terça-feira, 13 de novembro de 2018

O QUE É FEITO DE TI...? [1]

Vou hoje abrir uma nova rubrica, cá no Cantinho...da Janita! :)

Olhando para a minha lista de blogues favoritos, ali na lateral direita, fiquei alarmada com a quantidade de bons blogues que estão inactivos há um ror de tempo.
Vou dar a primazia a um bom e querido Amigo, que anda fugido do seu e dos blogues de todos nós, seus amigos também. Ei-lo:


O nosso Kok, pois claro!!
 Risonho, alegre e divertido, como só ele sabe ser.

Se o Koktell, pois que me conte por onde tem andado e que volte depressinha. É uma ordem!! :)

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Lembro-me muitas vezes de ti Kok, mas hoje lembrei-me especialmente, por causa disto: 


 

Lembras-te? Foram miminhos que, gentilmente,
 me foste oferecendo...


...E hoje,  celebra-se  o 



Obrigada, Amigo e...

...Volta, Ok?  :)


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domingo, 11 de novembro de 2018

HÁ INFORMAÇÃO...


....E já houve: "Contra Informação"!! 

Lembram-se?



    


Para quem já não se lembra - ou nunca viu -,
"Contra Informação" foi uma série de marionetas transmitida, originalmente, desde  Abril de 1996 a  Dezembro de 2010, através do Canal 1 da RTP.  


                   
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Dedico, com prazer, este postal à nossa 

querida Catarina do blogue:

 Contempladora Ocidental.

Ela sabe porquê!!

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sábado, 10 de novembro de 2018

Olhos D'Ouro, Sol Ou Topázio.





(…)

Os animais foram imperfeitos,
compridos de rabo,tristes de cabeça.

Pouco a pouco foram-se
compondo, fazendo-se paisagem,
adquirindo pintas, graça, voo.


O gato, só o gato
apareceu completo e orgulhoso:
nasceu completamente terminado,
anda sozinho e sabe o que quer. 


O homem quer ser peixe e pássaro,
a serpente quisera ter asas,
o cão é um leão desorientado,
o engenheiro quer ser poeta,
a mosca estuda para andorinha,
o poeta trata de imitar a mosca,
mas o gato quer ser só gato
e todo gato é gato
do bigode ao rabo,
do pressentimento ao rato vivo,
da noite até aos seus olhos de ouro.

Não há unidade como ele,
não tem a lua nem a flor
tal contextura:
é uma só coisa como o sol ou o topázio,
e a elástica linha em seu contorno
firme e subtil é como
a linha da proa de um navio.

(…)
Excerto da ‘Ode ao Gato’
(Pablo Neruda)
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Porque Hoje É Sexta-Feira. # 30


Hoje resolvi trazer a graça e o charme inconfundíveis do fabuloso comediante que foi Charlie Chaplin, para nos fazer companhia!

Na personagem que encantou - e continua a encantar - miúdos e graúdos, Charlot, não precisava de fazer uso da palavra verbalizada para fazer rir.

Bastava-lhe usar os seus predicados de grande mimo e a soberba arte de expressão corporal, para desencadear uma onda de bom humor.


Neste trecho de "Tempos Modernos", não se sabe ao certo se Chaplin canta, ou faz play-back da canção: "Je Cherche Après Titine", na versão italiana.
Se algum de vós tiver a informação correcta acerca deste pormenor, agradeço que me esclareçam.

Ora façam lá o favor de ver... e sorrir!




  



DESEJO A TODOS UMA SEXTA –FEIRA


MUITO FELIZ.




                                   

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Já Fui Feliz Aqui. [ L ]




Se houver alguém a quem possa parecer difícil que se possa ser feliz com a leitura de um livro, garanto eu que não é! Eu fui muito feliz com a leitura e, sobretudo, com a aquisição deste, há muito, muito tempo atrás. 

Como curiosidade - se isso não vos parecer muita presunção da minha parte -, há como que uma predestinação de falar sobre este livro de cinco em cinco anos.

Se não acreditam vejam, e já agora leiam a história, AQUI  publicada pela primeira vez, vai para dez anos, e passados cinco anos AQUI.

Ora, se fizerem a conta constatam que, agora,  passaram mais cinco anos.
Pura coincidência, é certo, mas lá que me dá que pensar, isso dá!





segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Sétima Arte.

Celebra-se hoje o Dia Mundial do Cinema. Como grande apreciadora desta arte, não quero deixar passar este Dia em branco.
Vou deixar-vos dez imagens dos dez filmes que, assim à priori, mais gostei. Não irei legendar nem mencionar o nome dos respectivos filmes, também não vos pedirei para os identificardes, até porque findo o tempo deste postal o direi, se for caso disso...Porém, se o desejarem fazer, sintam-se à vontade. 
Colocarei as imagens, não por ordem da minha preferência acerca do filme em questão. Será de forma aleatória, à medida que deles me fui lembrando.

Então, são eles:











E os meus caros leitores e amigos?
Qual foi - no caso de haver um muito especial - 
 ou foram, os vossos filmes de eleição?

Seria giro que tivéssemos gostos semelhantes
ou, porque não? Diametralmente opostos!!!


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sábado, 3 de novembro de 2018

TIMIDEZ.


Praça Velasquez- Antas- Porto






















Basta-me um pequeno gesto,
feito de longe e de leve,
para que venhas comigo
e eu para sempre te leve…

- Mas só esse eu não farei.

Uma palavra caída
das montanhas dos instantes
desmancha todos os mares
e une as terras mais distantes…

- Palavra que não direi.

Para que tu me adivinhes,
entre os ventos taciturnos,
apago meus pensamentos,
ponho vestidos nocturnos,

- Que amargamente inventei.

E, enquanto não me descobres,
os mundos vão navegando
nos ares certos do tempo,
até não se sabe quando…

- E um dia me acabarei.


 Poema de Cecília Meireles 





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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Até Sempre CBO.


Assim nasceu o blogue Crónicas do Rochedo

Esta é a minha sentida homenagem ao seu autor, que nos deixou fisicamente, mas que permanecerá para sempre na nossa memória.

Este é o Rochedo inicial do CR

"Numa tarde de Setembro refugiei-me num rochedo a olhar o mar do Guincho. Foi a necessidade de curtir mágoas por uma namorada que se despedira ou fora roubada, pouco importa, que me levou até lá.
Contemplar aquelas águas azul-turquesa devolveu-me a tranquilidade. Foi há muitos anos, mas desde esse dia tomei aquele rochedo como meu. Voltei lá com frequência. Primeiro com um caderninho de apontamentos, depois com o portátil, tão anódino e desinteressante como uma folha de papel em branco, sobre os joelhos.
Foi ali, a olhar o imenso mar azul, que nasceram centenas de crónicas, muitas das quais nunca viram a luz do dia.
Hoje, sentado no meu rochedo habitual, sem papel nem computador, senti vontade de cumprir uma vez mais o destino e partir à descoberta de uma nova experiência: navegar sozinho no espaço virtual.
Este blog será o meu novo rochedo. Sem mar, sem pôr-do-sol, nem linha de horizonte como fundo.

Aqui haverá espaço para reflectir sobre tudo. Sem dia nem hora marcada. Sem temas pré-definidos. Apenas com a vontade de comunicar através da escrita."



Aos amigos que desejem ver e ler algo mais sobre aquele que foi um cidadão do Mundo, que muito viveu, amou e sofreu, um homem de profundas e controversas convicções, um jornalista de opiniões próprias que jamais se vergou a nenhum poder que não fosse o da sua consciência, podem ler AQUI esta sua entrevista.


Descanse em Paz, Carlos! TODOS nós, bloggers e leitores, seus amigos, jamais o esqueceremos!


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