.
DESEJO-VOS
UM
FELIZ FIM -DE -SEMANA.
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Não são muitas nem tão divertidas quanto eu gostaria, mas foi o que consegui arranjar.
DESEJO-VOS
UM
FELIZ FIM -DE -SEMANA.
...Porque:
"Todos os seios têm direito ao seu momento de glória."
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| FONTE da imagem. Por favor, não deixem de consultar este site. |
Sei os teus seios.Sei-os de cor.Para a frente, para cima,Despontam, alegres, os teus seios.Vitoriosos já,Mas não ainda triunfais.Quem comparou os seios que são teus(Banal imagem) a colinas!Com donaire avançam os teus seios,Ó minha embarcação!Porque não háPadarias que em vez de pão nos dêem seiosLogo p'la manhã?Quantas vezesInterrogaste, ao espelho, os seios?Tão tolos os teus seios! Toda a noiteCom inveja um do outro, toda a santaNoite!Quantos seios ficaram por amar?Seios decrépitos e no entanto belosComo o que já viveu e fez viver!Seios inacessíveis e tão altosComo um orgulho que há-de rebentarEm deseperadas quarentonas lágrimas...Seios fortes como os da Liberdade-Delacroix-guiando o Povo.Seios que vão à escola p'ra de lá saíremDireitinhos p'ra casa...Seios que deram o bom leite da vidaA vorazes filhos alheios!Diz-se rijo dum seio que, vencido,Acaba por vencer...Retirar-me para uns seios que me esperamHá tantos anos, fielmente, na província!Arrulho de pequenos seiosNo peitoril de uma janelaAberta sobre a vida.Botas, botifarrasPisando tudo, até os seiosEm que o amor se exalta e robustece.Seios adivinhados, entrevistos,Jamais possuídos, sempre desejados!Raimundo Lúlio, a mulher casadaQue cortejaste, que perseguisteAté entrares, a cavalo, p'la igrejaOnde fora rezar,Mudou-te a vida quando te mostrou:"É isto que amas?"De repente a podridão do seio.Raparigas dos limões a ofereceremFruta mais atrevida : inesperados seios...Engolfo-me num seio até perderMemória de quem sou...Quantos seios devorou a guerra, quantos?Depressa ou devagar, roubou à vida,À alegria, ao amor e às gulosasBocas dos miúdos!Pouso a cabeça no teu seioE nenhum desejo me estremece a carne.Vejo os teus seios, absortosSobre um pequeno ser.
Nota da autora.
Até ao dia 05 de setembro continuarei em férias, pelo que as minhas publicações serão tão irregulares quanto a minha vontade, tempo e disposição. Visitar-vos-ei sempre que considerar ter algo de jeito para vos dizer. De resto, com mais ou menos assiduidade, irei lendo o que forem publicando. Muito Obrigada a Todos.
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Peço aos meus prezados leitores e ocasionais visitantes para irem interiorizando estes pensamentos.
Entretanto, eu vou ali lavar a Alma e já volto.
Sempre que me for possível, visitá-los-ei nos vossos cantinhos.
SEJAM FELIZES
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...Sempre que olhar para o Céu estrelado saberei que está lá.
Sempre que ouvir o barulho do vento numa tempestade de verão,
saberei que nada de mal vai acontecer, porque o Jô está lá.
Não mais me inquietará o ruído da cidade,
nem o silêncio pesado das madrugadas.
E, no cantar rumorejante das águas de um rio,
ouvirei sempre o gargalhar alegre do riso de quantos tiveram o
privilégio de o ver e ouvir.
Muito Obrigada Jô.
Até sempre.
Não chorem tristes à beira do meu túmulo.
Eu não estou lá!
Estou no soprar dos ventos,
nas tempestades de Verão
e nos chuviscos suaves da Primavera.
Eu sou a pressa inquieta dos ruídos da cidade e o silêncio das madrugadas.
Não chorem tristes à beira do meu túmulo.
Eu não estou lá!
Estou no brilho das estrelas
procurando a noite,
e no cantar alegre dos pássaros.
Não chorem tristes à beira do meu túmulo.
Eu não estou lá!
Eu não morri.
Eu sou a vida incessante e livre
que corre nas águas do rio.
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| Rio na Columbia Britânica - Canadá Da Net. 💙 💚 💛 💜 |
Secam-se lágrimas,abrem-se largos sorrisos.É Verão!Desabrocham amoreshá sonhos dourados.É Verão!Entre um Olá e um Adeusvive-se e sonha-se para a eternidade.É Verão!Quem nunca teve um Verãoquente e sonhador na sua vida?Ah, quem me dera viver de novo os sonhos da juventude perdida!
...ou simples poesia ocidental, mas não é uma coisa nem outra. É um desabafo.
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| Neste local, e ao longo desta margem, viria a ser construído, trinta e muitos anos mais tarde, o Parque das Nações. |
Dorme coraçãoRepousa e acalma a dorChegaste perto do fim.Longo o percursoEstrada de escolhosVoaste só e silenciosa.Juventude distanteMomentos de sonhos fugazesVislumbres de ilusões vãs.Fico como estou e souSonhei quimeras,Fiz muitos amigos e a todos perdi...
...na voragem dos dias.
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| MEMÓRIA FOTOGRÁFICA - Anos 60 - O veículo era um MG vermelho, descapotável. Pertencia ao jovem que viria a fazer parte da minha família: Mais do que um cunhado, foi como um irmão. |
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Este vídeo é um doce em dose dupla.
O meu querido Georges Moustaki, e o fabuloso e inesquecível Charlot, numa parceria laboral com o rapazinho que partia os vidros, para que ele tivesse o seu ganha-pão garantido. Desfrutem e reflitam!
"Le Métèque"
Pena que as legendas tenham vindo atrapalhar mais do que ajudar, mas ao optar por esta versão tive de me sujeitar. Porém, decidi compensar com esta versão cantada por Moustaki, em português. Não me canso de o ouvir...no seu sotaque delicioso.
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