segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

GATOS & GATINHOS.

 ðŸ±ðŸ±ðŸ±ðŸ±ðŸ±ðŸ±ðŸ±ðŸ±


Fotografia  DAQUI


Se fica sozinho em casa

O gato não se conforma

Dá um salto fora de asa

E pela janela se consola


Consola-se a ver passar 

Na rua os passeantes

Mas em terras de feirantes

Raianas e outras que tais

Mais frias do que as demais

Já não passam viajantes


E o gato à sua janela

Cisma e pensa; "que maçada!

Por aqui não há mais nada

Que se veja e aprecie

Sabugal, terra beirã e fria

Dela, só gosto da cidadela!


Foto da Net


🐱  🐱  🐱

____________________

30 comentários:

  1. O Oscar e a Monica, essenciais lá em casa.
    E o Salem em casa da Mariana.
    Beijinhos, boa semana

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Estou a ver que já arranjaram uma companheira para o Óscar...: ))
      Tudo nomes sonantes!
      Eles bem merecem, são óptimos acompanhantes.
      Beijinhos, boa semana, Pedro!

      Eliminar
  2. Grande versejadora!
    O felino bonitinho esperando talvez uma gatinha.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. : )) Isto já sai naturalmente, Catarina.
      É capaz, é capaz, pelo menos o felino enfeitou-se todo!
      Beijinho e boa semana

      Eliminar
  3. Este poema merecia ser musicado, tem tudo para isso.
    Gostei muito, é magnífico. E os gatinhos merecem...
    Boa semana querida amiga Janita.
    Beijinhos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Acha, deveras, amigo Jaime?
      Então, como todas as cantigas têm um estribilho, para esta pode ficar assim:
      ..."que maçada, que maçada!
      Por aqui não há mais nada
      Que se veja e aprecie..."


      Veja lá se arranja um compositor que eu ofereço a letra. : ))
      Beijinhos e boa semana, Jaime!

      Eliminar
  4. O meu Pintas e a sua mãe Princesa agradecem tão ternurento poema!

    Abraço

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Oh, que nomes lindos! Eu nunca sei como batizar os meus. Este último, como é todo preto, chamo-lhe Negrito e o anterior a este, amarelo com manchas brancas, era o Malhado. Imperdoável para uma versejadora, não achas? Tinha obrigação de ser mais imaginativa, mas não! : (

      Beijinhos, boa semana.

      Eliminar
  5. Como sempre bonitos versos para ilustrar este charmoso bichano :)
    Boa semana!
    Beijinhos Janita

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. : )) O bichano está todo engalanado de lacinho - à gato - ao pescoço. O Roadrunner é especialista nestas descobertas. Mesmo o laço não sendo vermelho...(deste desportivismo é que eu gosto!! )
      Beijinhos, Manu!

      Eliminar
  6. Um poema que adorei. Tive o Pompom que morreu com 21 anos um gatão com muitas manias e tenho saudades dele mas não quis mais nenhum.
    O que mais detesto é darem nomes de pessoas aos animais numa mistura de mundos que se eles falassem diriam muita coisa!
    Beijos e um bom dia

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. :)) Eu lá vou batizando os meus segundo as suas características físicas. Mas isso sou eu que não tenho muita imaginação para batismos.

      Beijinhos e boa semana, Fatyly.

      Eliminar
  7. Bom dia
    O poema está lindo e gosto dos animais , mas dentro de casa confesso que nunca tive .

    JR

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Desculpe, caro JR e restantes comentadores, isto não se faz!
      Tenho andado por aí a dar água sem caneco, pelos blogues alheios, e os meus amigos à espera. Realmente!
      Obrigada pela opinião simpática a respeito dos meus versos.
      Aquilo que me sai, repentinamente, é o que mais agrada. Quando penso muito, sai mediocridade! ; )
      Boa noite, JR!

      Eliminar
  8. Não sou fã de gatos. Cá em casa, uma cadela (linda) que se chama Shiva.

    Nota: já alguém te disse que escreves bem? 😉
    Beijinhos, Janita.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá, António!
      Shiva...lindo nome, até para uma estrela de cinema servia!
      Não no sentido em que tu o dizes, mas o meu filho já me sugeriu - perante um texto que lhe enviei acerca de umas experiências laborais que tive na adolescência - que deveria escrever as minhas memórias. : )
      Beijinhos, António!

      Eliminar
  9. Se a Mistral não estivesse tão murchita, talvez reparasse no belo bichano que está à janela e que tão belos versos lhe inspirou, Janita!

    Um abraço!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá, Maria João!
      Não sei se algum dia lhe disse mas gosto muito do nome que escolheu para a sua companheira felina. É o nome de uma grande Poetisa chilena : Gabriela Mistral, cujos poemas fiquei a conhecer no blogue de um outro poeta espanhol que foi meu amigo e cujo rasto perdi; o Juan Francisco Bravo Real.
      Se a Mistral vir a Mª João mais animada irá sentir-se animada também.
      Um beijinho grande e as melhoras.

      Eliminar
  10. I like your site and content. thanks for sharing the information keep updating,
    looking forward for more posts. Thanks fishing 2024

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Thank you, Aaliyah.
      I would also like to visit your website, but... there is nothing to see!

      Eliminar
  11. A Inês Sousa Real havia de gostar de ler estes versos! Ela que procura votos, entre os amantes de cães e gatos, para melhorar, leia-se aumentar, a sua representação no Parlamento!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Lá gostar dos versos até poderia a Inês gostar, mas daí a pensar que eu poderia aumentar o número de deputados do seu Partido no Parlamento, pode ir esperando...sentadinha, para não se cansar!

      Eliminar
    2. Eu amo os animais, especialmente gatos, desde criança.
      Após de ver os debates com essa candidata — metralhando constantemente palavras, não deixando os outros candidatos falar — fiquei a “odiar” animais.

      Eliminar
    3. Oh, coitados dos bichinhos! Eles não têm culpa nenhuma, nem sequer escolheram ser representados no Parlamento pela Inês. Nem por ela nem por ninguém, vá...eles é que se armaram em seus legais defensores. Tão 'bem' o fizeram que já perderam direitos adquiridos, vê só!
      Eu sei que dizes isso tudo da boca pra fora. : ))
      Abraço, Teresa!

      Eliminar
  12. Só convivi (?) com gatos até à adolescência. O último que recordo (morreu velhinho) dormia aos meus pés, na cama. Prefiro canídeos: tive uma e depois outra, dálmatas. Depois desisti: é uma chatice perder os bichos.
    Lindo poema.
    Beijinhos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Nós, eu e a minha família, lá no Alentejo, tínhamos um gatarrão cinzento que só lhe faltava falar, como dizia a minha Mãe.
      Guardava o peixe que era amanhado pela dona, da sanha do 'sarnento' gato amarelo que rondava pelos telhados.
      Tenho uma história com esse gato que nem digo nem lhe conto. Enjaulei-o na cozinha e tencionava dar-lhe uma tareia de vassoura, mas o gato parecia possuído e começou a bufar trepando pela estanheira e a deixar cair os testos das panelas todas ao chão. Safa! É uma chatice lutar pelos e com os bichos, essa é que é essa!
      Beijinhos.

      Eliminar
  13. Esta publicação é tão poética que merece um elogio muitíssimo grande.
    Abraço ainda em Fevereiro … mas com Março a caminho.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Muita amabilidade tua, tanto mais que não é nada habituée em ti. : ))
      Agradeço, claro!

      Eliminar
  14. Um gato vigilante e cismador, que se serve da sua situação para refletir acerca do mundo exterior.
    Uma ideia interessante com um desenvolvimento não menos interessante.
    Continuação de boa semana.
    Abraço de amizade, Janita.
    Juvenal Nunes

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Gosto de tirar as minhas ilações a tudo o que vejo, amigo Juvenal.
      Umas vezes saio-me bem, outras sai-me tudo mal! : ))

      Um grande abraço e meu muito obrigada pela sua simpatia.

      Eliminar