quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

QUEM ESCREVEU? #2

 




O repto lançado aos amigos e visitantes deste espaço, que foi inaugurado com sucesso, porém sem estratégia, fica de novo no ar.
Desta vez peço a quem souber a resposta que use de alguma subtileza para não denunciar abertamente o nome do autor ou título do livro em questão.
Trata-se de um Haiku. Quem não souber poderá chegar à solução se pesquisar.
Como já frisei anteriormente, serão Desafios simples, apenas  um entretenimento sem intuitos didáticos.  




Sabem quem escreveu este haiku e de que romance faz parte?


Dica: O  autor deste romance é um premiado escritor canadiano cuja primeira obra foi distinguida com o Prix Anne - Hébert.


Uma história apaixonada sobre

a continuidade da vida, o amor

e o encantamento das palavras.


Boa Sorte!  😊


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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

QUEM ESCREVEU ? # 1 ( Com Adenda)

 

A partir de hoje, e sempre que se proporcionar, fica lançado o repto aos amigos e visitantes deste espaço.Não será bem um Enigma,é mais  um Desafio simples, para que o tempo de confinamento não se torne  tão penoso. 





Sabem quem foi o Poeta que escreveu esta quadra?


( Dica: A quadra tem por título: «Sardenta» )


As respostas serão dadas mesmo aqui nos comentários. Não haverá medalhas nem troféus  para quem acertar,  apenas o meu agradecimento, a TODOS, e o vosso prazer em pesquisar, caso não saibam a  resposta de imediato.😊  Findo o prazo, ainda não estipulado, direi quem acertou. Vamos lá?  Obrigada!



Fotografia captada expressamente para o efeito!
Logo, uma camélia melada. 😀


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Adenda: Este foi um Desafio de pouca duração. 😀

Não foi suficientemente cativante para captar a atenção de quem hbitualmente visita este espaço. Acontece.

Efectivamente o Poeta que escreveu a quadra foi Cesário Verde.

Obrigada a TODOS quantos revelaram, mais abertamente ou

 com maior subtileza, o nome do autor.


"Nas nossas ruas, ao anoitecer,

Há tal soturnidade, há tal melancolia,

Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia

Despertam-me um desejo absurdo de sofrer."

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

LONGA É A NOITE.

 





Da Noite nada sei.

Do amor vadio que vagueia
por becos e vielas,
que inunda corpos
suados de estivadores.
Dos que amam sem beijos nem suspiros
nem gemidos de amor
e promessas eternas.

Da Noite nada sei.

Da tristeza de quem
entra num bar e
afoga as mágoas em wiskies duplos
chorando os dias perdidos
de uma ilusão distante
que se gorou pelo caminho
da perdição.

Da Noite nada sei.

A não ser do sonhos 
que sonho de olhos abertos
deitada no meu leito frio.
Longas são as noites... 
E choro e sofro
por quem abandorei
e por quem me  abandonou.

Da Noite,
 apenas conheço e sei:

 Quão longa foi aquela Noite triste
que as minhas ilusões desfez
 e de ti me afastou.

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Nota: Enquanto continuar este boicote, do Blogger, Google, ou lá de quem raio for, que me impede de usar a minha conta nos blogues que sigo e comento, apenas publicarei os meus postais e responderei a todos quantos quiserem acompanhar-me, comentando. Recuso-me continuar a comentar como anónima ainda que me identificando. A não ser que algo mais forte me leve a fazê-lo. Aí, usarei a conta de um perfil que criei há uns anos, mas não está associada a nenhum blogue. Tanto mais que nem todos os blogues aceitam comentários de anónimos. Curiosamente, ou não, em outras plataformas que não a blogspot não encontro qualquer dificuldade. Agradeço a vossa compreensão. Obrigada!

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Memórias Dançantes. #1 - Si Vas A Calatayud.

 Quem se lembra?- Quem dançou esta deliciosa marchinha? Eu!... Mais  alguém por aqui «Preguntó Por La Dolores?»


                                                                                  


Por ser amiga de diversiones 

Por ser alegre en su juventud 

En coplas se vio la Dolores 

La flor de Calatayud 


Y una coplilla recorrió España 

Pregón de infamia de una mujer 

Y el buen nombre de aquella maña 

Yo tengo que defender 


Si vas a Calatayud 

Pregunta por la Dolores 

Que una copla la mató 

De vergüenza y sinsabores 

Di que te lo digo yo 

El hijo de la Dolores 


Dice la gente de mala lengua 

Que por su calle la ven pasar 

No saben su padre quien era 

Dolores la del cantar 


Yo la quería con amor bueno 

Mas la calumnia la difamó 

Y no supo limpiar el cieno 

Que la maldad le arrojó 

(...)


Nota: Nos meus tempos de menina e moça, em que esteve tão em voga ser madrinha de guerra (também eu fui) e a correspondência com jovens da vizinha Espanha, troquei várias missivas com um estudante da Faculdade de Medicina de Zaragoza, de seu nome Felix. Ainda hoje recordo os seus dois apelidos, que não revelarei por motivos óbvios. Havia termos que nós - eu e outras jovens minhas amigas - achavamos imensa piada como a que o Felix constantemente escrevia: Dizia ele que quando esperava uma carta minha, com ansiedade, e depois de a receber e ler, não entendia o que eu escrevia, lhe sabia a cuerno quemado. Escusado será dizer quem teve de passar a escrever de forma a que nos pudessemos entender...nuestros hermanos não falam português nem estão interessados em falar. Foi assim, na altura, e é assim agora.


Zaragoza - Basílica Del Pilar ao pôr-do-sol.
Fonte

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sábado, 30 de janeiro de 2021

QUERO.

 

Imagem retirada da Net.




Quero ver todas as crianças sorrir
Quero que todas tenham carinho e amor
Quero que sejam alegres passarinhos
Quero que não tenham um ar sofredor.


Vamos todos transformar o choro
Em risos, olhos brilhantes e felizes
Deixai vir a mim as criancinhas
Disse Cristo ao abençoar os petizes.


Quisera eu ter  poder tamanho
Soubera eu como trazer Paz ao mundo
Espalhava riso e alegria plas crianças


Faria com que ao serem adultos amanhã
Não sofressem nem fizessem sofrer
Que tudo à sua volta fosse um lugar fecundo.




Nota: Faço saber que está longe de mim a ideia de ter aqui escrito um Soneto, nem agora nem nunca. Como já alguém disse, e bem, não bastam duas quadras e dois tercetos para classificar uns versos de soneto. Não estudei a técnica de escrever poesia. Não percebo de métrica nem de fonética. Ao encontrar a imagem da criança a chorar, entristeci-me e iniciei uma sequência de palavras que ditaram o meu sentir. Apenas isso. Obrigada pela vossa compreensão.






sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

NABICE POÉTICA. #1

 



Nabo Poético. 

Sem que me tenha apercebido,

Um pequeno nabo ficou esquecido

na gaveta do armário frio

 onde se guardam os alimentos. *

Quando o encontrei,

com espanto me deparei

com uma coroazinha de pequenos rebentos.


Confinada mas não de ideia estagnada

logo a minha mente fervilhante, 

 para o tempo ocupar

engendrou um esquema 

para vários postais publicar.


Agora é só ir olhando

 o desenvolver da folhagem

e sempre que haja uma significativa

 evolução

o irei fotografando para fazer 

a devida exibição.


Boa?

* Frigorífico

🌱

E agora, façam o favor de admirar o meu abacateiro





🍃

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Humor Em Tempos De Cólera.


Só para  tranquilizar!!


Temos que nos manter em quarentena com calma, pois já há registo de pessoas que estão a ficar maluquinhas por estarem confinadas em casa.

Estava a comentar sobre isso ainda há pouco com o microondas e com a torradeira, enquanto tomava o meu café! 

E não é que os três concordamos com esta situação?!

Não comentei nada com a máquina de lavar, porque ela distorce tudo...

Muito menos com o frigorífico, devido à sua frieza...

Com a televisão ou a ventoinha nem pensar. Uma fala demasiado, a outra espalha tudo aos quatro ventos.

Ainda pensei em pedir a opinião da panela de pressão, porém como ficou logo nervosa e começou a bufar, desisti.

Restava-me o fogão, mas com quatro bocas nem quis arriscar.


Valha-me o ferro que me acalmou dizendo... Que tudo vai passar!!


😷   😷   😷 




😷   😷   😷 



quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Tempos De Saudade E Solidão.


Da Saudade.


A saudade  de ti, do teu carinho,

do teu sorriso e do teu abraço,

é  uma ave ferida 

que encontrou em mim abrigo 

e se aninhou

no meu regaço. 




Ao meu neto João






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