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| Tadinho do meu "Negrito", servir de modelo para uma estória tão macabra. |
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| Tadinho do meu "Negrito", servir de modelo para uma estória tão macabra. |
Navegava, navegava,
Lá para onde se via
O vulto que ela buscava.
Era tão grande, tão grande
Que a vista toda tapava.
E Bartolomeu erguido
Aos marinheiros bradava
Que ninguém tivesse medo
Do gigante que ali estava.
E mais perto agora estão
Do que procurando vão!
E Bartolomeu que viu?
Que descobriu o valente?
- Que o gigante era um penedo
que tinha forma de gente.
Que era dantes o mar? Um quarto escuro
Onde os meninos tinham medo de ir.
Agora o mar é livre e é seguro
E foi um português que o foi abrir.
Afonso Lopes Vieira.
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Quase apostaria que , para além de mim, anda por aqui muito boa gente que aprendeu este poema nos bancos da Primária.
As fotos e os versinhos são meus! 😊
Sim, foi esta história bonita
História linda, de encantar
Que me segredou ao ouvido
O meu búzio encantado
E outros ruídos que as vagas
Vêm segredar à areia
Lá das profundezas do mar!!
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| Gostaria de frisar, para que reparem, que no canto inferior esquerdo da boneca, é formado um triângulo. Agora e sempre, óbvio! |
Thou hast her it is not all my grief,
And yet it may be said I loved her dearly;
That she hath thee is of my wailing chief,
A loss in love that touches me more nearly.
Loving offenders thus I will excuse ye:
Thou dost love her, because thou know'st I love her;
And for my sake even so doth she abuse me,
Suffering my friend for my sake to approve her.
If I lose thee, my loss is my love's gain,
And losing her, my friend hath found that loss;
Both find each other, and I lose both twain,
And both for my sake lay on me this cross:
But here's the joy; my friend and I are one;
Sweet flattery! then she loves but me alone.
Por que a tens, não é este todo o meu pesar,
Mesmo que eu possa dizer quanto a amei;
Por ela ter a ti, este é todo o meu lamento,
Um amor ainda mais perdido para mim.
Amantes impuros, eu vos perdoo: –
Tu a amas, mesmo sabendo que eu a amo;
E mesmo que ela continue a abusar de mim,
Fazendo meu amigo sofrer por ela e por mim.
Se eu te perder, para o meu amor será um ganho,
E, ao perdê-la, meu amigo já não poderá tê-la;
Ao se unirem, perco os dois,
E ambos me farão arrastar esta cruz:
Mas, eis a alegria: meu amigo e eu somos um;
Doce engano! Então ela ama-me só a mim.
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E pronto, termino aqui esta tríplice publicação
que me irá esclarecer onde pequei.
Se na imagem, ou no poema!
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POESIA MATEMÁTICA
- Millôr Fernandes -
Às folhas tantas
Do livro matemático
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base.
Uma figura ímpar:
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua
Uma vida Paralela à dela
Até que se encontraram
No infinito.
"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
__O que, em aritmética, corresponde
A almas irmãs
-- Primos entre si.
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz...
(...)
Para conhecer o resto do poema é ir ao patamar inferior, sff.
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😊 A SÉRIO? 😊
Há mulheres que de tudo capazes,
e a fortuna não está sempre ao vosso lado!!
(Cliquem, sff. )
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Com a afluência normal e esperada, houve uma totalista apenas: a Rosa dos Ventos. Acertou no nome do autor: Jean-Arthur Rimbaud.
Agradeço a presença de todos os corajosos. Bem-Hajam!
Peço desculpa pela fraca qualidade das fotografias, cuja nitidez deixa muito a desejar.
Uma vez mais, o meu Muito Obrigada a Todos.
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